Venezuela: Maduro ordena expulsão de diplomatas americanos

30 de setembro de 2013

Internacional



Venezuela: Maduro ordena expulsão de diplomatas americanos
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Sep 30th 2013, 21:05

Leandra Felipe*

Correspondente da Agência Brasil/EBC
Bogotá – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou hoje (30) que vai expulsar três diplomatas dos Estados Unidos do país. Segundo ele, os funcionários da embaixada americana em Caracas, participaram de reuniões com a oposição no país para elaborar "planos de sabotagem energética e econômica." "Yankees go, home [voltem para casa]", disse.
Segundo ele, a decisão foi fruto de uma investigação detalhada. "Investigamos durante vários meses e detectamos que um grupo de funcionários da Embaixada dos Estados Unidos se reuniu com a extrema direita, para financiá-los e apoiá-los em ações de sabotagem elétrica e na área econômica do país. Tenho provas em minhas mãos", declarou.
Ele disse que deu instruções à Chancelaria do país para notificar os diplomatas Elizabeth Hunderland, David Mutt e Kelly Keiderlinh, para que em 48 horas deixem a Venezuela e regressem aos Estados Unidos. "E não importa as ações que o governo americano adote como resposta", ressaltou.
No começo de setembro, o país sofreu um apagão elétrico que atingiu 60% do território venezuelano. Dias depois o governo anunciou ter provas de que o sistema fora sabotado. Segundo, Maduro, pela direita do país. Também há problemas inflacionários, com o câmbio paralelo que pressiona o bolívar, moeda venezuelana. Além da alta inflação e uma crise de abastecimento de produtos alimentícios e de higiene.
Além da expulsão dos diplomatas, Maduro também não participou da 68ª Assembleia das Nações Unidas, em Nova York, na semana passada. Ele não compareceu à reunião em protesto, ao acusar o governo dos Estados Unidos de não ter concedido todos os vistos à sua equipe de trabalho. Outro motivo alegado pelo presidente venezuelano para não ir à ONU foi a negativa de sobrevoo que o governo venezuelano recebeu para sobrevoar o espaço aéreo americano em uma viagem à China.
Maduro voltou a dizer que a Venezuela é vítima de um "complô nacional e internacional de desestabilização". "Vivemos uma guerra, elétrica, econômica e psicológica que pretende acabar com a revolução bolivariana", disse.



*Com informações da Tv Multiestatal Telesur
Edição: Aécio Amado
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Horácio Cartes visita o Senado e a Câmara

Internacional



Horácio Cartes visita o Senado e a Câmara
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Sep 30th 2013, 18:57





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Chega a 6 mil o número de haitianos que entraram no Brasil de forma irregular este ano

Internacional



Chega a 6 mil o número de haitianos que entraram no Brasil de forma irregular este ano
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Sep 30th 2013, 15:58

Thais Leitão

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O governo do Acre está preocupado com o aumento no fluxo migratório de haitianos que entram no Brasil de forma irregular pela fronteira do Acre com a Bolívia e com o Peru, especialmente pelo município de Brasileia (AC). Geralmente trazidos por agenciadores chamados de coiotes, eles já somam 6 mil somente este ano, segundo a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Acre. O número, bem maior do que os 2,3 mil registrados no ano passado, corresponde a 75% do total de imigrantes haitianos que pediram refúgio ao chegar, sem visto, ao município – cerca de 8 mil – desde 2010. Naquele ano, o Haiti foi atingido por um terremoto de grande proporção, que devastou parte de seu território.
De acordo com o representante da secretaria em Brasileia, Damião Borges, somente hoje (30) 46 haitianos recém-chegados foram cadastrados no acampamento disponibilizado pela pasta para acolhê-los. "Se continuar nesse ritmo, chegaremos a 10 mil imigrantes haitianos, sem nenhuma dúvida, até o fim do ano". Borges, que coordena o abrigo do município, explicou que a preocupação das autoridades deve-se à proximidade do fim do ano, quando diminui a contratação dessas pessoas pelas empresas.
"Quando chega esta época, as empresas que costumam vir buscá-los para trabalhar em outros estados contratam menos, muitas dão férias coletivas. O problema é que no abrigo, que foi construído para abrigar 450 pessoas, já há 900, sendo 800 haitianos [entre os 100 restantes há imigrantes do Senegal e da República Dominicana]. Muitas dessas pessoas são grávidas e idosas, além dos analfabetos que, em geral, não despertam interesse para contratação", disse.
Borges informou que as empresas que mais contratam esses imigrantes são as ligadas às áreas de construção civil, metalurgia, abatimento de aves e de suínos.
No mês passado, para compensar a sobrecarga no atendimento de saúde em razão do grande fluxo migratório de haitianos em Brasileia, o Ministério da Saúde destinou R$ 56 mil ao município, por meio do Piso de Atenção Básica. O crescimento da migração também levou o governo do Acre a decretar estado de emergência social em Brasileia em abril deste ano. Na mesma época, o governo federal publicou no Diário Oficial da União a Resolução Normativa 102/2013, do Conselho Nacional de Imigração, revogando o limite de concessão de 1,2 mil vistos por ano aos imigrantes do Haiti.
Edição: Juliana Andrade
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Cartes agradece apoio brasileiro, mas diz que Paraguai não quer favores

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Cartes agradece apoio brasileiro, mas diz que Paraguai não quer favores
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Sep 30th 2013, 16:17

Danilo Macedo e Carolina Sarres

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – Em sua primeira visita de Estado ao Brasil, o presidente do Paraguai, Horacio Cartes, agradeceu o apoio que tem recebido do governo da presidenta Dilma Rousseff, desde que tomou posse, em 15 de agosto deste ano. Após o encontro que tiveram hoje (30) no Palácio do Planalto, Cartes lembrou que, um dia depois de sua vitória nas eleições, recebeu um telefonema de Dilma, que destacou a importância do Paraguai para o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e colocou à disposição dos paraguaios todo o conhecimento e estrutura desenvolvidos Brasil no combate à pobreza.
"Não esquecerei jamais que, no dia seguinte ao da vitória nas eleições, recebi seu chamado e ela [Dilma] me dizia da importância de estarmos todos juntos no Mercosul e da necessidade de estarmos em família, todos juntos", disse Cartes. Segundo ele, ao longo da história, o Brasil e o Paraguai, países vizinhos, demonstraram saber superar grandes adversidades. Cartes acredita que ele e Dilma serão lembrados pela manutenção das boas relações entre as duas nações, a despeito de diferenças conjunturais que possam ter ocorrido ao longo do tempo.
O Paraguai ficou suspenso do bloco entre 29 de junho de 2012 e 12 de julho deste ano porque os líderes políticos da Argentina, do Brasil e do Uruguai discordaram da forma como o então presidente Fernando Lugo foi destituído do poder, por impeachment. Com o processo eleitoral e a vitória de Cartes, que tomou posse em 15 de agosto, a suspensão foi extinta, mas o país ainda não retornou ao bloco.
Na ausência do Paraguai, houve a incorporação da Venezuela como país-membro do bloco, a adesão da Bolívia e a inclusão, com o status de membros associados, da Guiana e do Suriname. Pelas regras do Mercosul, o Poder Legislativo de cada um dos países-membros precisa aprovar a entrada de novos participantes, como a Venezuela, adesão que é questionada pelo Paraguai.
O presidente Cartes tem de lidar com os benefícios que o retorno ao Mercosul trará ao país e a oposição de parte do Legislativo a medidas tomadas pelo bloco durante a suspensão. A presidenta Dilma Rousseff disse hoje, após encontro com Cartes, que a suspensão não afetou as relações bilaterais com o Brasil.
Cartes ressaltou que o Paraguai não quer pedir favores ao Brasil e sim sentar para negociar, buscando benefícios para ambos os países, pois sabe que tem recursos naturais que interessam aos brasileiros. "Neste momento em que o Paraguai goza de um crédito de que não gozava ontem, queremos dizer ao Brasil que queremos sentar à mesa grande, e só quando as coisas forem boas para os dois, em [uma relação de] ganhar-ganhar. Estamos seguros de que temos condições de retribuir, pelo menos em parte, tanta generosidade do Brasil."
Segundo Cartes, seu país está em falta com brasileiros que foram há décadas para o Paraguai produzir alimentos e reivindicam títulos de propriedade de suas terras. Cartes enfatizou que os estrangeiros que foram para o Paraguai produzir, quando ainda não havia nenhuma estrutura, o ensinaram que seu país tinha atrativos e, por isso, se sente com enorme responsabilidade sobre o tema.
"Aqueles brasileiros que apostaram no meu país, fizeram por convicção e têm meu enorme carinho e admiração. No início, foram muitos, mas não ficaram todos. Ficaram os mais valentes, os que souberam aguentar, há 40 anos, a adversidade quando não havia estradas, água, nada, e sobreviveram. Negar que foram grandes mestres para a nossa gente na produção agrícola seria silenciar a verdade. Hoje me sinto com uma grande responsabilidade", reforçou o presidente paraguaio.
Antes do almoço oferecido à sua comitiva no Palácio Itamaraty, Cartes destacou que cerca 85% da economia vêm dos rios. Entre as principais atividades econômicas, estão a agricultura e a pecuária, sendo o país, que tem 406 mil quilômetros quadrados, um dos cinco maiores produtores de carne bovina no mundo. Com 6,5 milhões de habitantes, o Paraguai enfrenta altos índices desigualdade de renda, com 40% da população em faixa de pobreza e 18% de extrema pobreza.
"Quero que o meu gabinete seja lembrado pelo combate à pobreza. Obrigada por nos oferecer a experiência e a disposição neste combate. Estamos em condições de aceitar e de fazer as coisas juntos", disse Cartes, que agradeceu ao governo brasileiro por oferecer ao Paraguai as tecnologias dos programas Bolsa Família e Brasil sem Miséria.
No almoço oferecido aos paraguaios no Itamaraty, Dilma e Cartes tiveram a companhia do presidente interino do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), do vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC), do senador e ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e de outras autoridades. Até o final do dia, Cartes irá visitar as duas casas do Congresso Nacional e o STF.
Edição: Nádia Franco
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Governo sírio diz que há apoio internacional ao terrorismo no país

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Governo sírio diz que há apoio internacional ao terrorismo no país
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Sep 30th 2013, 15:02

Carolina Sarres*

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O ministro das Relações Exteriores da Síria, Walid Al Moualem, disse hoje (30), em pronunciamento na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), que não há uma guerra civil na Síria, há uma guerra contra o terror. De acordo com ele, a comunidade internacional tem de agir, em relação ao país, segundo resoluções sobre terrorismo.
Na última sexta-feira (27), o Conselho de Segurança da ONU aprovou resolução para a destruição das armas químicas do país. A crise na Síria foi deflagrada nos últimos meses depois de comprovado o uso de armas químicas, no contexto do conflito entre forças do governo do presidente Bashar Al Assad e da oposição, liderada pelo Exército Livre Sírio.
"Não há guerra civil na Síria, mas é uma guerra contra o terror, que não reconhece nenhum valor, nem justiça, nem igualdade, e ignora quaisquer direitos ou leis", disse Walid Al Moualem. Ele pediu medidas contra os países que financiam, treinam e dão refúgio a terroristas em seus territórios.
Segundo o ministro sírio, os responsáveis pelo terrorismo são ramificações da Al Qaeda, como a Jabhat Al Nusrah, do Estado Islâmico do Iraque e da Brigada do Islã na Síria.
Moualem se comprometeu a cumprir as obrigações previstas na Convenção para a Proibição de Armas Químicas à qual a Síria aderiu recentemente. Ele insistiu para que a crise no país seja solucionada por meios políticos e deu ênfase à Conferência de Paz de Genebra 2, prevista para novembro.
Na sexta, o governo sírio se manifestou sobre resolução e disse que o documento não faz justiça às vítimas do conflito. Estima-se que, desde o início, em março de 2011, o conflito tenha resultado em mais de 100 mil mortos, 2 milhões de refugiados e 4 milhões de deslocados internos.
"Agora é para aqueles que dizem apoiar uma solução política na Síria interrompam todas as práticas e as políticas hostis contra a Síria, e ir sem condições prévias para Genebra", disse ele. Moualem sugeriu a criação de uma zona livre de armas de destruição em massa no Oriente Médio, como a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul.
*Com informações da ONU



Edição: Beto Coura

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Dilma diz que Cartes fará diferença na integração com o Paraguai

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Dilma diz que Cartes fará diferença na integração com o Paraguai
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Sep 30th 2013, 14:35

Danilo Macedo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (30), após encontro com o presidente do Paraguai, Horacio Cartes, que ele fará muita diferença no processo de integração entre os dois países. Segundo Dilma, apesar da suspensão do Paraguai do Mercado Comum do Sul (Mercosul) por mais de um ano, as relações bilaterais se mantiveram intactas. Cartes, que tomou posse em agosto, faz sua primeira visita de Estado ao Brasil.
"Acredito que o presidente Cartes fará muita diferença nesse processo, porque tem a firme convicção de que são muito importantes as relações entre nós e sempre me diz uma coisa, desde o primeiro encontro: que os papéis dos nossos chanceleres não conseguirão registrar tudo aquilo que faremos", ressaltou Dilma. Ela destacou que os dois governos têm o maior interesse no retorno do Paraguai ao Mercosul.
A presidenta ressaltou a existência de ações para interligar ainda mais a economia dos dois países, com investimentos em infraestrutura logística., como o projeto de construção de mais uma ponte sobre o Rio Paraná, em Foz do Iguaçu (PR). "A ponte será mais um elo entre o Paraguai e o Brasil, tornará mais fluido o transporte de cargas e ajudará no escoamento das exportações paraguaias."
Dilma falou também sobre a inauguração, em novembro, de uma linha de transmissão de 500 kW, com financiamento de US$ 322 milhões pelo Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul, que permitirá levar mais energia da Usina Itaipu Binacional aos arredores de Assunção, capital paraguaia. Para a presidenta, a obra é um símbolo da cooperação no Mercosul e contribuirá para a integração e cooperação ainda maior das cadeias produtivas brasileira e paraguaia. "Essa obra vai permitir grande possibilidade de atração de investidores no Paraguai e contribuirá, sem sombra de dúvida, para a industrialização do país, gerando lá mais emprego e renda."
De acordo com a presidenta, esses projetos e obras são a prova de que a exclusão do Paraguai do Mercosul não afetou as relações concretas com o Brasil e não gerou prejuízos à população paraguaia. O país ficou suspenso do bloco de 29 de junho do ano passado a 12 de julho deste ano, porque os líderes políticos da Argentina, do Brasil e Uruguai discordaram da forma como o então presidente Fernando Lugo foi destituído do poder, por impeachment. Com o processo eleitoral e a vitória de Cartes, que tomou posse em 15 de agosto, a suspensão foi extinta.
Dilma informou que este foi seu terceiro encontro com Cartes desde que ele tomou a posse e que o potencial de integração entre os dois países é muito maior do que o explorado atualmente. Embora seja a primeira visita de Cartes ao Brasil como presidente, os dois chefes de governo já tinham se encontrado em outros fóruns, como a Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada há uma semana em Nova York.
Edição: Nádia Franco
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Chancelaria chinesa condena ataque à embaixada do país em Damasco

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Chancelaria chinesa condena ataque à embaixada do país em Damasco
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Sep 30th 2013, 12:06



Da Xinhua



Pequim - O porta-voz da chancelaria chinesa, Hong Lei, disse hoje (30) que está em choque devido ao ataque à embaixada chinesa em Damasco, na Síria, e condenou o ocorrido. Uma bomba atingiu a embaixada no início do dia (por volta das 11h locais, 5h em Brasília), danificou paredes e quebrou janelas, deixando ferido um funcionário.



Em comunicado, Hong informou que a China fez um apelo veemente às partes envolvidas a respeitar a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas e tomar medidas concretas para garantir a segurança de todas as organizações diplomáticas e de pessoal.



Ele disse que a China reiterou o apelo para um cessar-fogo imediato, para o fim da violência na Síria e para diálogos que deem fim à crise no país, com a restauração da paz e da estabilidade nacional.





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Vaticano anuncia para 27 de abril canonizações de João XXIII e João Paulo II

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Vaticano anuncia para 27 de abril canonizações de João XXIII e João Paulo II
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Sep 30th 2013, 07:26

Da Agência Lusa
Cidade do Vaticano - Os papas João XXIII (1881-1963) e João Paulo II (1920-2005) vão ser canonizados em 27 de abril, anunciou hoje (30) o papa Francisco em latim. A data de canonização foi escolhida por Francisco durante o consistório de cardeais (reunião para dar assistência ao papa em suas decisões), realizado hoje no Vaticano. A cerimônia deverá atrair milhares de peregrinos a Roma, já que o papa polonês e o antecessor italiano são duas das mais influentes personalidades do mundo católico atual.
"Fazer a cerimônia de canonização dos dois juntos é uma mensagem para a Igreja: esses dois são bons", declarou Francisco ao voltar da visita ao Brasil, onde participou da Jornada Mundial da Juventude, em julho passado.
Para a canonização, a Igreja exige normalmente dois milagres confirmados, embora Francisco tenha aprovado a de João XXIII - com quem partilha uma perspetiva reformista - baseado em apenas um.
O primeiro milagre atribuído a João Paulo II, que ocupou o trono de Pedro de 1978 a 2005, teria ocorrido seis meses depois da morte, quando uma freira francesa disse ter sido curada da doença de Parkinson, por meio de orações feitas a ele. Karol Wojtyla foi beatificado em 1º de maio de 2011 por Bento XVI. João Paulo II beatificou João XXIII em 3 de setembro de 2000.
Francisco reconheceu um segundo milagre de João Paulo II, depois do parecer favorável da Congregação para as Causas dos Santos.
Em 2005, durante o funeral de João Paulo II, a multidão gritou várias vezes: "Santo Subito!" (Santo Já!), levando o Vaticano a acelerar os procedimentos necessários à canonização, que são iniciados, normalmente, cinco anos após a morte.
João XXIII ficou na história como o papa que promoveu o Concílio Vaticano 2º (1962-1965), revendo os rituais e doutrinas da Igreja, e defendeu a aproximação a outras religiões.
Muitos comparam o papa italiano, que morreu em 1963, com o atual líder da Igreja Católica pelas semelhantes atitudes pastorais: humildade, simplicidade e sentido de humor.
Francisco terá dispensado o reconhecimento de um segundo milagre para a canonização de João XXIII, também aprovada pela Congregação para as Causas dos Santos. Os participantes do Concílio Vaticano 2º, em 1965, já tinham pedido a canonização do papa, a quem pretendiam homenagear por conduzir a Igreja para tempos modernos.
O papa argentino também promete ser reformador, tendo já iniciado uma revisão da burocracia e das finanças do Vaticano, e defendendo uma "Igreja para os pobres".
Na terça-feira, Francisco iniciará três dias de conversações com um conselho de oito cardeais, que nomeou para ajudá-lo a repor a ordem na Cúria, a administração da Igreja atingida por vários escândalos, e melhorar a comunicação entre o Vaticano e as igrejas locais.
Especialistas em Vaticano disseram não ser evidente a divulgação de pormenores dos encontros, mas os católicos liberais esperam que o tom de conciliação, adotado por Francisco em muitas questões, se traduza em ações.
Essas questões poderão incluir o papel das mulheres na Igreja, o casamento de padres, a comunhão para os católicos divorciados e que voltaram a casar e a posição do Vaticano sobre a homossexualidade e o clero homossexual.



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Fukushima: sistema para filtrar água contaminada é reativado

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Fukushima: sistema para filtrar água contaminada é reativado
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Sep 30th 2013, 11:02

Da Agência Brasil*
Tóquio - Técnicos da central nuclear de Fukushima reativaram hoje (30) um novo sistema de limpeza das águas contaminadas que são usadas para o arrefecimento dos reatores no complexo. O sistema foi desenvolvido pela Toshiba e preparado para retirar 62 dos 63 tipos de materiais radioativos presentes na água, restando apenas o trítio.
Os testes do novo sistema, chamado Sistema Avançado de Processamento de Líquidos, começaram no final da semana passada, mas foram suspensos horas depois de ter sido detectada uma obstrução em um dos tanques de drenagem da água contaminada. Hoje, o processo voltou à ativa.
Os funcionários da Tokyo Eletric Power (Tepco), empresa que administra a Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão, atingida por um tsunami em março de 2011, conseguiram resolver o problema e colocar o sistema novamente em funcionamento. Os peritos esperam que o novo sistema contribua de forma crucial para resolver o problema de acumulação de água contaminada na central de Fukushima, limpando-a em ritmo superior ao de armazenamento.
O novo sistema será capaz de filtrar agora 100 toneladas de água contaminada, que se juntam às atuais 500 toneladas que um sistema de filtragem já existente consegue limpar. Além de alguns vazamentos nos tanques de armazenamento de água contaminada, a central de Fukushima lança diariamente cerca de 300 toneladas de água radioativa no mar próximo à central, um grave problema que se supõe ser o principal desafio para os cerca de 3,5 mil funcionários que trabalham para desmantelar o complexo.
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Talita Cavalcante



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Presidenta Dilma recebe o presidente do Paraguai, Horácio Cartes

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Presidenta Dilma recebe o presidente do Paraguai, Horácio Cartes
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Sep 30th 2013, 12:27





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Presidente da China cobra resgate de 74 vítimas do Tufão Wutip

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Presidente da China cobra resgate de 74 vítimas do Tufão Wutip
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Sep 30th 2013, 10:53

Da Xinhua

Brasília - O presidente da China, Xi Jinping exigiu hoje (30) esforço de resgate total depois que o Tufão Wutip afundou barcos de pesca perto das Ilhas Xisha, ontem (29) deixando 74 pessoas desaparecidas.
Em uma instrução especial dada após o incidente, Jinping pediu que as autoridades locais façam o possível para encontrar os desaparecidos. O presidente também ordenou que as forças armadas e os departamentos do governo central ajudem no resgate.
O primeiro-ministro Li Keqiang fez apelo semelhante. Ele também pediu às autoridades locais para garantir a segurança do pessoal de resgate.
Esforços devem ser feitos para investigar os riscos de segurança em potencial causados pelo Wutip, como realocar a população potencialmente ameaçada pelo Tufão e ajudar barcos de pesca a voltar à terra firme em segurança.
Um total de 74 pessoas foram confirmadas desaparecidas, após naufrágios de três barcos de pesca , de acordo com o centro de resgate de Hainan (próximo às ilhas). No total foram atingidos pelo Tufão Wutip cinco barcos de pesca do Sul da China, na província de Guangdong, com um total de 171 pessoas a bordo.
Os barcos desapareceram na tarde de ontem quando tentavam navegar em meio a vendavais perto das Ilhas Xisha. A partir do meio-dia desta segunda-feira (horário local, 1h da manhã em Brasília), socorristas encontraram 14 sobreviventes, disseram as fontes.




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EUA: impasse sobre Orçamento pode levar funcionário a ficar em casa sem receber

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EUA: impasse sobre Orçamento pode levar funcionário a ficar em casa sem receber
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Sep 30th 2013, 09:28


Da Agência Lusa
Washington - O governo norte-americano vai obrigar a maioria dos funcionários públicos a ficar em casa sem receber salário, já nesta terça-feira (1º), se o impasse político entre republicanos e democratas sobre o Orçamento não for resolvido até o fim do dia.
A questão surge na sequência de uma disputa entre os dois partidos a propósito do Orçamento para o próximo ano fiscal, que nos Estados Unidos começa em outubro. O problema se torna maior porque até meados do mês será preciso um novo entendimento para o governo poder aumentar o teto da dívida pública, ou seja, a quantidade de dinheiro que o país pode pagar e pedir emprestado aos mercados financeiros.
Em reunião extraordinária realizada no Senado na sexta-feira (27), os republicanos aceitaram o orçamento dos democratas, mas introduziram uma condição: a moratória de um ano para a implementação de uma das mais emblemáticas propostas do presidente, a nova Lei de Bases da Saúde, conhecida como Obamacare.
A lei será votada no Congresso, mas é provável que seja devolvida ao Senado e, mesmo que passe, o presidente já garantiu que ela será vetada, o que lança novos argumentos na discussão sobre de quem será a culpa de 800 mil funcionários públicos terem de ficar em casa sem salário, a partir desta terça-feira, por não haver Orçamento para o pagamento.
Na gênese da questão - que, de acordo com os consultores da Macroeconomics Advisers, custará 0,3 ponto do Produto Interno Bruto (PIB) do último trimestre se o governo"'fechar" durante duas semanas - está, no entanto, um problema de fundo que tem marcado o debate político norte-americano nos últimos anos, e que se resume à ascensão de um movimento ultraconservador conhecido como Tea Party.
"O circo criado nos últimos dias não é o reflexo do republicano normal e projeta uma imagem de não sermos razoáveis. A vasta maioria dos republicanos tem bastante bom senso e está aqui para governar", considerou o deputado Michael Grimm, de Nova Iorque, referindo-se aos seus correligionários mais extremistas.
"Este é um momento histórico para, de uma vez por todos, pormos tudo em cima da mesa", considerou, argumentando que "a facção de extrema direita do partido representa 15% do país, mas quer controlar todo o debate".
Entre os membros do Tea Party está a antiga candidata a vice-presidente dos Estados Unidos Sarah Palin.
Se o governo norte-americano tiver mesmo de entrar em "modo shutdown" (comando que informa ao computador que ele será desligado), pela primeira vez em 17 anos, as consequências não serão de grande monta para os eleitores comuns, mas terão grande significado para os cerca de 800 mil funcionários públicos que, à semelhança do que ocorreu durante seis dias em novembro de 1995 e em mais 21 dias entre dezembro desse ano e janeiro de 1996, terão de ficar em casa.
No Congresso e na Casa Branca, as instalações mantêm-se abertas, o mesmo acontecendo no Pentágono, onde haverá a possibilidade de atrasos nos pagamentos dos salários, e em grande parte dos museus de Washington. O Serviço Nacional de Parques será fechado, o mesmo ocorrendo com os funcionários da Agência de Proteção Ambiental, que têm como missão, entre outras coisas, monitorar a qualidade do ar e da água.
A segurança nacional, no entanto, não deverá ser afetada,. Os trabalhadores encarregados de "proteger a vida e a propriedade" mantêm-se em serviço.



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União Europeia condena ataque terrorista que deixou mais de 40 mortos na Nigéria

Internacional



União Europeia condena ataque terrorista que deixou mais de 40 mortos na Nigéria
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/uniao-europeia-condena-ataque-terrorista-que-deixou-mais-de-40-mortos-na-nigeria
Sep 30th 2013, 11:10

Da Agência Brasil*
Brasília - O presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, e a União Europeia condenaram o ataque terrorista a uma universidade no Nordeste da Nigéria, ontem (29), em que pelo menos 40 pessoas foram mortas. Ação foi atribuída ao grupo radical islâmico Boko Haram, que atacou a Faculdade de Agricultura de Gubja, a 30 quilômetros de Damaturu, capital do estado de Yobe.
"A UE condena essa violência e espera que os autores desse ataque e de outros ataques terroristas cometidos na Nigéria sejam julgados", disse, em comunicado, a representante da diplomacia europeia, Catherine Ashton. Ela também manifestou o apoio firme da UE à Nigéria na sua luta contra o terrorismo.
De acordo com o presidente da Nigéria, o objetivo aparente do ataque seria atrasar o progresso da luta contra o terrorismo no país. Segundo um porta-voz do Exército, os radicais entraram no dormitório e abriram fogo contra os estudantes, que estavam dormindo.
O governador do estado de Yobe, Ibrahim Gaidam, visitou o hospital em que os feridos estão internados e inspecionou os corpos de estudantes no necrotério. Gaidam, logo após os ataques, pediu que o governo federal e os chefes de segurança tomem medidas urgentes para acabar com os frequentes ataques e os assassinatos de pessoas inocentes no país.
A Nigéria, país mais povoado de África, com cerca de 160 milhões de habitantes, tem sido palco, nos últimos anos, de dezenas de atentados reivindicados pelo Boko Haram, grupo radical islâmico que quer impor a sharia (lei islâmica) no país.
* Com informações da Agência Lusa e da agência pública de notícias da China, Xinhua
Edição: Davi Oliveira
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



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Jovens de Cabo Verde visitam comunidades do DF

29 de setembro de 2013

Internacional



Jovens de Cabo Verde visitam comunidades do DF
http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2013-09-29/jovens-de-cabo-verde-visitam-comunidades-do-df
Sep 29th 2013, 17:30

Brasília - Jovens de Cabo Verde participam de oficina sobre educação em sexualidade em BrasíliaBrasília - Jovens de Cabo Verde participam de oficina sobre educação em sexualidade em BrasíliaBrasília - Péricles Jeremias Borges veio de Cabo Verde para trocar experiências com jovens brasileirosBrasília - Cítia Ramos veio de Cabo Verde para trocar experiências com jovens brasileirosBrasília - Cítia Ramos veio de Cabo Verde para trocar experiências com jovens brasileirosBrasília - Jovens de Cabo Verde participam de oficina sobre educação em sexualidade em BrasíliaBrasília - Jovens de Cabo Verde participam de oficina sobre educação em sexualidade em BrasíliaBrasília - Jovens de Cabo Verde participam de oficina sobre educação em sexualidade em Brasília



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Pelo menos 24 pessoas morrem em atentado suicida no Iraque

Internacional



Pelo menos 24 pessoas morrem em atentado suicida no Iraque
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-29/pelo-menos-24-pessoas-morrem-em-atentado-suicida-no-iraque
Sep 29th 2013, 18:12

Da Agência Lusa
Hilla (Iraque) – Pelo menos 24 pessoas morreram e 27 ficaram feridas em um atentado suicida hoje (29) a uma mesquita xiita, ao sul de Bagdá, capital do Iraque, segundo informações da polícia local.
Um terrorista suicida detonou explosivos amarrados ao corpo durante um funeral na mesquita xiita Al Hussein em Moussayib, perto de Hilla, a cerca de 50 quilômetros ao sul da capital iraquiana.
O teto da mesquita desabou após a explosão, de acordo com as informações divulgadas por agências internacionais. Os atentados contra funerais xiitas e sunitas têm sido frequentes na última semana no Iraque.



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Síria vai cumprir resolução da ONU sobre armas químicas, diz Assad

Internacional



Síria vai cumprir resolução da ONU sobre armas químicas, diz Assad
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Sep 29th 2013, 16:08

Da Agência Lusa
Damasco - A Síria vai cumprir a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que prevê a destruição do seu arsenal de armas químicas, disse hoje (29) o presidente do país, Bashar Al Assad, em entrevista ao canal de TV italiano RAI 24.
"Claro que vamos respeitá-la e a nossa história prova que sempre respeitamos a assinatura em todos os tratados que assinamos", respondeu Assad a um jornalista da emissora.
Uma equipe de inspetores da Organização para a Interdição das Armas Químicas inicia na próxima terça-feira (1º) o plano para a destruição do arsenal químico sírio acordado pelos Estados Unidos e pela Rússia e validado pela resolução da ONU.
Citado pela agência síria Sana, Bashar Al Assad considerou também que a recente aproximação entre norte-americanos e o Irã pode ter impacto positivo na Síria e no Oriente Médio.
"Se os americanos forem honestos na sua aproximação ao Irã, os resultados serão positivos no que diz respeito à crise síria e a todas as crises na região", disse.
O presidente sírio avaliou, no entanto, que a Europa não tem capacidade para ter papel no processo da conferência de paz chamada Genebra 2. "Francamente, a maior parte dos países europeus não tem capacidade para desempenhar um papel em Genebra 2, porque não tem os recursos necessários para ser bem-sucedidos", disse.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, insistiu ontem (28) na necessidade de realizar a conferência internacional, inicialmente prevista para novembro, para pôr fim ao conflito, que em mais de dois anos fez cerca de 110 mil mortos, 2 milhões de refugiados e 4 milhões de deslocados.



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Pelo menos 40 pessoas morrem em ataque à universidade na Nigéria

Internacional



Pelo menos 40 pessoas morrem em ataque à universidade na Nigéria
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Sep 29th 2013, 12:21

Da Agência Lusa



Kano (Nigéria) – Pelo menos 40 pessoas morreram hoje (29) em um ataque do grupo radical islâmico Boko Haram ao dormitório de uma faculdade no Nordeste da Nigéria, segundo novo balanço divulgado por fontes que trabalham em hospitais.
O ataque ocorreu de madrugada. A faculdade fica em Gubja, a 30 quilômetros de Damaturu, capital do estado de Yobe. O balanço anterior informava que 28 pessoas tinham morrido no ataque.
Segundo relatou um porta-voz do Exército em Yobe, os radicais entraram no dormitório "e abriram fogo contra os estudantes", que estavam dormindo.
A Nigéria, país mais povoado da África, com cerca de 160 milhões de habitantes, tem sido palco nos últimos anos de dezenas de atentados de autoria do Boko Haram, grupo radical islâmico que quer impor a sharia (lei islâmica) no país.



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Alemanha se diz pronta para ajudar na destruição de armas químicas

28 de setembro de 2013

Internacional



Alemanha se diz pronta para ajudar na destruição de armas químicas
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Sep 28th 2013, 17:36

Da Agência Lusa
Nova York - A Alemanha está pronta para fornecer ajuda financeira e técnica à eliminação de armas químicas sírias, informou hoje (28), em Nova York, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle. "Essas armas devem ser totalmente destruídas seguindo um calendário rigoroso", disse ele na Assembleia Geral da ONU, sem especificar valores e o tipo de ajuda que podem ser disponibilizados pelas autoridades de Berlim. Para o chanceler, o uso de armas químicas é um crime contra a civilização.
Mesmo com a resolução aprovada nessa sexta-feira (27) pelo Conselho de Segurança da ONU, que força o regime de Damasco a destruir cerca de 1.000 toneladas de armas químicas em menos de um ano, o ministro alemão frisou que os sírios "vão continuar a ser mortos diariamente por armas convencionais". Westerwelle pediu uma "solução política" para a crise síria e destacou o anúncio das Nações Unidas sobre a possível convocação, em novembro, de uma conferência de paz "cujos detalhes ainda precisam ser mais claramente expostos".
Ele demonstrou otimismo após o novo presidente iraniano, Hassan Rohani, e o ministro dos negócios Estrangeiros, Mohammad Javad Zarif, darem sinais de que querem negociar com o Ocidente. Segundo o chanceler, a conversa dos iranianos com representantes do Ocidente "foram encorajadoras", mas adiantou ser necessário ainda reconstruir a confiança. "O Irã deve tirar todas as dúvidas da comunidade internacional sobre a natureza exclusivamente pacífica do seu programa nuclear", disse.
A Alemanha faz parte do grupo que inclui mais cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido) e participa das negociações regulares com Teerã sobre as questões nucleares. "O país está disponível para conduzir as negociações de forma construtiva, mas a nova retórica proveniente de Teerã deve ser posta em prática", destacou.
A comunidade ocidental suspeita da natureza do programa nuclear iraniano, acreditando que Teerã tem ambições bélicas e pretende adquirir armas atômicas. O regime iraniano nega.



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Violência no Iraque deixa 14 mortos neste sábado

Internacional



Violência no Iraque deixa 14 mortos neste sábado
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Sep 28th 2013, 17:27

Da Agência Lusa
Bagdá - Pelo menos 14 pessoas morreram hoje numa série de atentados no Iraque que visaram sobretudo a atingir membros das forças de segurança e as respetivas famílias, segundo fontes médicas e da segurança.
Em Tarmiya, no Norte de Bagdá, homens armados explodiram antes de amanhecer quatro casas pertencentes a políciais e soldados, matando quatro dos ocupantes e ferindo 15, de acordo com as mesmas fontes.
Em Baiji, igualmente no norte da capital, as autoridades impuseram toque de recolher após um atentado à bomba que matou um civil e de um outro contra um posto de controle militar que terminou na morte de um soldado e de dois homens envolvidos no ataque.
No sul da capital iraquiana, uma pessoa morreu na explosão de uma bomba num mercado em Nahrawan. Perto de Baquba e em Bagdá atentados causaram a morte de cinco pessoas.
Mais de 740 pessoas morreram em atos de violência no Iraque desde o início de setembro.
A missão da ONU no Iraque lançou há uma semana um alerta contra uma série de represálias entre sunitas e xiitas, após a multiplicação dos atentados.
Segundo a missão da Organização das Nações Unidas, cabe "aos dirigentes tomar medidas firmes para evitar que a violência piore".
Há vários meses grupos ligados aos extremistas sunitas da Al Qaeda atacam mesquitas, mercados e mesmo campos de futebol frequentados pela comunidade xiita, recorrendo a atentados suícidas. Os atentados à comunidade sunita começam também a se multiplicar.
O primeiro-ministro iraquiano, Nuri Al Maliki, garantiu no mês passado que as operações contra os rebeldes deram resultado, e as autoridades anunciaram a detenção de centenas de combatentes e a morte de dezenas deles.
Mas as críticas ao governo, dominado por xiitas, prosseguem, acusando-o de recorrer à força, ao promover detenções maciças e arbitrárias entre a população sunita, além de maltratar os prisioneiros.



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Naufrágio na Indonésia deixa pelo menos 22 mortos e 33 desaparecidos

Internacional



Naufrágio na Indonésia deixa pelo menos 22 mortos e 33 desaparecidos
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Sep 28th 2013, 16:01

Da Agência Lusa
Sydney – Pelo menos 22 pessoas morreram, 33 continuam desaparecidas e 25 sobreviveram ao naufrágio de um barco na Indonésia, com o qual tentavam alcançar a costa australiana para pedir asilo.
Quatro crianças morreram no acidente, que ocorreu nessa sexta-feira (27) ao Sul da Ilha de Java. As operações de busca e salvamento eram dificultadas, às primeiras horas de hoje, pelo estado do mar, de acordo com a rádio australiana ABC.
A bordo da embarcação seguiam cerca de 80 imigrantes ilegais procedentes do Líbano, Iraque e Paquistão, segundo dados das autoridades indonésias, apesar de a imprensa local informar que eram 120 passageiros.
"Para se salvar, os sobreviventes nadaram até a costa de Agrabinta, a cerca de 200 metros de distância de onde naufragou a embarcação", explicou Haris Bahtiar, representante das autoridades locais, citado pela agência de notícias da Indonésia.
O naufrágio ocorreu um dia depois de outra embarcação, com 44 pessoas, ter sido resgatada pelas autoridades marítimas australianas.
Entre janeiro e agosto, 218 embarcações com 15.182 refugiados a bordo, a maioria imigrantes do Afeganistão, de Bangladesh, do Iraque, Irã e Sri Lanka, tentaram entrar ilegalmente na Austrália para pedir asilo, o que provocou um debate no país sobre políticas a serem adotadas para responder aos crescentes fluxos migratórios.
O novo primeiro-ministro, o conservador Tony Abbott, anunciou recentemente que os imigrantes ilegais que chegassem de barco não seriam mais aceitos no país.
O chefe do governo australiano viaja segunda-feira (30) para a Indonésia. Ele vai pedir, entre outras coisas, maior cooperação entre os países na área de imigração. É a primeira viagem oficial ao estrangeiro desde que assumiu a chefia do governo de Canberra.



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UE apoia qualquer ação destinada a forçar destruição de armas químicas

Internacional



UE apoia qualquer ação destinada a forçar destruição de armas químicas
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Sep 28th 2013, 15:28

Da Agência Lusa
Bruxelas - A União Europeia (UE) vai apoiar qualquer ação internacional destinada a forçar a destruição do arsenal químico sírio, disse hoje (28) a representante da diplomacia europeia, Catherine Ashton. "A resolução das Nações Unidas (adotada nessa sexta-feira, 27) representa mais um passo rumo a uma resposta internacional unificada face à crise síria", acrescentou Ashton, em comunicado citado pela Agência France Presse.
Segundo ela, a resolução abre a porta para a eliminação de armas químicas na Síria e dá uma resposta à ameaça que representam essas armas de destruição maciça. "A União Europeia apoiará todas as ações decididas em nível internacional em caso de desrespeito" a essa resolução, disse ainda Ashton.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, nessa sexta-feira, resolução histórica sobre a destruição do arsenal de armas químicas da Síria. É a primeira resolução adotada pelo conselho desde o início do conflito na Síria, em março de 2011. O documento, resultado de acordo entre os Estados Unidos e a Rússia, foi aprovado por unanimidade pelos 15 membros da instituição.
O conflito na Síria, que dura mais de dois anos e meio, já fez mais de 110 mil mortos, 2 milhões de refugiados e 4 milhões de deslocados, de acordo com dados da ONU.



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Resolução da ONU pode ser primeiro passo para fim de conflito na Síria, diz Itamaraty

Internacional



Resolução da ONU pode ser primeiro passo para fim de conflito na Síria, diz Itamaraty
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Sep 28th 2013, 15:22

Danilo Macedo

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O governo brasileiro informou hoje (28), por meio do Ministério das Relações Exteriores, que recebeu com satisfação a notícia de que o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou nessa sexta-feira (27) a resolução para a eliminação de todas as armas químicas da Síria. Para o Brasil, o documento endossa o processo de paz conduzido pelos sírios. "Trata-se de momento crucial de unidade do conselho, que pode se transformar no primeiro passo para a resolução definitiva do conflito naquele país", informa a nota publicada pelo Itamaraty.
O governo também apoiou a conferência internacional de paz programada para novembro, anunciada pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. O objetivo é buscar o fim de dois anos e meio de guerra civil na Síria. "O Brasil expressa apoio à realização da Conferência de Paz Genebra 2, com a participação e protagonismo de todos os sírios, que conduza à solução do conflito e a imediata normalização da situação na Síria."
O presidente sírio, Bashar Al Assad, assumiu o compromisso de destruir o arsenal químico sírio e não colocar obstáculos ao processo. A resolução aprovada ontem não prevê, no entanto, uma intervenção militar automática em caso de descumprimento da determinação, aprovada por unanimidade pelos cinco membros permanentes e dez temporários do conselho.
A resolução é consequência da morte de milhares de civis durante mais de dois anos de guerra civil e, principalmente, do ataque com gás sarin no dia 21 de agosto, em Damasco, que resultou na morte de centenas de pessoas e mostrou ao mundo imagens chocantes. O incidente foi considerado o pior ataque químico do mundo em mais de duas décadas.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, um dos principais mediadores do conflito, que ajudou a convencer os Estados Unidos a não intervir militarmente na Síria, disse que seu país continuará trabalhando para avançar nas negociações de paz. Ele também disse, no entanto, que o Conselho de Segurança deve se preparar para adotar sanções em caso de violação do compromisso de destruição das armas químicas.
Durante discurso na abertura da 68ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, no início da semana, a presidenta Dilma Rousseff, defendeu a negociação e o diálogo como a única solução para a crise síria. Dilma também defendeu uma reforma "urgente" do Conselho de Segurança, para que tenha mais legitimidade na representação da nova ordem mundial, com a participação cada vez maior de países em desenvolvimento.
Edição: Talita Cavalcante
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



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Naufrágio no Rio Níger faz 42 mortos e deixa 100 pessoas desaparecidas

Internacional



Naufrágio no Rio Níger faz 42 mortos e deixa 100 pessoas desaparecidas
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Sep 28th 2013, 14:48

Da Agência Lusa
Lagos - Uma embarcação superlotada de passageiros e carga virou na noite dessa sexta-feira (7) no Rio Níger, no Centro da Nigéria, causando a morte de 42 pessoas e deixando 100 desaparecidas, informaram hoje (28) os serviços de emergência nacionais.
A embarcação, que transportava cerca de 150 pessoas, partiu da aldeia de Malilli e pouco tempo depois se partiu em duas, segundo o diretor da Agência de Gestão de Emergências do Níger, Mohammed Shaba. "Até ao momento, perdemos 42 e 100 [pessoas] estão desaparecidas."
Equipes de salvamento iniciaram hoje buscas no local. Segundo Shaba, a superlotação foi a principal causa do acidente, mas o elevado nível das águas do rio, depois da estação das chuvas, também pode ter contribuído para o naufrágio.



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Síria: resolução da ONU "não faz justiça" às vítimas do conflito, diz organização

Internacional



Síria: resolução da ONU "não faz justiça" às vítimas do conflito, diz organização
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Sep 28th 2013, 12:23

Da Agência Lusa
Beirute – A organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch (HRW) criticou hoje (28) a resolução aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) que prevê a destruição do arsenal de armas químicas sírio, afirmando que o texto não faz justiça às vítimas do conflito.
"Essa resolução não consegue garantir a justiça pelo envenenamento por gás tóxico de centenas de crianças e por muitos outros crimes graves", disse o representante da organização não governamental, Philippe Bolopion.
Ele reiterou o pedido, feito várias vezes pela HRW, de envolver o Tribunal Penal Internacional na situação da Síria e adotar sanções específicas contra os responsáveis pelas mortes em massa".
O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, nessa sexta-feira (27), uma resolução histórica sobre a destruição do arsenal de armas químicas da Síria. Foi a primeira adotada pelo conselho desde o início do conflito no território sírio, em março de 2011.
Os 15 membros do órgão máximo da ONU aprovaram por unanimidade a resolução, acertada entre os Estados Unidos e a Rússia.
Para Philippe Bolopion, o Conselho de Segurança da ONU limitou-se a expressar "a profunda convicção de que os responsáveis pelo uso de armas químicas na Síria devem ser responsabilizados", posição que, na sua opinião, não resolve os problemas mais profundos do conflito.
"Os esforços para destruir o arsenal químico sírio são essenciais, mas não resolvem o problema das armas convencionais que provocaram a morte da grande maioria de cerca de 100 mil pessoas", concluiu o representante.
A organização denuncia o uso de minas antipessoais, armas incendiárias ou de armas de baixo calibre.
O conflito na Síria, que dura mais de dois anos e meio, já fez mais de 110 mil mortos, 2 milhões de refugiados e 4 milhões de deslocados, segundo dados da ONU.



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Mortalidade por câncer é menor nos países europeus que gastam mais em saúde

Internacional



Mortalidade por câncer é menor nos países europeus que gastam mais em saúde
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Sep 28th 2013, 12:48

Da Agência Lusa
Madri – A mortalidade por câncer é menor nos países da União Europeia com maior despesa sanitária, especialmente em casos de câncer de mama, mostra estudo apresentado no Congresso Europeu de Câncer 2013, em Amesterdã, capital holandesa.
Nos países que gastam em saúde menos de US$ 2.000 anuais por pessoa, como a Romênia, Polônia e Hungria, cerca de 60% dos doentes morrem após o diagnóstico da doença, enquanto nos que despendem entre US$ 2.500 e US$ 3.000, como Portugal, a Espanha e o Reino Unido, a mortalidade fica entre 40% e 50%. Na França, Bélgica e Alemanha, com gasto acima de US$ 4.000, a mortalidade está abaixo de 40%.
Segundo os autores do estudo, citados pela Agência EFE, a riqueza e o maior gasto sanitário estão associados tanto a uma maior incidência de câncer, quanto à menor mortalidade pela doença. O trabalho está publicado na revista científica especializada Annals of Oncology.
Um dos autores, o oncologista espanhol Felipe Ades, destacou que quanto mais dinheiro se destina à saúde, menor é o número de mortes após o diagnóstico de um câncer e que essa relação é "mais evidente" no caso do câncer de mama.
Os investigadores também observaram que, apesar de todas as iniciativas para harmonizar as políticas sanitárias públicas, há uma "diferença significativa" entre o gasto sanitário e a incidência de câncer nos 27 estados da União Europeia, que é ainda mais clara entre os países europeus orientais e ocidentais.
O estudo analisa os motivos da maior incidência da doença nos países da Europa Ocidental, mas sugere que este fato se deve em parte à existência de maior número de programas de triagem, que permitem detectar casos de câncer nas fases mais precoces e mais tratáveis terapeuticamente.



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Novo tremor no Paquistão deixa pelo menos 12 mortos

Internacional



Novo tremor no Paquistão deixa pelo menos 12 mortos
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Sep 28th 2013, 10:50

Da Agência Lusa
Islamabad – O tremor de magnitude 6,8 graus na escala Richter, que atingiu hoje (28) a província paquistanesa do Baluchistão (Sudoeste), fez pelo menos 12 mortos, quatro dias depois de um forte terremoto na mesma região ter deixado mais de 300 pessoas mortas.
"Pelo menos 12 pessoas morreram e sete ficaram feridas", disse o diretor da Agência Provincial de Gestão de Catástrofes, Abdul Latif Kakar, à Agência France Presse. Ele admitiu que o número de vítimas pode aumentar, considerando a magnitude do tremor e as características do distrito mais afetado, Awaran, o mais pobre da província.
O abalo de hoje foi registrado a 96 quilômetros de Awaran, a uma profundidade de 14 quilômetros, às 12h34 locais (8h34 em Lisboa, 4h34 em Brasília), segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos. A instituição considerou o tremor uma réplica do sismo de magnitude 7,7 graus de terça-feira (24), mas o diretor do Centro Nacional de Sismos do Paquistão, Zahi Rafi, disse tratar-se de novo terremoto. "Não foi uma réplica, foi um terremoto independente", acrescentou.
O sismo de terça-feira (24) fez mais de 350 mortos e deixou mais de 100 mil sem casa.
"Este novo sismo destruiu tudo o que tinha ficado de pé depois do primeiro, há duas aldeias completamente destruídas", disse Abdul Malik, ministro principal da província.



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Paquistão é atingido por novo tremor de terra

Internacional



Paquistão é atingido por novo tremor de terra
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-28/paquistao-e-atingido-por-novo-tremor-de-terra
Sep 28th 2013, 10:14

Da Agência Lusa
Islamabad – Um novo tremor de terra, de magnitude 6,8 na escala Richter, abalou hoje (28) o Sudoeste do Paquistão, região devastada por um abalo nos últimos dias, que causou cerca de 300 mortes.
O novo tremor foi registrado a 96 quilômetros do distrito de Awaran, a uma profundidade de 14 quilômetros, às 12h34 locais (8h34 em Lisboa, 4h34 em Brasília), segundo o Registro Geológico dos Estados Unidos.
"Não foi uma réplica, foi um novo sismo", disse Zahi Rafi, diretor do Centro Nacional de Sismos do Paquistão, informa a Agência France Press, citando a Geo TV.
O sismo que abalou terça-feira (24) a Região Sudoeste do Paquistão registou intensidade de 7,7 graus na escala Richter, deixando quase 350 mortos e mais de 500 feridos, de acordo com o último balanço fornecido pelas autoridades locais.
O tremor de terra que atingiu a localidade de Awaran, na província do Baluchistão, destruiu várias casas e foi sentido na Índia e no Irã, países vizinhos.



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Presidentes dos EUA e do Irã conversam ao telefone sobre programa nuclear iraniano

27 de setembro de 2013

(Agência Lusa)


Washington - Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e do Irã, Hassan Rouhani, conversaram hoje (27) ao telefone, na primeira comunicação entre os líderes dos dois países desde a Revolução Islâmica, em 1979. "Agora mesmo falei ao telefone com o presidente Rouhani”, disse Obama. “Nós discutimos os esforços que estão em curso para chegar a um acordo sobre o programa nuclear do Irã".

O telefonema ocorreu depois do encontro dos dois líderes na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. Obama disse que o fato de ser a primeira comunicação direta entre os presidentes americano e iraniano em mais de 30 anos denota a “profunda confiança” entre os dois países. “Eu acredito que há uma base para uma solução", disse Barack Obama.

O Irã confirmou o telefonema entre Obama e Rouhani, dizendo que ambos trataram de uma rápida solução para a questão nuclear, bem como em preparar o terreno para a resolução de outras questões que dividem os dois países.

Nos últimos dias têm surgidos sinais de aproximação entre os Estados Unidos e o Irã quanto ao programa nuclear do país asiático. As relações diplomáticas entre o Irã e os Estados Unidos estão cortadas desde a Revolução Islâmica de 1979 e os dois países estão em conflito quanto ao dossiê nuclear, com Washington acusando o Irã de usar o programa de enriquecimento de urânio para produzir secretamente armas nucleares, o que Teerã nega.

Síria registra novos conflitos após acordo para eliminação de armas químicas

15 de setembro de 2013

(Agência Brasil)


Brasília – A Síria registrou novos conflitos hoje (15), após o acordo entre os Estados Unidos e a Rússia para eliminação do arsenal de armas químicas no país. Segundo informações da agência russa de notícias Itar-Tass, tropas do governo sírio iniciaram ontem (14) e continuaram neste domingo uma operação para retirar rebeldes da milícia islâmica Al Nusra de Maaloula, cidade cristã da Síria.

De acordo com a agência, o Exército sírio conseguiu tomar a cidade no sábado, mas os rebeldes continuaram a combater abrigados em um desfiladeiro. Esta manhã, aproximadamente 100 homens armados fizeram uma tentativa de entrar em uma vila vizinha, mas foram repelidos e mortos pelas tropas do governo. O restante dos rebeldes tentou sair do desfiladeiro e entrou em combate com as forças do regime de Bashar Al Assad.

Um oficial superior do exército sírio informou que somente hoje as forças do governo teriam matado de 300 a 400 rebeldes. Há perdas do lado das tropas do governo também. O oficial disse que a intenção é retirar os militantes da cidade em dois dias.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, e o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, chegaram ontem (14) a acordo sobre um plano de eliminação das armas químicas sírias. O acordo dá uma semana a Damasco para apresentar a lista das armas e prevê a adoção de uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o assunto. Inspetores entrarão na Síria até novembro com o objetivo de eliminar as armas químicas do país até meados de 2014.

*Com informações da Itar-Tass

Brasil diz que acordo contribuirá para busca de solução negociada na Síria

(Agência Brasil)


Brasília - O governo brasileiro comemorou o acordo firmado pelos Estados Unidos e pela Rússia para a eliminação das armas químicas na Síria. Pelo acordo, o governo de Damasco tem uma semana para apresentar a lista de armas químicas. A solução costurada pelo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e pelo ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, foi resultado de três dias de negociações.

“O governo brasileiro confia que tais medidas contribuirão significativamente para emprestar novo vigor à busca de uma solução negociada e para atender às legítimas aspirações da sociedade síria. Nesse sentido, o Brasil reitera seu inequívoco apoio ao representante especial da ONU [Organização das Nações Unidas] e da Liga Árabe, Lakhdar Brahimi, e à realização de nova conferência internacional sobre a Síria, para cujo êxito continua pronto a contribuir”, destaca em nota.

No comunicado, divulgado hoje (15) no site do Ministério de Relações Exteriores, as autoridades brasileiras também elogiaram a decisão da Síria de aderir à Convenção sobre a Proibição de Armas Químicas e a promessa de aplicar imediatamente as normas do tratado. As autoridades do Brasil destacaram que esperam que a adesão estimule outras nações a seguirem o mesmo caminho.

Há três dias, o porta-voz da Organização das Nações Unidas, Farhan Haq, anunciou o pedido do governo sírio para aderir à convenção de 1993, que trata da interdição das armas químicas.

Em novembro, inspetores da ONU começam a chegar ao território sírio com a missão de eliminar as armas químicas do país até meados do ano que vem, acrescentou o secretário de Estado norte-americano. Kerry disse que não haverá lugar para manobras ou qualquer opção que não seja uma completa aplicação pelo regime de Bashar Al Assad.

Pelos cálculos divulgados pela ONU, mais de 100 mil pessoas morreram nos conflitos na Síria, desde 2011. Quase 2 milhões de refugiados buscaram abrigo na Jordânia, na Turquia e no Líbano.

Tempestade tropical mata nove pessoas no México

(Agência Lusa)

Veracruz (México) - Pelo menos nove pessoas morreram hoje (15) em Acapulco, no México, em consequência das fortes chuvas associadas à tempestade tropical que atingiram o país. Um furacão pode chegar à região nos próximos dias.

Na costa do Pacífico, as autoridades de três estados estão em alerta em função das chuvas provocadas pelas tempestades tropicais e de ventos que devem atingir velocidade superior a 140 quilômetros por hora.

Na costa do Atlântico, o temor é em torno da chegada do Furacão Ingrid prevista para as próximas 12 horas. Mais de 6 mil pessoas já deixaram o estado de Veracruz.

Presidente da Comissão Europeia felicita Putin por atuação da Rússia para solução do conflito sírio

(Agência Lusa)

Paris - O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, comemorou hoje (15) a atuação do presidente da Rússia, Vladimir Putin, na busca por uma solução para a crise na Síria. “A Síria foi sempre uma grande aliada da Rússia, desde os tempos da União Soviética. Nestas circunstâncias, a Rússia tem uma influência enorme. Quero felicitar Putin por ter recorrido a esta influência para encontrar uma solução, o que anteriormente não era o caso”, disse. Barroso lembrou que “a Europa sempre defendeu uma via política para o conflito”.

Os Estados Unidos e a Rússia chegaram a acordo nesse sábado (14) sobre um plano de eliminação das armas químicas sírias estipulando o prazo de uma semana para Damasco apresentar a lista de armas. Hoje, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Canadá, John Baird, declarou, durante uma visita à Argélia, que o uso de armas químicas no conflito sírio é um “crime contra a humanidade”. “Uma solução política é a única maneira de haver paz na Síria e pôr fim ao sofrimento dos sírios”, disse John Baird.

Inspetores da ONU devem ser enviados à Síria até novembro, para eliminar as armas químicas do país até meados de 2014. De acordo com as Nações Unidas, o conflito na Síria fez mais de 100 mil mortos desde 2011 e quase 2 milhões de refugiados que têm migrado, principalmente, para a Jordânia, a Turquia e o Líbano.

Amanhã (16), o presidente francês, François Hollande, vai se reunir, em Paris, com o ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Laurent Fabius, e os chefes da diplomacia norte-americana e britânica, John Kerry e William Hague, para discutir a questão da Síria. De acordo com um comunicado divulgado pelo governo francês, o encontro, ocorrerá no palácio presidencial do Eliseu.

Oposição síria quer estender proibição de armas químicas a mísseis e à aviação

(Agência Lusa)

Beirute – A oposição síria exigiu hoje (15) que, além de controlar as armas químicas, a comunidade internacional proíba o regime de Damasco de usar mísseis balísticos e a aviação contra civis. "A Coligação Nacional Síria insiste que a proibição das armas químicas, cuja utilização deixou mais de 1,4 mil civis mortos, seja estendida ao uso de mísseis balísticos e aviões contra áreas urbanas", disseram em comunicado representantes de coligação oposicionista ao governo de Bashar Al Assad.

O comunicado destaca ainda que Damasco aceita a destruição das suas armas químicas por temor de um ataque militar. Segundo a coligação, é preciso "aproveitar essa oportunidade de parar a campanha do regime contra zonas residenciais e de pôr fim ao sofrimento do povo sírio". A oposição pediu um plano para afastar o armamento pesado de áreas habitadas e proibir seu uso contra cidades, vilas e aldeias. Os oposicionistas defenderam que os autores dos ataques químicos sejam levados ao Tribunal Penal Internacional. Solicitaram também a aliados internacionais que ajudem a reforçar sua capacidade militar para neutralizar o poder do regime de Bashar Al Assad e buscar uma transição democrática.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, e o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, chegaram ontem (14) a acordo sobre um plano de eliminação das armas químicas sírias que dá uma semana a Damasco para apresentar a lista dessas armas e prevê a adoção de uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o assunto. Inspetores entrarão na Síria até novembro com o objetivo de eliminar as armas químicas do país até meados de 2014. O acordo reduziu as ameaças de ataque pelos EUA para punir o regime do presidente sírio, acusado de liderar um ataque com armas químicas que causou centenas de mortes no último dia 21 de agosto.

Acordo entre EUA e Rússia permitiu evitar a guerra, diz ministro sírio

(Agência Lusa)

Damasco – O acordo entre os Estados Unidos e a Rússia sobre a eliminação de armas químicas na Síria permitiu evitar a guerra, disse hoje (15) o ministro sírio da Reconciliação, Ali Haïdar. "Saudamos este acordo. Por um lado, ajuda os sírios a sair da crise e, por outro, permitiu evitar a guerra, retirando o argumento de quem queria provocá-la", disse, em entrevista a uma agência de notícias russa.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, e o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, chegaram ontem (14) a acordo sobre um plano de eliminação das armas químicas sírias. O acordo dá uma semana a Damasco para apresentar a lista dessas armas e prevê a adoção de uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o assunto. Inspetores entrarão na Síria até novembro com o objetivo de eliminar as armas químicas do país até meados de 2014.

O acordo reduziu as ameaças de ataque pelos EUA para punir o regime do presidente sírio Bashar Al Assad, acusado de liderar um ataque com armas químicas que causou centenas de mortes no último dia 21 de agosto, perto de Damasco. O acordo de Genebra "garante um apoio internacional para que todos os representantes do povo sírio se sentem à mesa de negociações e resolvam os seus problemas internos numa próxima etapa", disse o ministro da Reconciliação sírio.

Várias capitais europeias demonstraram aprovação ao acordo, que também recebeu o apoio da China.

Síria: Obama elogia acordo, mas diz que ainda há muito por fazer

14 de setembro de 2013

(Agência Lusa)

Washington – O acordo firmado hoje (14) entre os Estados Unidos e a Rússia em relação ao plano de eliminação das armas químicas sírias agradou ao presidente americano Barack Obama. Ele ressaltou, porém, que há muito ainda por fazer e que Damasco deve cumprir os compromissos internacionais.

Em comunicado, Obama disse que “os Estados Unidos continuam preparados para agir”, se o regime do presidente Bashar Al Assad não fizer jus ao acordo alcançado entre seu país e a Rússia, aliada da Síria.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, manifestou esperança de que o acordo deste sábado conduza "a esforços para acabar com o terrível sofrimento" dos sírios.

Também o chefe da diplomacia francesa, Laurent Fabius, elogiou o acordo de Genebra, classificando-o como "um passo importante". O ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, William Hague, publicou na rede social Twitter mensagem de apoio ao acordo. Da mesma forma, o governo alemão mostrou-se confiante em um aumento das oportunidades para uma solução política do conflito.

O acordo dá ao governo sírio uma semana para apresentar a lista de armas químicas e prevê a adoção de uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), que trata do uso da força. Pelo acordo, inspetores deverão estar em território sírio até novembro, com o objetivo de eliminar as armas químicas do país até meados do ano que vem.

De acordo com as Nações Unidas, o conflito na Síria, onde a contestação popular ao regime degenerou em guerra civil, fez mais de 100 mil mortos desde 2011 e perto de 2 milhões de refugiados, que têm sido acolhidos sobretudo na Jordânia, Turquia e Líbano.

Rebeldes sírios rejeitam acordo entre EUA e Rússia para eliminar armas químicas

(Agência Lusa)

Istambul – O chefe dos rebeldes do Exército Livre Sírio rejeitou hoje (14) o acordo entre os EUA e a Rússia para a eliminação das armas químicas na Síria até meados de 2014. "Não podemos aceitar qualquer parte desta iniciativa. Nós, Exército Livre Sírio, estamos despreocupados com a implementação de qualquer parte deste acordo. Eu e os meus camaradas de armas vamos continuar a lutar até o regime cair", disse o general Selim Idriss a jornalistas, em Istambul.

Idriss falou logo após o anúncio do acordo entre EUA e Rússia sobre um plano de eliminação de armas químicas sírias, que dá uma semana a Damasco para apresentar a lista dessas armas e prevê a adoção de uma resolução da ONU.

O general disse que respeita "os amigos" [na comunidade internacional] e espera que eles entendam a posição do seu exército. "Não podemos aceitar esta iniciativa, porque ela ignora os massacres do nosso povo", sustentou.

O acordo russo-norte-americano surge depois da ameaça de ataque ao regime do presidente sírio Bashar Al Assad pelos EUA e França, que alegam uso de armas químicas no massacre perto de Damasco que matou centenas de pessoas em 21 de agosto.

Secretário-geral da ONU e líderes europeus elogiam acordo para fim de armas químicas na Síria

(Agência Lusa)

Lisboa – O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e os governos de França, do Reino Unido e da Alemanha saudaram hoje (14) o acordo entre os Estados Unidos e a Rússia para eliminação das armas químicas sírias. Ban Ki-moon manifestou esperança de que o acordo conduza "a esforços para acabar com o terrível sofrimento" da população síria e ajude a implementar uma solução política para a crise.

Também o chefe da diplomacia francesa, Laurent Fabius, elogiou o acordo fechado pelo secretário de Estado americano, John Kerry, e pelo ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Laprov, em Genebra, na Suíça, classificando-o de "um passo importante".

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, William Hague, publicou no Twitter mensagem de apoio ao acordo. “Falei com o secretário de Estado John Kerry. O Reino Unidos saúda o acordo Estados Unidos-Rússia sobre armas químicas na Síria. Agora deve ter lugar o trabalho urgente na sua implementação”, escreveu Hague na rede social.

Da mesma forma, o governo alemão elogiou o acordo e manifestou confiança no surgimento de oportunidades para uma solução política do conflito. "Saúdo o acordo para o controle, sem demora, do arsenal químico da Síria", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle. "As palavras" devem agora ser seguidas por "atos", destaca comunicado do ministro.

O acordo fechado pelos Estados Unidos e a Rússia neste sábado para eliminação das armas químicas da Síria dá uma semana ao governo de Bashar Al Assad para apresentar a lista dessas armas além de prever a adoção de uma resolução da ONU que trata do uso da força.

Segundo a ONU, o conflito na Síria, onde a contestação popular ao regime degenerou em guerra civil, fez mais de 100 mil mortos desde 2011 e perto de dois milhões de refugiados, que têm sido acolhidos sobretudo na Jordânia, Turquia e Líbano.

EUA e Rússia fecham acordo e dão à Síria uma semana para apresentar lista de armas

(Agência Lusa)


Genebra (Suíça) – Os Estados Unidos e a Rússia chegaram a acordo sobre um plano de eliminação das armas químicas sírias, que dá uma semana a Damasco para apresentar a lista de tais armas e prevê a adoção de uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU). O acordo foi anunciado hoje (14) em Genebra pelo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, ao fim de três dias de discussões com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.

Os Estados Unidos e a Rússia "estão de acordo que a resolução da ONU se refira ao Capítulo 7 sobre o recurso à força", disse Kerry. Pelo acordo, inspetores deverão estar em território sírio até novembro, com o objetivo de eliminar as armas químicas do país até meados do ano que vem, acrescentou o secretário. "O objetivo é estabelecer a remoção [do arsenal químico] até meados do ano que vem."

O chefe da diplomacia norte-americana disse ainda aos jornalistas que não haverá lugar a manobras ou qualquer opção que não seja uma completa aplicação [do plano] pelo regime de Bashar Al Assad.

Em entrevista conjunta com Sergei Lavrov, Kerry destacou que, se o plano for implementado na totalidade, pode "acabar com a ameaça que as armas químicas representam, não só para o povo sírio, mas também para seus vizinhos".

"Devido à ameaça da proliferação [de armas químicas], este plano pode fornecer mais proteção e segurança ao mundo", disse Kerry, referindo-se ao acordo. Segundo ele, o mundo espera que o regime de Assad assuma seus compromissos.

O ministro Sergei Lavrov ressaltou que as conversações encerradas hoje em Genebra alcançaram o objetivo definido pelos presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos Estados Unidos, Barack Obama, na cúpula do G20. "Foi alcançado o objetivo estabelecido em uma conversa entre os nossos presidentes, no dia 5 de setembro, à margem do G20 (...) sobre colocar sob controle internacional o arsenal de armas químicas sírias", disse Lavrov.

Serguei Lavrov e John Kerry reuniram-se hoje, pelo terceiro dia consecutivo, para delinear um plano de controle do arsenal químico sírio.

De acordo com as Nações Unidas, o conflito na Síria, onde a contestação popular ao regime degenerou em guerra civil, fez mais de 100 mil mortos desde 2011 e perto de 2 milhões de refugiados, que têm sido acolhidos sobretudo na Jordânia, Turquia e Líbano.

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