Síria: Obama elogia acordo, mas diz que ainda há muito por fazer

14 de setembro de 2013

(Agência Lusa)

Washington – O acordo firmado hoje (14) entre os Estados Unidos e a Rússia em relação ao plano de eliminação das armas químicas sírias agradou ao presidente americano Barack Obama. Ele ressaltou, porém, que há muito ainda por fazer e que Damasco deve cumprir os compromissos internacionais.

Em comunicado, Obama disse que “os Estados Unidos continuam preparados para agir”, se o regime do presidente Bashar Al Assad não fizer jus ao acordo alcançado entre seu país e a Rússia, aliada da Síria.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, manifestou esperança de que o acordo deste sábado conduza "a esforços para acabar com o terrível sofrimento" dos sírios.

Também o chefe da diplomacia francesa, Laurent Fabius, elogiou o acordo de Genebra, classificando-o como "um passo importante". O ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, William Hague, publicou na rede social Twitter mensagem de apoio ao acordo. Da mesma forma, o governo alemão mostrou-se confiante em um aumento das oportunidades para uma solução política do conflito.

O acordo dá ao governo sírio uma semana para apresentar a lista de armas químicas e prevê a adoção de uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), que trata do uso da força. Pelo acordo, inspetores deverão estar em território sírio até novembro, com o objetivo de eliminar as armas químicas do país até meados do ano que vem.

De acordo com as Nações Unidas, o conflito na Síria, onde a contestação popular ao regime degenerou em guerra civil, fez mais de 100 mil mortos desde 2011 e perto de 2 milhões de refugiados, que têm sido acolhidos sobretudo na Jordânia, Turquia e Líbano.

Rebeldes sírios rejeitam acordo entre EUA e Rússia para eliminar armas químicas

(Agência Lusa)

Istambul – O chefe dos rebeldes do Exército Livre Sírio rejeitou hoje (14) o acordo entre os EUA e a Rússia para a eliminação das armas químicas na Síria até meados de 2014. "Não podemos aceitar qualquer parte desta iniciativa. Nós, Exército Livre Sírio, estamos despreocupados com a implementação de qualquer parte deste acordo. Eu e os meus camaradas de armas vamos continuar a lutar até o regime cair", disse o general Selim Idriss a jornalistas, em Istambul.

Idriss falou logo após o anúncio do acordo entre EUA e Rússia sobre um plano de eliminação de armas químicas sírias, que dá uma semana a Damasco para apresentar a lista dessas armas e prevê a adoção de uma resolução da ONU.

O general disse que respeita "os amigos" [na comunidade internacional] e espera que eles entendam a posição do seu exército. "Não podemos aceitar esta iniciativa, porque ela ignora os massacres do nosso povo", sustentou.

O acordo russo-norte-americano surge depois da ameaça de ataque ao regime do presidente sírio Bashar Al Assad pelos EUA e França, que alegam uso de armas químicas no massacre perto de Damasco que matou centenas de pessoas em 21 de agosto.

Secretário-geral da ONU e líderes europeus elogiam acordo para fim de armas químicas na Síria

(Agência Lusa)

Lisboa – O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e os governos de França, do Reino Unido e da Alemanha saudaram hoje (14) o acordo entre os Estados Unidos e a Rússia para eliminação das armas químicas sírias. Ban Ki-moon manifestou esperança de que o acordo conduza "a esforços para acabar com o terrível sofrimento" da população síria e ajude a implementar uma solução política para a crise.

Também o chefe da diplomacia francesa, Laurent Fabius, elogiou o acordo fechado pelo secretário de Estado americano, John Kerry, e pelo ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Laprov, em Genebra, na Suíça, classificando-o de "um passo importante".

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, William Hague, publicou no Twitter mensagem de apoio ao acordo. “Falei com o secretário de Estado John Kerry. O Reino Unidos saúda o acordo Estados Unidos-Rússia sobre armas químicas na Síria. Agora deve ter lugar o trabalho urgente na sua implementação”, escreveu Hague na rede social.

Da mesma forma, o governo alemão elogiou o acordo e manifestou confiança no surgimento de oportunidades para uma solução política do conflito. "Saúdo o acordo para o controle, sem demora, do arsenal químico da Síria", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle. "As palavras" devem agora ser seguidas por "atos", destaca comunicado do ministro.

O acordo fechado pelos Estados Unidos e a Rússia neste sábado para eliminação das armas químicas da Síria dá uma semana ao governo de Bashar Al Assad para apresentar a lista dessas armas além de prever a adoção de uma resolução da ONU que trata do uso da força.

Segundo a ONU, o conflito na Síria, onde a contestação popular ao regime degenerou em guerra civil, fez mais de 100 mil mortos desde 2011 e perto de dois milhões de refugiados, que têm sido acolhidos sobretudo na Jordânia, Turquia e Líbano.

EUA e Rússia fecham acordo e dão à Síria uma semana para apresentar lista de armas

(Agência Lusa)


Genebra (Suíça) – Os Estados Unidos e a Rússia chegaram a acordo sobre um plano de eliminação das armas químicas sírias, que dá uma semana a Damasco para apresentar a lista de tais armas e prevê a adoção de uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU). O acordo foi anunciado hoje (14) em Genebra pelo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, ao fim de três dias de discussões com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.

Os Estados Unidos e a Rússia "estão de acordo que a resolução da ONU se refira ao Capítulo 7 sobre o recurso à força", disse Kerry. Pelo acordo, inspetores deverão estar em território sírio até novembro, com o objetivo de eliminar as armas químicas do país até meados do ano que vem, acrescentou o secretário. "O objetivo é estabelecer a remoção [do arsenal químico] até meados do ano que vem."

O chefe da diplomacia norte-americana disse ainda aos jornalistas que não haverá lugar a manobras ou qualquer opção que não seja uma completa aplicação [do plano] pelo regime de Bashar Al Assad.

Em entrevista conjunta com Sergei Lavrov, Kerry destacou que, se o plano for implementado na totalidade, pode "acabar com a ameaça que as armas químicas representam, não só para o povo sírio, mas também para seus vizinhos".

"Devido à ameaça da proliferação [de armas químicas], este plano pode fornecer mais proteção e segurança ao mundo", disse Kerry, referindo-se ao acordo. Segundo ele, o mundo espera que o regime de Assad assuma seus compromissos.

O ministro Sergei Lavrov ressaltou que as conversações encerradas hoje em Genebra alcançaram o objetivo definido pelos presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos Estados Unidos, Barack Obama, na cúpula do G20. "Foi alcançado o objetivo estabelecido em uma conversa entre os nossos presidentes, no dia 5 de setembro, à margem do G20 (...) sobre colocar sob controle internacional o arsenal de armas químicas sírias", disse Lavrov.

Serguei Lavrov e John Kerry reuniram-se hoje, pelo terceiro dia consecutivo, para delinear um plano de controle do arsenal químico sírio.

De acordo com as Nações Unidas, o conflito na Síria, onde a contestação popular ao regime degenerou em guerra civil, fez mais de 100 mil mortos desde 2011 e perto de 2 milhões de refugiados, que têm sido acolhidos sobretudo na Jordânia, Turquia e Líbano.

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