Síria registra novos conflitos após acordo para eliminação de armas químicas

15 de setembro de 2013

(Agência Brasil)


Brasília – A Síria registrou novos conflitos hoje (15), após o acordo entre os Estados Unidos e a Rússia para eliminação do arsenal de armas químicas no país. Segundo informações da agência russa de notícias Itar-Tass, tropas do governo sírio iniciaram ontem (14) e continuaram neste domingo uma operação para retirar rebeldes da milícia islâmica Al Nusra de Maaloula, cidade cristã da Síria.

De acordo com a agência, o Exército sírio conseguiu tomar a cidade no sábado, mas os rebeldes continuaram a combater abrigados em um desfiladeiro. Esta manhã, aproximadamente 100 homens armados fizeram uma tentativa de entrar em uma vila vizinha, mas foram repelidos e mortos pelas tropas do governo. O restante dos rebeldes tentou sair do desfiladeiro e entrou em combate com as forças do regime de Bashar Al Assad.

Um oficial superior do exército sírio informou que somente hoje as forças do governo teriam matado de 300 a 400 rebeldes. Há perdas do lado das tropas do governo também. O oficial disse que a intenção é retirar os militantes da cidade em dois dias.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, e o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, chegaram ontem (14) a acordo sobre um plano de eliminação das armas químicas sírias. O acordo dá uma semana a Damasco para apresentar a lista das armas e prevê a adoção de uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o assunto. Inspetores entrarão na Síria até novembro com o objetivo de eliminar as armas químicas do país até meados de 2014.

*Com informações da Itar-Tass

Brasil diz que acordo contribuirá para busca de solução negociada na Síria

(Agência Brasil)


Brasília - O governo brasileiro comemorou o acordo firmado pelos Estados Unidos e pela Rússia para a eliminação das armas químicas na Síria. Pelo acordo, o governo de Damasco tem uma semana para apresentar a lista de armas químicas. A solução costurada pelo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e pelo ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, foi resultado de três dias de negociações.

“O governo brasileiro confia que tais medidas contribuirão significativamente para emprestar novo vigor à busca de uma solução negociada e para atender às legítimas aspirações da sociedade síria. Nesse sentido, o Brasil reitera seu inequívoco apoio ao representante especial da ONU [Organização das Nações Unidas] e da Liga Árabe, Lakhdar Brahimi, e à realização de nova conferência internacional sobre a Síria, para cujo êxito continua pronto a contribuir”, destaca em nota.

No comunicado, divulgado hoje (15) no site do Ministério de Relações Exteriores, as autoridades brasileiras também elogiaram a decisão da Síria de aderir à Convenção sobre a Proibição de Armas Químicas e a promessa de aplicar imediatamente as normas do tratado. As autoridades do Brasil destacaram que esperam que a adesão estimule outras nações a seguirem o mesmo caminho.

Há três dias, o porta-voz da Organização das Nações Unidas, Farhan Haq, anunciou o pedido do governo sírio para aderir à convenção de 1993, que trata da interdição das armas químicas.

Em novembro, inspetores da ONU começam a chegar ao território sírio com a missão de eliminar as armas químicas do país até meados do ano que vem, acrescentou o secretário de Estado norte-americano. Kerry disse que não haverá lugar para manobras ou qualquer opção que não seja uma completa aplicação pelo regime de Bashar Al Assad.

Pelos cálculos divulgados pela ONU, mais de 100 mil pessoas morreram nos conflitos na Síria, desde 2011. Quase 2 milhões de refugiados buscaram abrigo na Jordânia, na Turquia e no Líbano.

Tempestade tropical mata nove pessoas no México

(Agência Lusa)

Veracruz (México) - Pelo menos nove pessoas morreram hoje (15) em Acapulco, no México, em consequência das fortes chuvas associadas à tempestade tropical que atingiram o país. Um furacão pode chegar à região nos próximos dias.

Na costa do Pacífico, as autoridades de três estados estão em alerta em função das chuvas provocadas pelas tempestades tropicais e de ventos que devem atingir velocidade superior a 140 quilômetros por hora.

Na costa do Atlântico, o temor é em torno da chegada do Furacão Ingrid prevista para as próximas 12 horas. Mais de 6 mil pessoas já deixaram o estado de Veracruz.

Presidente da Comissão Europeia felicita Putin por atuação da Rússia para solução do conflito sírio

(Agência Lusa)

Paris - O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, comemorou hoje (15) a atuação do presidente da Rússia, Vladimir Putin, na busca por uma solução para a crise na Síria. “A Síria foi sempre uma grande aliada da Rússia, desde os tempos da União Soviética. Nestas circunstâncias, a Rússia tem uma influência enorme. Quero felicitar Putin por ter recorrido a esta influência para encontrar uma solução, o que anteriormente não era o caso”, disse. Barroso lembrou que “a Europa sempre defendeu uma via política para o conflito”.

Os Estados Unidos e a Rússia chegaram a acordo nesse sábado (14) sobre um plano de eliminação das armas químicas sírias estipulando o prazo de uma semana para Damasco apresentar a lista de armas. Hoje, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Canadá, John Baird, declarou, durante uma visita à Argélia, que o uso de armas químicas no conflito sírio é um “crime contra a humanidade”. “Uma solução política é a única maneira de haver paz na Síria e pôr fim ao sofrimento dos sírios”, disse John Baird.

Inspetores da ONU devem ser enviados à Síria até novembro, para eliminar as armas químicas do país até meados de 2014. De acordo com as Nações Unidas, o conflito na Síria fez mais de 100 mil mortos desde 2011 e quase 2 milhões de refugiados que têm migrado, principalmente, para a Jordânia, a Turquia e o Líbano.

Amanhã (16), o presidente francês, François Hollande, vai se reunir, em Paris, com o ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Laurent Fabius, e os chefes da diplomacia norte-americana e britânica, John Kerry e William Hague, para discutir a questão da Síria. De acordo com um comunicado divulgado pelo governo francês, o encontro, ocorrerá no palácio presidencial do Eliseu.

Oposição síria quer estender proibição de armas químicas a mísseis e à aviação

(Agência Lusa)

Beirute – A oposição síria exigiu hoje (15) que, além de controlar as armas químicas, a comunidade internacional proíba o regime de Damasco de usar mísseis balísticos e a aviação contra civis. "A Coligação Nacional Síria insiste que a proibição das armas químicas, cuja utilização deixou mais de 1,4 mil civis mortos, seja estendida ao uso de mísseis balísticos e aviões contra áreas urbanas", disseram em comunicado representantes de coligação oposicionista ao governo de Bashar Al Assad.

O comunicado destaca ainda que Damasco aceita a destruição das suas armas químicas por temor de um ataque militar. Segundo a coligação, é preciso "aproveitar essa oportunidade de parar a campanha do regime contra zonas residenciais e de pôr fim ao sofrimento do povo sírio". A oposição pediu um plano para afastar o armamento pesado de áreas habitadas e proibir seu uso contra cidades, vilas e aldeias. Os oposicionistas defenderam que os autores dos ataques químicos sejam levados ao Tribunal Penal Internacional. Solicitaram também a aliados internacionais que ajudem a reforçar sua capacidade militar para neutralizar o poder do regime de Bashar Al Assad e buscar uma transição democrática.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, e o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, chegaram ontem (14) a acordo sobre um plano de eliminação das armas químicas sírias que dá uma semana a Damasco para apresentar a lista dessas armas e prevê a adoção de uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o assunto. Inspetores entrarão na Síria até novembro com o objetivo de eliminar as armas químicas do país até meados de 2014. O acordo reduziu as ameaças de ataque pelos EUA para punir o regime do presidente sírio, acusado de liderar um ataque com armas químicas que causou centenas de mortes no último dia 21 de agosto.

Acordo entre EUA e Rússia permitiu evitar a guerra, diz ministro sírio

(Agência Lusa)

Damasco – O acordo entre os Estados Unidos e a Rússia sobre a eliminação de armas químicas na Síria permitiu evitar a guerra, disse hoje (15) o ministro sírio da Reconciliação, Ali Haïdar. "Saudamos este acordo. Por um lado, ajuda os sírios a sair da crise e, por outro, permitiu evitar a guerra, retirando o argumento de quem queria provocá-la", disse, em entrevista a uma agência de notícias russa.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, e o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, chegaram ontem (14) a acordo sobre um plano de eliminação das armas químicas sírias. O acordo dá uma semana a Damasco para apresentar a lista dessas armas e prevê a adoção de uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o assunto. Inspetores entrarão na Síria até novembro com o objetivo de eliminar as armas químicas do país até meados de 2014.

O acordo reduziu as ameaças de ataque pelos EUA para punir o regime do presidente sírio Bashar Al Assad, acusado de liderar um ataque com armas químicas que causou centenas de mortes no último dia 21 de agosto, perto de Damasco. O acordo de Genebra "garante um apoio internacional para que todos os representantes do povo sírio se sentem à mesa de negociações e resolvam os seus problemas internos numa próxima etapa", disse o ministro da Reconciliação sírio.

Várias capitais europeias demonstraram aprovação ao acordo, que também recebeu o apoio da China.

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