Venezuela não fará nova desvalorização do bolívar ante o dólar, diz governo

18 de outubro de 2013

Internacional



Venezuela não fará nova desvalorização do bolívar ante o dólar, diz governo
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Oct 18th 2013, 19:05

Leandra Felipe*

Correspondente Agência Brasil/EBC
Bogotá - O vice-presidente para a Área Econômica da Venezuela, Rafael Ramírez, disse hoje (17) que o governo do país não planeja promover uma nova desvalorização da moeda venezuelana, o bolívar, em relação ao dólar. "Isso é mentira. Nós não planejamos uma desvalorização", declarou ao negar os rumores de que o governo pode adotar a medida. Segundo ele, existem setores que querem "criar a percepção de que há um desajuste econômico pela ausência da moeda americana".
Em fevereiro deste ano, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou uma desvalorização da moeda americana, para o valor de 6,30 bolívares. O país enfrenta problemas com a alta inflação, registrada em 49,4% no acumulado dos últimos 12 meses, além da especulação financeira. No mercado paralelo, o dólar ultrapassa os 40 bolívares.
Ramírez disse que há uma "pressão" para que ocorra uma desvalorização. "Se eles querem que façamos isso, estão perdendo tempo", acrescentou. A escolha de Ramírez como novo vice-presidente da Área Econômica é considerada por analistas venezuelanos um indício de que o governo pode adotar medidas para estatizar empresas e aumentar o controle cambiário.
Quanto às mudanças que pretende fazer, ele disse que a Venezuela está construindo o socialismo. "Estamos trabalhando e planejando para chegar ao modelo do socialismo bolivariano – que está em construção e em uma fase de transição."
Além disso, ele declarou que o governo adotará um maior controle do sistema monetário, com uma "administração mais justa que ofereça divisas para atender às necessidades da população e da produção".
Há duas semanas, o governo anunciou que começaria a realizar leilões semanais de dólar, para combater a especulação da moeda e, indiretamente, garantir o abastecimento de produtos da cesta básica e a produção das empresas privadas.
Além dos leilões, a Comissão de Administração de Divisas (Cadivi) começou a fiscalizar as autorizações de viagem nos aeroportos internacionais do país. O processo visa a comprovar se o destino para o qual o passageiro viajou correspondente ao informado no pedido de solicitação de saída. O documento é um dos requisitos para a Autorização de Aquisição de Divisas (AAD), que os venezuelanos devem pedir para levar dólares ao país.
Com a especulação do mercado paralelo, houve aumento de viagens de venezuelanos e de estrangeiros que vivem no país ao exterior, para destinos próximos, como Miami (Estados Unidos) e países como o Panamá, Colômbia e Equador. São lugares em que não há controle de câmbio e em que se pode comprar dólar com maior facilidade. As "viagens pelo dólar", geralmente de curta duração, explicam a dificuldade de se conseguir passagens áreas de Caracas para essas cidades ou países. De acordo com a Cadivi, na operação feita hoje, não foi encontrado nenhum passageiro em viagem irregular.
O governo de Nicolás Maduro vem anunciando reitera que fará uma grande reforma econômica nos próximos dias. Outra medida tomada para minimizar os efeitos da alta inflação será o aumento do salário mínimo. O presidente decidiu hoje que, a partir do dia 1º de novembro, fará uma reposição salarial de 10%. O salário mínimo mensal atual é 2.702,73 bolívares.
Em setembro o governo já havia dado um aumento de 10%, e, em maio, de 20%. De acordo com o governo venezuelano, o salário mínimo do país será o mais alto da América Latina.
*Com informações da TV Multiestatal Telesur e Agência Venezuelana de Notícias (AVN) // Edição: Juliana Andrade



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Mais de 800 mil pessoas no mundo são vítimas de tráfico todos os anos, estima ONU

Internacional



Mais de 800 mil pessoas no mundo são vítimas de tráfico todos os anos, estima ONU
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Oct 18th 2013, 16:57

Da Agência Lusa
Genebra - Mais de 800 mil pessoas no mundo são vítimas de tráfico todos os anos, exploradas por grupos organizados que lucram bilhões de dólares com a atividade, denunciou hoje (19) a Organização Internacional das Migrações (OIM ).
A agência das Nações Unidas (ONU) informou ainda que os países tradicionalmente considerados lugares de destino, como o Reino Unido, também são, atualmente, países de origem das vítimas de tráfico humano. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira por ocasião do Dia Internacional contra o Tráfico de Seres Humanos.
Segundo a OIM, organização que luta contra o tráfico humano desde 1994, o número de vítimas de exploração sexual, laboral e de mendigagem forçada tem aumentado. Em 2012, a organização, que promoveu mais de 900 projetos em cerca de 100 países, prestou assistência direta a 6.499 vítimas de 89 nacionalidades em todo o mundo. A OIM também ajudou mais de 20 mil imigrantes vítimas de tráfico de seres humanos e de outras formas de exploração.
Para promover a contratação legal e ética de trabalhadores e impulsionar a redução da exploração de imigrantes e do trabalho forçado, a OIM patrocinou a criação de um consórcio internacional, o Sistema Internacional de Recrutamento Ético, que pretende estabelecer normas para seleção e contratação.
A agência das Nações Unidas lançou a campanha "Consumo Responsável", que pretende conscientizar os consumidores sobre a origem dos produtos que compram.



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Novas marchas no Egito pedem a volta de Mursi

Internacional



Novas marchas no Egito pedem a volta de Mursi
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Oct 18th 2013, 15:20

Da Telam
Brasília – Milhares de partidários do ex-presidente egípcio, Mouhamed Mursi, voltaram hoje (18) às ruas do Cairo e de outras cidades para pedir a restituição do líder deposto. Depois da oração comunitária do meio-dia, os manifestantes responderam à convocatória da Coalizão Nacional de Defesa da Legitimidade, que reúne forças e movimentos políticos, em sua maioria, islâmicos, que rechaçam a destituição de Mursi, em julho deste ano.
Na jornada de hoje, chamada Sexta da Prestação de Contas, os seguidores do ex-presidente lembraram os 100 dias do golpe de estado, completados nesta semana, com marchas que saíram das mesquitas dos bairros Guiza, Heluan, Maadi, Ain Shams e Nasr; na capital, Cairo. Outras marchas com milhares de participantes percorreram várias avenidas de Alexandria, Damieta, Port Said e Suez, no Noroeste do país.
Os manifestantes carregaram cartazes com fotos do líder deposto, gritavam "legitimidade não é terrorismo" e pediam queda do atual governo militar. Havia Também cartazes com dizeres contra o presidente egípcio interino, Adli Mansur; o primeiro-ministro, Hazem El Beblawi; e o ministro da Defesa, Abdel Fatah Al Sisi.
A situação do Egito é instável desde o golpe que depôs Mursi, com frequentes protestos da população islâmica e aumento dos ataques contra as forças de segurança na Península do Sinai.



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Mediador da ONU para a Síria inicia amanhã visita a países do Oriente Médio

Internacional



Mediador da ONU para a Síria inicia amanhã visita a países do Oriente Médio
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Oct 18th 2013, 15:10

Da Agência Brasil *

Genebra – O mediador internacional Organização das Nações Unidas (ONU) e da Liga Árabe para a Síria, Lakhdar Brahimi, começa amanhã (19), no Egito, visita a uma dezena de países do Oriente Médio, como parte dos esforços para concretização da Conferência de Paz Genebra 2, prevista para novembro.
Segundo o porta-voz de Brahimi, Khawla Mattar, é provável que o roteiro inclua visitas ao Irã e à Síria, apesar de informar que a questão "ainda está sendo discutida e organizada". A viagem do mediador deverá prolongar-se até o fim deste mês.
Em referência à Conferência Genebra 2, Mattar recusou-se a confirmar as datas de 23 e 24 de novembro, anunciadas pela Síria, e disse que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, será o responsável pela convocação e pelo envio dos convites.
A Conferência de Paz sobre a Síria Genebra 2 é uma iniciativa da Rússia, dos Estados Unidos e das Nações Unidas em busca de uma solução política para a guerra civil, por meio de negociações diretas entre o governo de Bashar Al Assad e a oposição, que deverá ser representada pelo Exército Livre Sírio.
Sobre a participação da oposição, Khawla Mattar lembrou que os líderes se reunirão na próxima quinta-feira (23), em Istambul, na Turquia, quando espera-se que seja anunciada alguma decisão.
* Com informações da Agência Lusa

Edição: Nádia Franco
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França e Rússia reagem à recusa saudita de integrar Conselho de Segurança da ONU

Internacional



França e Rússia reagem à recusa saudita de integrar Conselho de Segurança da ONU
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Oct 18th 2013, 15:03

Da Agência Brasil*
Brasília – A recusa da Arábia Saudita em ocupar o seu lugar no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), anunciada hoje (18), provocou reações em diversos países. A decisão foi considerada "particularmente estranha" pela Rússia, e a França contemporizou, dizendo que também considera frustrante a forma como tem sido tratada a crise da Síria.
Fato inédito na história da organização internacional, a recusa dos sauditas surpreendeu diplomatas. O principal argumento do país é o de que a recusa é protesto contra a paralisia do Conselho, que considera impotente, especialmente em relação à crise na Síria. A recente aproximação entre o Irã e os Estados Unidos também teria pesado para a decisão da Arábia Saudita, cujo maior rival regional é o governo iraniano.
"Estamos espantados pela decisão sem precedentes da Arábia Saudita. Os argumentos suscitam perplexidade. As alegações emitidas no Conselho de Segurança da ONU no contexto da crise síria parecem particularmente estranhas. Pela sua decisão, a Arábia Saudita excluiu-se dos esforços comuns para manter a paz e a segurança no mundo", avaliou o Ministério de Negócios Estrangeiros da Rússia, em comunicado.
Em uma reação quase oposta, a França disse partilhar a "frustração" da Arábia Saudita em relação à paralisia do Conselho ante a crise síria. "Partilhamos a sua frustração após a paralisia do Conselho de Segurança, mas temos como alternativa uma proposta de reforma do direito de veto", explicou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da França, Romain Nadal. A França propôs, em setembro, que o direito de veto não fosse usado como recurso pelos cinco membros Conselho em caso de "crime em massa".
Em comunicado, o ministério saudita dos Negócios Estrangeiros, que tem apoiado sem reservas a oposição síria, criticou a política de "dois pesos e duas medidas" do Conselho de Segurança em relação ao Oriente Médio.
O Conselho de Segurança, que tem 15 membros, renova anualmente cinco dos seus dez lugares não permanentes, de acordo com critérios regionais. Os cinco eleitos ontem (17) - Arábia Saudita, Chade, Chile, Lituânia e Nigéria – substituem, a partir de 1º de janeiro de 2014, para um mandato de dois anos, as representações de Marrocos, Togo, Paquistão, Guatemala e Azerbaijão.
Os outros cinco restantes membros não permanentes são Ruanda, Argentina, Luxemburgo, Coreia do Sul e Austrália, cujos mandatos terminam no final de 2014. Os membros permanentes do Conselho, com direito a veto, são Estados Unidos, China, França, Reino Unido e Rússia.
* Com informações da Agência Lusa

Edição: Beto Coura

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Acnur lamenta detenção no Egito de mais de 800 refugiados sírios

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Acnur lamenta detenção no Egito de mais de 800 refugiados sírios
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Oct 18th 2013, 12:04

Da Agência Brasil*
Brasília - O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) lamentou hoje (18) a detenção no Egito, desde agosto, de mais de 800 refugiados sírios que tentavam deixar ilegalmente o país. "O Acnur nota, com preocupação, que mais de 800 sírios foram detidos desde agosto no Egito, por terem tentado sair ilegalmente do país", informou a porta-voz da organização, Melissa Fleming.
Segundo ela, desde então, o Egito deportou 144 sírios, incluindo 44 crianças, para outros países da região. A porta-voz ainda informou que, do total, cerca de 589 pessoas, entre as quais várias mulheres e 84 crianças, continuam detidas, apesar de não terem sido formalizadas quaisquer acusações. O Acnur pediu às autoridades egípcias para ter acesso aos presos para os identificar, verificar as condições de detenção e prestar-lhes assistência legal.
Os refugiados sírios no Egito são alvo de uma onda de xenofobia alimentada pelos meios de comunicação, desde que o presidente Mohamed Mursi foi destituído em julho deste ano. Os refugiados são acusados de ter participado das manifestações de apoio a Mursi, que pertenceu à Irmandade Muçulmana, grupo dominante entre a oposição síria.
Entre 250 mil 300 mil sírios vivem atualmente no Egito, dos quais 123 mil estão registrados na agência da Organização das Nações Unidas. A guerra civil na Síria levou à fuga de cerca de 2,2 milhões de pessoas desde o início do conflito, em março de 2011, segundo o Acnur. A maioria refugiou-se no Líbano e na Jordânia.
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Graça Adjuto



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Chipre autoriza base para peritos que atuam na destruição de armas químicas da Síria

Internacional



Chipre autoriza base para peritos que atuam na destruição de armas químicas da Síria
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Oct 18th 2013, 12:04

Da Agência Lusa
Nicósia - O governo de Chipre confirmou hoje (19) autorização para o estabelecimento de uma base no seu território para os peritos da Organização das Nações Unidas (ONU) envolvidos na destruição de armas químicas na Síria. "O Conselho de Ministros ratificou o acordo entre a República de Chipre e a Opaq [Organização para a Proibição de Armas Químicas] sobre o estabelecimento de uma base de apoio à missão conjunta ONU-Opaq", informou o governo.
O governo de Chipre acrescentou que a decisão facilitará "a segurança e a condução das atividades da missão conjunta". A base foi estabelecida em zona desativada do antigo aeroporto de Nicósia para permitir que os inspetores se desloquem à Síria, a 220 quilômetros da ilha mediterrânea.
"A decisão das Nações Unidas de estabelecer uma base em Chipre para a missão demonstra o papel revalorizado e estabilizador de Chipre na região", explicou o comunicado.
No início de outubro, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu estabelecimento de uma zona de trânsito e de uma base em Chipre para os cerca de 100 membros da missão. O Chipre havia participado há dez anos como zona de trânsito para peritos em desarmamento que, na época, foram deslocados ao Iraque.



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Arábia Saudita recusa assento no Conselho de Segurança da ONU

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Arábia Saudita recusa assento no Conselho de Segurança da ONU
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Oct 18th 2013, 11:38

Da Agência Lusa
Riade - A Arábia Saudita recusou hoje (18) assumir o assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) como membro não permanente em protesto à impotência do órgão em acabar com conflitos no Oriente Médio, em particular, a crise Síria.
"A Arábia Saudita não tem outra opção a não ser recusar se tornar membro do Conselho de Segurança até que haja uma reforma do órgão e que ele seja dotado de meios para cumprir as obrigações e assumir as responsabilidades para preservar a paz e a segurança no mundo", anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita, em comunicado.
A Arábia Saudita foi eleita ontem (17), pela primeira vez, membro não permanente do Conselho de Segurança. Chade, Chile, Nigéria e Lituânia foram os outros escolhidos. O mandato de dois anos desses países começa em janeiro de 2014.
O ministério saudita considerou que o fato de "o Conselho de Segurança permitir que o regime sírio mate o povo e o ataque com armas químicas sem que haja sanções é uma prova clara de impotência em cumprir o seu dever e assumir as suas responsabilidades".
No comunicado, a Arábia Saudita criticou ainda "a política de dois pesos e duas medidas" do Conselho de Segurança e sublinhou que a questão palestina está sem solução há 65 anos e que o órgão da ONU falhou em resolver o problema das armas químicas no Oriente Médio.



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