Peritos franceses afastam hipótese de envenenamento de Yasser Arafat

3 de dezembro de 2013

Internacional



Peritos franceses afastam hipótese de envenenamento de Yasser Arafat
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-03/peritos-franceses-afastam-hipotese-de-envenenamento-de-yasser-arafat
Dec 3rd 2013, 20:35


Da Agência Lusa

Paris – Os peritos franceses encarregados de investigar a morte de Yasser Arafat afastaram hoje (3) a hipótese de envenenamento do líder palestino, segundo fonte próxima do processo citada pela imprensa francesa. "O relatório afasta a tese de envenenamento e vai no sentido de morte natural", disse a fonte. Os peritos franceses concluíram que Arafat morreu devido a "uma infeção generalizada".
A conclusão difere da anunciada em novembro por peritos suíços, que indicaram ter detectado nos restos mortais da Arafat concentrações de polônio 210 até 20 vezes superiores às normais.
Em Paris, ao saber que especialistas franceses excluíram a hipótese de envenenamento, a viúva Suha Arafat pediu que se cruzem os dados das investigações sobre a morte do marido. Em entrevista, Suha disse que confia "na Justiça e na ciência" e defendeu a comparação dos resultados encontrados pelos peritos suíços com as concluções dos investigadores franceses.
Yasser Arafat morreu a 11 de novembro de 2004 em um hospital militar francês, em Paris, sem que os médicos soubessem determinar a causa exata da morte. O corpo não foi autopsiado na época, a pedido da viúva, Suha Arafat.
Em julho do ano passado, no entanto, a viúva apresentou na Justiça francesa uma queixa contra desconhecidos, depois da descoberta de elevados níveis de polônio, uma substância radioativa altamente tóxica, nos objetos pessoais do marido. Os juízes de instrução encarregados da investigação ordenaram a exumação do cadáver, o que foi feito em novembro.
Seis dezenas de amostras examinadas por três equipes de investigadores suíços, franceses e russos, que trabalharam separadamente e sem contato umas com as outras.



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Obama respalda negociação do processo de paz do governo colombiano com as Farc

Internacional



Obama respalda negociação do processo de paz do governo colombiano com as Farc
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Dec 3rd 2013, 20:02


Leandra Felipe

Correspondente da Agência Brasil/EBC
Bogotá - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou hoje (3) que a Casa Branca respalda o processo de paz iniciado pelo governo colombiano e as Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc). "O passo em direção a paz foi correto", disse Obama, ao lado do presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que cumpre agenda oficial nos Estados Unidos. Os dois se reuniram por mais de uma hora na Casa Branca.
"Dei parabéns ao presidente [Santos] por seus audazes e valentes esforços de levar a paz duradoura por meio dessa negociação com as Farc", disse o presidente dos Estados Unidos após o encontro.
Obama se referiu a Santos como a um "grande amigo" e que na última década houve mais aproximação e aprofundamento nas relações bilaterais.
Em 2011, os Estados Unidos e a Colômbia firmaram um acordo de livre comércio e o governo norte-americano financiou, durante dez anos (entre 2000 e 2010) o chamado Plano Colômbia, para combater o narcotráfico, e que, indiretamente também equipou o Exército para o conflito armado com a guerrilha. O plano foi executado durante o governo de Álvaro Uribe, em que Santos participou como ministro de Defesa.
O presidente colombiano, por outro lado, agradeceu o colega norte-americano pelo apoio e respaldo ao processo de paz e disse que os dois países estudam a possibilidade de triplicar programas conjuntos de treinamento de policiais e soldados na América Central e no Caribe, com objetivo de aumentar a "segurança na região".
No fim da reunião, em tom mais ameno, os dois presidentes falaram um pouco sobre o Mundial de Futebol de 2014, que ocorrerá no Brasil. Obama lembrou o fato das seleções dos EUA e da Colômbia conseguirem a classificação para a competição da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Santos brincou e disse esperar que as duas equipes não se encontrem na primeira rodada. "Não queremos ter que passar pelo problema de eliminá-los", disse.

Edução: Aécio Amado
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Países iniciam conferência da OMC com esperança de concluir negociação da Rodada Doha

Internacional



Países iniciam conferência da OMC com esperança de concluir negociação da Rodada Doha
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Dec 3rd 2013, 17:18

Carolina Sarres*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A 9ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) começou hoje (3) em Bali, na Indonésia. O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, está no país para participar do encontro, que tem como desafio o desbloqueio das negociações no âmbito da Rodada Doha, em vigor desde 2001. As reuniões preparatórias da conferência, no entanto, não foram satisfatórias, segundo o diretor-geral da OMC, o diplomata brasileiro Roberto Azevêdo.
A organização estima que os efeitos de um acordo multilateral dessa envergadura pode chegar a US$ 1 trilhão (cerca de R$ 2,3 trilhões) em geração de comércio e diminuição de custos. Só a facilitação de procedimentos em aduanas reduziria os gastos de exportadores com taxas administrativas e aduaneiras entre 5% e 10%.
A conferência ministerial em Bali irá até a próxima sexta-feira (6) com a participação de representantes de 159 países - entre os quais 125 ministros de Comércio e 3 mil delegados. O presidente da Indonésia, o anfitrião Susilo Bambang Yudhoyono, abriu a conferência pedindo aos países vontade política forte e flexibilidade para que se conclua o "Pacote de Bali" - um conjunto de dez medidas negociadas conjuntamente, especialmente sobre facilitação comercial, desenvolvimento e agricultura.
A facilitação comercial - a simplificação e a desburocratização dos mecanismos de troca de produtos - foi um dos maiores entraves ao pacote nas reuniões ministeriais que antecederam o encontro, o que impediu o avanço das negociações para se fechar um texto mais coeso e consensual para ser levado a Bali.
Outra área tradicionalmente sensível da rodada é agricultura, sobre a qual se espera que haja o fim do atraso imputado aos Estados Unidos e à Europa - que resistem em abandonar subsídios agrícolas. Os países em desenvolvimento pedem que o desenvolvidos abandonem os subsídios e assinem um documento vinculante, mas entendem que o primeiro passo não tem de ser, necessariamente, a eliminação completa do incentivo agrícola, mas, pelo menos, uma redução.
O bloco dos desenvolvidos, por outro lado, quer mais acesso aos mercados dos países em desenvolvimento e não aceita negociar agricultura sem essas concessões - que se argumenta serem prejudiciais aos países em desenvolvimento, cuja indústria é menos competitiva, o que poderá levar ao aumento de importações de produtos de maior valor (em comparação aos exportados por eles, que são majoritariamente agrícolas), gerando forte desequilíbrio da balança comercial.
"Já fizemos muito do trabalho pesado. Estamos perto de uma realização histórica. Juntos, com a nossa vontade política coletiva, aproveitemos esta oportunidade. Esta é a nossa chance de reconstruir a credibilidade e a confiança deste fórum de negociação comercial tão precioso", pediu o presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono.
Na abertura dos trabalhos, um dos entraves mais significativos à aceitação do Pacote de Bali foi a exigência da Índia em relação à produção de trigo no país - apoiada pelo governo por ser a base da agricultura familiar. A Índia havia aceitado a limitação da compra estatal de trigo, mas pediu uma revisão do compromisso, com o argumento de que precisa apoiar os produtores nacionais, negando qualquer tipo de limitação.
A inabilidade de a OMC destravar a Rodada Doha é vista como uma das piores possibilidades para o comércio mundial. Ao longo dos últimos anos, em que não tem havido avanço multilateral, muitos países e blocos têm tentado facilitar o comércio de forma bilateral. Exemplo disso são os esforços recentes do governo brasileiro em fazer andar o acordo entre o Mercosul e a União Europeia.
"É a nossa esperança que, ao longo dos próximos dias, os ministros conseguirão passar a mensagem ao mundo de que o sistema multilateral de comércio ainda funciona. Estamos no ápice de uma realização que nos ilude por 12 anos ", disse a presidenta da reunião ministerial, Gita Wirjawan.
Lançada em 2001, a Rodada Doha foi criada pela OMC com o objetivo de proporcionar benefícios a países em desenvolvimento e de melhor desenvolvimento relativo por meio da redução de barreiras comercias e da livre circulação de mercadorias.
Em 2008, a rodada travou depois da disparidade de opiniões dos membros sobre subsídios agrícolas, tarifas, acesso a mercados entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Desde então, pouco progresso foi alcançado.
* Com informações da agência russa de notícias Itar Tass e da agência de notícias da China, Xinhua
Edição: Davi Oliveira
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Ritmo de redução da extrema pobreza na América Latina e no Caribe mostra estagnação, diz FAO

Internacional



Ritmo de redução da extrema pobreza na América Latina e no Caribe mostra estagnação, diz FAO
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Dec 3rd 2013, 16:41

Thais Araujo

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Além dos avanços na área de segurança alimentar, com 16 dos 38 países da América Latina e do Caribe, entre eles o Brasil, tendo reduzido pela metade a proporção de pessoas com fome, a região também alcançou resultados positivos na redução da extrema pobreza. O conceito é definido com base na proporção de pessoas cujas rendas são inferiores a US$ 1 (R$ 2,35) por dia.
De acordo com o Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional 2013, principal publicação regional da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), lançada hoje (3) em Santiago (Chile), o ritmo de diminuição nos últimos três anos, no entanto, mostra tendência de estagnação, o que é "um sinal preocupante", diz o comunicado.
O documento cita dados da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), que é uma das cinco comissões regionais das Nações Unidas, segundo os quais a população em condições de indigência (extrema pobreza) reduziu-se praticamente à metade entre 1990 e 2010, passando de 23% para 12%, enquanto a população em situação de pobreza (incluindo a indigência) caiu de 48% para 31% no mesmo período. Se for considerado o intervalo entre os anos de 2010 e 2012, a extrema pobreza caiu somente 0,7 ponto percentual, passando de 12,1% para 11,4%.
Para justificar os avanços na redução da pobreza, ainda que tenham diminuído o ritmo mais recentemente, o panorama enfatiza que eles "refletem parcialmente duas décadas de um crescimento econômico dinâmico, mesmo com taxas de crescimento acima da média mundial durante o período pós-crise econômico-financeira de 2008–2009, aliado com um conjunto de políticas sociais que permitiram transferir recursos públicos para os domicílios mais vulneráveis".
O relatório cita a implementação do Brasil sem Miséria como estratégia bem-sucedida para minimizar a pobreza e erradicar a fome na região. O documento também ressalta que os dois problemas não abrangem apenas as famílias que vivem nessas condições, tampouco as comunidades, municípios ou estados a que pertencem e não devem ser considerados questões de um único país. Pelo contrário, sua existência tem impactos negativos em toda a região. "Isto nos indica que é um desafio que devemos enfrentar conjuntamente e

uma tarefa que concentra inteiramente os esforços do Escritório Regional da FAO", diz o comunicado.

Edição: Fábio Massalli
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Percentual de pessoas com fome cai quase pela metade de 1990 a 2013 na América Latina

Internacional



Percentual de pessoas com fome cai quase pela metade de 1990 a 2013 na América Latina
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Dec 3rd 2013, 14:27

Thais Araujo

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A implementação de políticas públicas consideradas bem-sucedidas em países da América Latina e do Caribe – como programas de transferências de renda e ações voltadas à agricultura familiar e ao trabalho decente – contribuiu para reduzir a fome e a desnutrição crônica infantil na região. De acordo com o Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional 2013, principal publicação regional da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), lançado hoje (3), em Santiago (Chile), o percentual de pessoas com fome caiu de 14,7% em 1990-1991 para 7,9% em 2011-2013. O órgão estima que atualmente a fome afeta 47 milhões de pessoas na região, 3 milhões a menos que no triênio 2008-2010.
O texto ressalta que faltando dois anos para terminar o prazo fixado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o cumprimento dos Objetivos do Milênio, 16 dos 38 países da região – entre eles o Brasil – alcançaram a meta de reduzir pela metade a proporção de pessoas que sofrem de fome, considerando o período entre 1990 e 2015. O compromisso foi assinado por 189 países em 2000. Os resultados alcançados, de acordo com a FAO, configuram bons motivos para que os países tenham esperança de verem erradicadas a fome e a desnutrição.
Além do Brasil, também conquistaram esse patamar a Argentina, o Chile, a Guiana, Honduras, o México, a Nicarágua, o Panamá, o Peru, Uruguai, a Venezuela entre outros países. Segundo o documento, o bloco formado por América Latina e Caribe foi o que conseguiu os avanços mais expressivos na redução da fome no mundo nas últimas duas décadas, ao combinar crescimento econômico, compromisso político e ação pública que atenda às urgências sociais. Ao todo, 842 milhões de pessoas são vítimas da fome em todo o mundo no triênio 2011-2013, menos que as 878 milhões estimadas para o triênio anterior (2008-2010).
Segundo o relatório, entre os países com mais casos de subnutrição estão o Haiti (49,8%), a Guatemala (30,5%) e o Paraguai (22,3%). Em relação ao combate à desnutrição crônica infantil (baixa estatura em crianças até 5 anos), houve avanços, uma vez que o indicador regional passou de 13,8 milhões, em 1990, para aproximadamente 6,9 milhões de crianças, em 2012, o que equivale a 12,8% do total de crianças da América Latina e Caribe. Por sub-regiões, a América Central é a que tem os maiores índices de crianças com desnutrição crônica (18,6%), seguida da América do Sul (11,5%) e do Caribe (6,7%). A Guatemala é o país com mais registros de desnutrição crônica infantil na região, com 48%, seguido do Haiti e Honduras, ambos com 30%. Por outro lado, Chile e Jamaica são os países que apresentaram menos casos, com 2% e 5% respectivamente.
Apesar dos casos de desnutrição na América Latina e no Caribe, o documento destaca que o bloco contribui de modo significativo para a segurança alimentar no mundo, produzindo mais alimentos do que o necessário para o consumo da população, tanto em termos de produção quanto de disponibilidade de energia alimentar, evidenciando que a fome na região está mais relacionada ao acesso aos alimentos das camadas mais vulneráveis da população. O texto também enfatiza que, no período compreendido neste panorama, a região alcançou uma relativa estabilidade dos preços dos alimentos durante 2012, mas ressalta que no primeiro semestre de 2013 foram registradas maiores flutuações. "Os preços dos alimentos, junto com os rendimentos familiares, são fatores fundamentais para as possibilidades de acesso da população vulnerável aos requisitos mínimos de uma dieta saudável", destaca.
Por outro lado, a ocorrência de sobrepeso e de obesidade avança como uma "pandemia", ao afetar 23% dos adultos e aproximadamente 7% das crianças em idade pré-escolar. De acordo com o documento, 3,8 milhões de crianças menores de cinco anos sofrem de obesidade na região. "Um grave problema de saúde pública, se considerada a estreita relação com as doenças crônicas não transmissíveis, tais como as cardiovasculares, o diabetes, câncer e as respiratórias crônicas, que são responsáveis por 63% da mortalidade global", diz o comunicado. Os países mais afetados pela obesidade em adultos na região estão no Caribe. O sobrepeso infantil cresceu em 13 países, principalmente na Argentina (9,9%), no Peru (9,8%) e no Chile (9,5%).

Edição: Talita Cavalcante
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EUA rejeitam legitimidade das exigências da China na nova zona de defesa aérea

Internacional



EUA rejeitam legitimidade das exigências da China na nova zona de defesa aérea
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Dec 3rd 2013, 11:44

Da Agência Brasil*
Brasília - Os Estados Unidos não aceitam a legitimidade das exigências chinesas na área de defesa aérea no Mar da China Oriental, estabelecidas na última semana pelo governo chinês. De acordo com as normas de zona, a passagem de qualquer aeronave na área tem de ser notificada. Ontem (2), o vice-presidente Joe Biden iniciou uma viagem pela Ásia com o objetivo de chegar a um entendimento sobre a questão. Na sexta-feira (29), a China chegou a deslocar aviões de combate para a zona depois de aeronaves norte-americanas e japonesas terem entrado no espaço aéreo em questão.
"Não aceitamos a legitimidade das exigências da China para operar na recém-declarada Adiz [Área de Identificação de Defesa Aérea]", disse hoje (3) o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney.
No dia 23 de novembro, a China estabeleceu unilateralmente uma zona de identificação de defesa aérea que cobre o Mar da China Oriental – onde as llhas Sekaku/Diaoyu são disputadas por chineses e japoneses. A China justifica a criação da zona por uma melhora da identificação das aeronaves no espaço aéreo e pela maior segurança do país – o que considera legítimo.
De acordo com o porta-voz da Casa Branca, o anúncio sobre o estabelecimento dessa área causou confusão e elevou o risco de acidentes. Segundo ele, os Estados Unidos estão preocupados com a criação da zona, apesar de o país ter orientado as aeronaves norte-americanas a seguir os requisitos estabelecidos pela China para a segurança dos passageiros. Ainda assim, Carney informou que essa recomendação não indica que os Estados Unidos estejam de acordo com a nova medida.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hong Lei, informou hoje que a maioria das companhias aéreas que passaram pela área nos últimos dias cumpriu as exigências. Ele agradeceu o que considerou uma "atitude construtiva" e "compreensiva".
*Com informações da Lusa e da agência de notícias da China, Xinhua
Edição: Talita Cavalcante
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Brasil cai três posições em ranking de corrupção de 2012 para 2013

Internacional



Brasil cai três posições em ranking de corrupção de 2012 para 2013
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Dec 3rd 2013, 11:41

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil*
Brasília – Mais de dois terços de 177 países analisados pela organização não governamental (ONG) Transparência Internacional são considerados corruptos. O Brasil ficou em 72º lugar no ranking de 2013 da instituição, três posições a menos do que em 2012, com 42 pontos – um a menos do que no ano passado. A avaliação está no relatório Índice de Percepção de Corrupção (IPC) de 2013, divulgado hoje (3). De acordo com o método utilisado, quanto mais pontos, menos corrupto é o país e vice-versa.
Segundo o documento, Dinamarca e Nova Zelândia são os menos corruptos, com 91 dos 100 pontos possíveis. Por outro lado, Afeganistão, Coreia do Norte e Somália, com 8 pontos, foram os países com piores resultados.
"Mais de dois terços dos 177 países analisados no índice deste ano têm menos de 50 pontos, em uma escala em que zero revela um país percebido como altamente corrupto; e 100, um país percebido como muito transparente", explicam os autores da análise que une indicadores de 13 relatórios, elaborados por organizações variadas, como o Banco Mundial, a Intelligence Unit da publicação The Economist, o Banco Africano para o Desenvolvimento (ADB, sigla em inglês) e a fundação sem fins lucrativos da Alemanha, Bertelsmann Stiftung.
De acordo com o documento, mesmo os países considerados menos corruptos enfrentam desafios como subornos, financiamento de campanhas e fraudes em contratos público. "[A pontuação] demonstra que todos os países ainda enfrentam a ameaça da corrupção em todos os níveis de governo, desde a emissão de licenças locais até a aplicação de leis e regulamentos", disse a líder da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
O ranking de um país, além da posição em termos numéricos, indica sua posição relativamente aos outros países no índice. Na edição deste ano, os países em que houve melhores mais significativas foram Brunei, Laos, Senegal, Nepal, Estônia, Grécia, Lesoto e Lituânia. Os que caíram no ranking foram Síria, Zâmbia, Líbia, Mali, Guiné Bissau e Espanha.
*Com informações da Lusa // Edição: Denise Griesinger

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Irã negocia no fim de semana suspensão de atividades nucleares

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Irã negocia no fim de semana suspensão de atividades nucleares
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Dec 3rd 2013, 12:09

Da Agência Brasil*
Brasília - Representantes do Irã e de outros países vão se reunir no próximo fim de semana em Viena, na Áustria, para discutir a suspensão das atividades nucleares iranianas, conforme estabelecido pelo Acordo de Genebra firmado no fim de novembro. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Marzieh Afkhamm, informou hoje (3) que o encontro dos dias 8 e 9 de dezembro será para preparar a implementação das medidas necessárias ao cumprimento do documento.
A Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) também participará das negociações, que deverão contar com representantes iranianos e dos países do 5+1 (Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França, China e Alemanha) - principais responsáveis pela articulação do acordo.
A suspensão das atividades tem por objetivo demonstrar um avanço iraniano no contexto do controle do programa nuclear do país. O acordo, válido por seis meses, prevê especificamente a suspensão do enriquecimento de urânio em mais de 5%, a suspensão da construção do reator de água pesada de Arak – que poderá produzir plutônio –, o aumento das inspeções internacionais às instalações nucleares e a interrupção das atividades das usinas de Natans e Fordow - ambas no centro do país.
O objetivo do Irã é interromper as sanções impostas pela comunidade internacional. Os Estados Unidos e seus aliados irão aliviar os bloqueios de fornecimento de petróleo, ouro, petroquímicos, peças automotivas e de aeronaves civis. Estima-se que sejam liberados à economia iraniana cerca de US$ 7 bilhões (RS 16,4 bilhões, aproximadamente).
*Com informações da agência de notícias da China, Xinhua
Edição: Graça Adjuto



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Oposição apresenta moção de censura ao governo da Ucrânia

Internacional



Oposição apresenta moção de censura ao governo da Ucrânia
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Dec 3rd 2013, 10:32

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil *
Brasília – Milhares de manifestantes estão concentrados hoje (3) em frente ao parlamento ucraniano, que deverá se pronunciar sobre uma moção de censura ao governo devido ao adiamento da assinatura do Acordo de Associação do país à União Europeia, esperada para semana passada. No local, na capital Kiev, milhares de agentes antimotim estão posicionados para responder a eventuais atos de violência. A moção de censura será apresentada pela oposição ao governo do primeiro-ministro Mykola Azarov. A justificativa da moção é a "traição ao povo da Ucrânia".
Moção de censura é uma proposta no sistema parlamentarista em que, se não houver apoio dos membros, o governo – no caso o primeiro-ministro – tem de renunciar, sendo necessária a eleição de um novo representante. Em alguns casos, o parlamento pode ser dissolvido e novas eleições, convocadas.
A sessão de hoje do parlamento ucraniano teve início com a presença de 411 deputados, mas ainda não foram feitos os discursos. O líder do partido da situação Regions (Regiões, em português), Aleksander Yefremov, informou que o partido não pretende votar a proposta de censura nesta terça-feira. "Eu não tenho informação de que alguém da facção vai apoiar essa moção", disse o líder.
O projeto de moção conta com a assinatura dos líderes de três forças da oposição: Arseni Yastseniuk, do Batkivschina (Pátria, em português); Vitali Klitschko, do Udar (Golpe, em português), e Oleg Tiagnibok, Svoboda (Liberdade, em português). A oposição pede a renúncia do governo e a responsabilização das autoridades pelo colapso econômico do país. O primeiro-ministro ucraniano chegou a dizer que a oposição está conduzindo um golpe de Estado.
Na semana passada, o governo ucraniano rejeitou a assinatura de um acordo que viabilizaria a adesão do país à União Europeia, o que gerou protestos da população, que organizou manifestações ao longo de toda a semana passada – que têm sido vistas como as maiores desde a Revolução Laranja, em 2004, quando a população pediu o fim da corrupção e de fraudes eleitorais. O adiamento à entrada da Ucrânia à União Euroéia teria sido motivado pela resposta insatisfatória do bloco europeu à crise econômica na Ucrânia e pela reação negativa da tradicional parceira, a Rússia, à aproximação do país vizinho da Europa.
Ontem (2), os manifestantes acamparam na Praça da Independência, na capital, depois de violentos confrontos com a polícia no fim de semana, e pediram a antecipação das eleições presidenciais. Os confrontos de sábado (30) e domingo (1º) deixaram mais de 150 feridos e levaram à demissão do chefe de polícia de Kiev. Depois do ocorrido, uma ordem judicial proibiu manifestações na Praça da Independência e em suas imediações até 7 de janeiro. Ainda assim, a oposição continua a organizar os protestos.
O secretário de Comunicação do governo, Vitaly Lukyanenk, informou que ainda não havia sido considerada a possibilidade de declarar situação de emergência no país.



*Com informações da Agência Lusa e da Itar Tass // Edição: Denise Griesinger

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Ban Ki-moon pede solução pacífica para crise política na Tailândia

Internacional



Ban Ki-moon pede solução pacífica para crise política na Tailândia
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Dec 3rd 2013, 10:31

Da Agência Brasil*
Brasília - O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, expressou hoje (3) estar preocupado com os violentos confrontos na Tailândia e pediu que as partes encontrem uma solução pacífica para terminar com a crise política no país. Há cerca de uma semana, manifestantes iniciaram protestos contra a primeira-ministra Yingluck Shinawatra. A liderança do movimento acredita que o irmão da chefe de governo, o ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, comanda o país por meio dela. Thaksin foi acusado de corrupção e fraude e teria de cumprir dois anos de prisão, mas foi anistiado pelo Parlamento, o que intensificou os protestos contrários ao governo.
"Estou preocupado com a escalada da violência em Bangcoc nos últimos dias e manifesto o meu pesar pela perda de vidas e pelos feridos", disse Ban Ki-moon, que participa da conferência da Organização para o Desenvolvimento Industrial das Nações Unidas (Unido), em Lima, no Peru.
O secretário-geral da ONU manifestou também preocupação em relação às tentativas dos manifestantes de entrarem à força em edifícios governamentais e de meios de comunicação. "Apelo, mais uma vez, a todas as partes, para empregarem a máxima contenção e para resolverem as diferenças políticas com diálogo, por meios pacíficos", explicou o secretário.
Para ele, ambos governo e oposição devem respeitar os princípios democráticos do Estado de Direito, os direitos humanos e a liberdade de expressão.
Na manhã desta terça-feira, depois de dias de intensos confrontos com as forças de segurança, os manifestantes conseguiram entrar, sem resistência dos agentes, nas sedes da Polícia Metropolitana e do governo na capital tailandesa. O chefe de polícia, general Kamronvit Thoopkrachang, disse que não foi lançado gás lacrimogêneo contra os manifestantes, que entraram nos edifícios e permanecerão nas instalações pelo tempo que desejarem.
Nos últimos dois dias, a polícia tentou dispersar a multidão com gás lacrimogêneo, canhões de água e balas de borracha. Os manifestantes responderam com pedras, garrafas e explosivos artesanais. De acordo com o centro de emergências do país, no balanço mais recente, 119 feridos foram atendidas ontem (2) com ferimentos, a maioria com problemas devido à inalação de gases tóxicos nos protestos.
Após a ocupação das sedes do governo e da polícia hoje, o líder dos protestos, o ex-vice-primeiro-ministro Suthep Thaugsuban, informou que as manifestações vão continuar. "Podemos celebrar, mas não podemos nos deixar levar. O regime continua e o nosso objetivo é a total erradicação do 'Regime Thaksin'", disse o líder, em referência à suposta influência do ex-primeiro-ministro no atual governo.
A primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, disse ontem (2) que não pensa em renunciar ao cargo, como exigem os manifestantes, voltando a se mostrar disponível a dialogar para que se alcance uma solução pacífica para a crise política.
*Com informações da Lusa
Edição: Talita Cavalcante
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Ministro venezuelano diz que causas do blecaute serão investigadas com rigor

Internacional



Ministro venezuelano diz que causas do blecaute serão investigadas com rigor
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-03/ministro-venezuelano-diz-que-causas-do-blecaute-serao-investigadas-com-rigor
Dec 3rd 2013, 08:08

Leandra Felipe

Correspondente da Agência Brasil/EBC
Bogotá – A Venezuela se restabelece "pouco a pouco" de um blecaute de quase uma hora de duração na noite dessa segunda-feira (2). A informação foi dada pelo ministro de Energia Elétrica, Jesse Chacón, em entrevista divulgada pela emissora estatal Venezuelana de Televisão (VTV).
Segundo ele, por volta das 21h (23h30 no horário brasileiro de verão), o serviço já havia sido totalmente normalizado na capital, Caracas. A falta de energia atingiu dez dos 23 estados venezuelanos e foi causada por um distúrbio na Estação La Arenosa.
"Vamos investigar as causas desse apagão até as últimas consequências, para descobrir o que o provocou e o que fez com que fossem disparados os sistemas de alerta na maior parte do país", explicou Chacón.
Ele ponderou, no entanto, que ainda é "prematuro" fazer algum julgamento sobre as causas do blecaute. "Mesmo assim, comunicamos o ocorrido aos organismos de segurança do Estado", acrescentou.
Mais cedo porém, o próprio presidente, Nicolás Maduro, havia levantado "suspeitas" sobre a falha, ocorrida poucos minutos depois de ele ter terminado um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão.
"Estou em Miraflores [Palácio do Governo] com minha equipe, observando esse estranho apagão, que começou no mesmo lugar em que houve a última sabotagem. Por isso, peço ao povo, alerta. Nada nem ninguém deterá nossa ofensiva para proteger o país da guerra econômica da burguesia", postou em sua conta no Twitter.
A sabotagem à qual Maduro se referiu diz respeito à suspeita que recaiu sobre outro blecaute ocorrido em setembro, na mesma estação em que houve a falha nessa segunda-feira.
Os problemas de energia elétrica são recorrentes e o país passa por uma crise econômica, que o governo tem enfrentado com maior rigor e controle, especialmente sobre o câmbio e o comércio.
Na última sexta-feira (29), Nicolás Maduro anunciou novas medidas, mais rigorosas, para combater a crise econômica e a especulação financeira e, desde o último sábado, o governo intensificou a fiscalização e prometeu prender os comerciantes que não respeitarem os preços estipulados para vendas no varejo.
Além de enfrentar situação econômica delicada, a Venezuela também viverá um importante momento político, com eleições municipais marcadas para o próximo domingo (8). Esta semana ocorrem os últimos comícios dos candidatos que apoiam Maduro, ou do líder da oposição e governador do estado de Miranda, Henrique Capriles. Ao longo de toda a campanha, ele faz uma maratona por vários estados buscando ampliar sua base de apoio, do mesmo modo que os aliados de Maduro.
Com a tensão política acirrada na semana anterior às eleições, outros ministros do governo pediram calma à população após a falha no sistema elétrico. O ministro de Transporte, Haiman El Troudi, disse na VTV que o sistema subterrâneo de metrô já estava operando sem nenhuma anormalidade após as 21h.
Do mesmo modo, o ministro de Ciência e Tecnologia, Manuel Fernández, disse que os servidores de internet conectados em rede nacional não foram afetados. Segundo ele, o serviço móvel celular sofreu poucas falhas. Somente 40 das 600 bases distribuídas pelo país foram afetadas, com problemas "pequenos".
Nas redes sociais, no entanto, internautas reclamaram dos transtornos sofridos com a falta de energia, como falhas nos serviços de internet, telefonia e no fornecimento de energia em geral.
Edição: Graça Adjuto
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