Procuradoria-Geral colombiana destitui prefeito de Bogotá

9 de dezembro de 2013

Internacional



Procuradoria-Geral colombiana destitui prefeito de Bogotá
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-09/procuradoria-geral-colombiana-destitui-prefeito-de-bogota
Dec 9th 2013, 20:37



Leandra Felipe

Correspondente da Agência Brasil/EBC
Bogotá - A Procuradoria-Geral da Colômbia destituiu Gustavo Petro do cargo de prefeito de Bogotá. A decisão, em primeira instância, proferida pelo procurador-geral, Alejandro Ordóñez, foi justificada pelas irregularidades, qualificadas como "gravíssimas" na administração de Petro, no que se refere às mudanças no sistema de coleta de lixo que ele implementou no fim do ano passado.
Além da destituição, Ordóñez decidiu tornar a Gustavo Petro inelegível para cargos públicos por 15 anos. O procurador disse que as razões para a decisão foram a "improvisação" nas mudanças do sistema de coleta de lixo da capital; a criação de um modelo "fora da lei" ao fazer as alterações por decreto. Ele também alegou que o prefeito "sabia que estava tomando uma medida ilegal e que não era necessário que fosse criado um "novo esquema" de coleta de lixo.
Com relação à improvisação, o procurador justificou: "Houve deliberada improvisação na compra e aluguel de compactadores novos e usados que geraram gastos e depois, com a ineficiência, a prefeitura teve que voltar a contratar operadores privados", disse.
O prefeito tem 20 dias para recorrer da decisão. Ao tomar conhecimento da destituição do cargo, Petro disse que a sanção foi equivalente a um "golpe de Estado". Usuário frequente do microblog Twitter, ele convocou a população a protestar na Praça de Bolívar, em frente à prefeitura de Bogotá. "Peço ao mundo solidariedade, estou diante de um golpe de Estado contra um governo progressista", declarou.
Nas redes sociais, partidários de Petro, políticos, analistas e a população comentaram a decisão. Alguns disseram que houve "abuso" por parte do procurador e que a decisão foi "equivocada". Na Praça Bolívar, moradores se manifestam desde o início da tarde com cartazes.
Gustavo Petro foi eleito pelo Movimento Progressista nas eleições municipais colombianas de outubro de 2011. Ex-guerrilheiro do grupo guerrilheiro M-19, ele já foi senador e é um dos maiores adversários da direita colombiana, especialmente do ex-presidente Álvaro Uribe. Petro é um representante importante da esquerda colombiana e apoiava o presidente Juan Manuel Santos no processo de paz.
O presidente Santos se manifestou sobre a decisão e disse "respeitar a decisão do procurador, assim como respeita o direito de Petro a recorrer da sanção".
É a segunda vez, em dois anos, que Bogotá tem a destituição de um prefeito. Em 2011, Samuel Moreno Rojas foi destituído após investigação de denúncias de contratação irregulares e superfaturamento de obras públicas.
A lei colombiana permite que o Ministério Público do país, além de receber denúncia de improbidade contra gestores de cargos políticos, como prefeitos e governadores, tem poder para destituí-los.


Edição: Aécio Amado
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Dilma será uma das oradoras em homenagem a Mandela na África do Sul

Internacional



Dilma será uma das oradoras em homenagem a Mandela na África do Sul
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Dec 9th 2013, 17:33

Paulo Victor Chagas

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff fará um tributo amanhã (10), durante cerimônia ecumênica em homenagem a Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, falecido na última quinta-feira (5). O tributo ao primeiro presidente negro da África do Sul e líder da luta contra a segregação racial no país será no estádio de Soweto, em Johanesburgo, a partir das 11h, horário local.
A informação foi confirmada, há pouco, pelas assessorias de imprensa do Palácio do Planalto e do Ministério das Relações Exteriores e consta da programação oficial do evento, que já tem confirmada a presença de 89 chefes de Estado.
Além de Dilma, discursarão os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, de Cuba, Raúl Castro, da Namíbia, Hifikepunye Pohamba, e da Índia, Pranab Mukherjee, além do vice-presidente chinês, Li Yuanchao. A presidenta brasileira será, assim, a única representante da América do Sul a se pronunciar publicamente durante a cerimônia.
Homenagens de parentes de Mandela e de representantes da Organização das Nações Unidas ONU) também estão programados para o culto religioso, que deve durar quatro horas. Com quatro horas a mais que o Brasil, a cerimônia começará às 7h, horário de Brasília.
Dilma embarcou, no início desta tarde rumo à África do Sul, acompanhada dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor de Mello e José Sarney.
Edição: Nádia Franco
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Dilma e ex-presidentes embarcam para África do Sul para funeral de Mandela

Internacional



Dilma e ex-presidentes embarcam para África do Sul para funeral de Mandela
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Dec 9th 2013, 15:31

Yara Aquino

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff e quatro ex-presidentes da República embarcaram no início da tarde de hoje (9) para a África do Sul onde vão participar do funeral do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela. Pouco antes do embarque, a presidenta escreveu em sua conta no microblog Twitter que "o Estado brasileiro se une para honrar Mandela" e que "é uma honra reunir todos os ex-presidentes em um objetivo comum". A presidenta disse ainda que a atividade conjunta é uma demonstração de que "as eventuais divergências no dia a dia não contaminam as posições do Estado brasileiro".
Fazem parte da comitiva os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor e José Sarney. Também integram o grupo o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, as ministras da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros; da Comunicação Social, Helena Chagas; e o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia.
Mandela morreu na última quinta-feira (6), aos 95 anos, vítima de complicações pulmonares. Com os líderes políticos brasileiros, estarão também mandatários de todo o mundo.
Amanhã (10), será feita uma cerimônia nacional em memória de Mandela, no estádio de Soweto, em Johanesburgo. O corpo do ex-presidente ficará exposto na sede da presidência em Pretória, entre os dias 11 e 13 de dezembro. No dia 15, Mandela será sepultado na aldeia de Qunu, no Sul do país, onde foi criado.

Edição: Carolina Pimentel
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Presidente da Ucrânia tentará solucionar crise em encontro com ex-chefes de governo

Internacional



Presidente da Ucrânia tentará solucionar crise em encontro com ex-chefes de governo
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Dec 9th 2013, 12:10

Carolina Sarres*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich, decidiu hoje (9) se reunir com ex-chefes de governo do país para discutir formas de solucionar a crise política. A iniciativa foi viabilizada pelo ex-presidente Leonid Kravchuk.
Há cerca de duas semanas, manifestações vêm sendo organizadas pela população como forma de demonstrar insatisfação com o adiamento do governo ucraniano em assinar um acordo preliminar de associação à União Europeia. Ontem (8), os manifestantes chegaram a pedir a demissão de Yanukovich, em ato que reuniu cerca de 200 mil pessoas na capital do país, Kiev.
Com a intensificação da crise nos últimos dias, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon telefonou ontem ao chefe de governo da Ucrânia e pediu que seja aberto o diálogo entre as partes para tentar amenizar a tensão. De acordo com informações da ONU, o secretário expressou sua preocupação com a situação do país e disse que o governo não deve fazer uso de violência.


A alta representante para Relações Exteriores e Política de Segurança da União Europeia (UE), Catherine Ashton, é esperada na Ucrânia nos próximos dias. De acordo com a porta-voz da representante, Maya Kocijancic, a visita deverá ocorrer entre amanhã (10) e quarta-feira (11).
Catherine Ashton deve se encontrar com o presidente, Viktor Yanukovich, o primeiro-ministro Nikolai Azarov, líderes da oposição e membros da sociedade civil. Ontem (8), a visita da representante do bloco foi discutida com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso.
Hoje, quatro centrais ferroviárias subterrâneas foram fechadas no centro de Kiev depois de uma ameaça de bomba. A pessoa que supostamente fez a ameaça ainda não foi identificada pelas autoridades, que estão no local com especialistas em explosivos e cães farejadores. A sede do governo está bloqueada por manifestantes, que organizaram barricadas durante a madrugada na área central da capital.
*Com informações da Itar Tass
Edição: Graça Adjuto



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Rei da Tailândia anuncia eleições para 2 de fevereiro

Internacional



Rei da Tailândia anuncia eleições para 2 de fevereiro
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Dec 9th 2013, 12:20

Da Agência Brasil *
Brasília – As próximas eleições na Tailândia serão no dia 2 de fevereiro de 2014, determinou hoje (9) o chefe de Estado do país, o rei Bhumibol Adulyadej. Nesta segunda-feira, a primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, havia anunciado a dissolução do parlamento e a realização de novas eleições em breve. Estima-se que 100 mil pessoas tenham participado de manifestações na manhã de hoje na capital, Bangcoc, pedindo a renúncia da premiê.
A Tailândia passa por momentos de tensão nas últimas semanas, com milhares de pessoas protestando nas ruas e exigindo a demissão da chefe de governo. Os manifestantes acusam o Executivo de corrupção e manipulação pelo irmão da primeira-ministra, o ex-premiê Thaksin Shinawatra.

* Com informações da agência de notícias da China, Xinhua // Edição: Denise Griesinger

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Sem posicionamento na órbita prevista, satélite sino-brasileiro pode ter retornado à Terra

Internacional



Sem posicionamento na órbita prevista, satélite sino-brasileiro pode ter retornado à Terra
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Dec 9th 2013, 10:53

Thais Araujo

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Devido a uma falha no veículo lançador, o satélite Cbers-3, desenvolvido pelo Brasil e a China, não foi posicionado na órbita prevista. Avaliações preliminares da equipe de engenheiros chineses indicam que o equipamento retornou ao planeta. Integrado ao foguete Longa Marcha 4B, o Cbers-3 foi lançado do Centro de Lançamentos de Satélites de Taiyuan, província chinesa de Shanxi (China), às 11h26 no horário local (1h26 no horário de Brasília), desta segunda-feira (9).
De acordo com nota divulgada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, os engenheiros chineses avaliam as causas do problema e o possível ponto de queda. Os dados obtidos até agora mostram que os subsistemas do satélite funcionaram normalmente durante a tentativa de colocá-lo em órbita. "Para assegurar o cumprimento dos objetivos do programa Cbers-3, Brasil e China concordaram em iniciar imediatamente discussões técnicas visando à antecipação da montagem e lançamento do Cbers-4", informa o comunicado. A nota ressalta também que, apesar de não ter cumprido o objetivo nesta missão, "Brasil e China alcançaram resultados frutíferos nos últimos 25 anos de cooperação na área espacial e estão confiantes na continuidade desse êxito".
O Cbers-3 seria o quarto satélite de sensoriamento remoto produzido pelos dois países, por meio do Programa Sino-Brasileiro de Satélites de Recursos Terrestres (Cbers, na sigla em inglês), a entrar em órbita. O objetivo era mapear e registrar os territórios e atividades agrícolas, desmatamento, mudanças na vegetação e expansão urbana. A previsão era que ele viajasse durante apenas 12 minutos até atingir 780 quilômetros de altitude, quando iniciaria a etapa de estabilização e de entrada em órbita. Após ser posicionado, o satélite passaria por uma fase de checagem dos equipamentos e da qualidade das imagens, que seriam disponibilizadas ao público três meses depois.
Construído pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Academia Chinesa de Tecnologia Espacial, o Cbers-3 retomaria a transmissão de imagens enviadas anteriormente pelo Cbers-2B, que deixou de funcionar em 2010. Antes, o Cbers-1 e o Cbers-2 tinham sido enviados por Brasil e China em 1999 e 2003, respectivamente. O investimento brasileiro na construção do Cbers-3 chegou a R$ 300 milhões. Para o coordenador do Segmento de Aplicações do Programa Cbers, José Carlos Neves Epiphânio, os efeitos da disponibilização das imagens a pesquisadores, instituições de ensino e cidadãos comuns conseguem superar o valor gasto.
Edição: Talita Cavalcante
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Relatora especial da ONU sobre Água e Saneamento avalia condições sanitárias do Brasil

Internacional



Relatora especial da ONU sobre Água e Saneamento avalia condições sanitárias do Brasil
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Dec 9th 2013, 10:39



Ana Cristina Campos

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A relatora especial das Nações Unidas sobre Água e Saneamento, Catarina de Albuquerque, começa hoje (9) visita ao Brasil para avaliar as condições sanitárias do país. Até 19 de dezembro, Catarina se reunirá com representantes do governo, de organizações internacionais, da sociedade civil e com membros de comunidades carentes em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza e Belém.
Nesta segunda-feira, Catarina se reúne em Brasília com o coordenador da ONU no Brasil, Jorge Chediek, e representantes de agências das Nações Unidas, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Ela também vai se encontrar com o secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Osvaldo Garcia, e com o presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Gilson Queiroz.
"O Brasil tem implementado uma série de programas e políticas para o fornecimento de água potável e de saneamento para todos", disse Catarina. "Quero atestar esses resultados na prática, examinar possíveis sucessos, mas também as dificuldades que foram encontradas, dentro de uma perspectiva de direitos humanos, concentrando-me especialmente na população marginalizada e sem acesso aos serviços".
Segundo a ONU, a relatora prestará especial atenção à população que vive em favelas, bairros informais e áreas rurais, incluindo aquelas afetadas pela seca. Ela também analisará casos de poluição das águas e de tratamento de esgoto em áreas urbanas. "Todas as pessoas, sem discriminação, devem ter acesso à água e ao saneamento que seja aceitável, disponível e seguro. Os Estados devem continuamente adotar medidas para garantir o acesso a estes direitos fundamentais", disse ela.
Esta é a primeira visita oficial ao Brasil de uma especialista independente, com mandato estabelecido pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas para monitorar, informar e fazer recomendações sobre o direito à água potável e ao saneamento em todo o mundo. No dia 19, a relatora divulgará as conclusões preliminares e as recomendações iniciais ao governo brasileiro.

Edição: Denise Griesinger

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Unicef: violência na República Centro-Africana causou 480 mil deslocamentos

Internacional



Unicef: violência na República Centro-Africana causou 480 mil deslocamentos
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Dec 9th 2013, 10:22

Da Agência Brasil*
Brasília - A violência na República Centro-Africana (RCA) levou aproximadamente 480 mil pessoas a se deslocar desde o início da crise no país, informou hoje (9) o representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) na capital do país, Bangui, Souleymane Diabaté.
"Assistimos neste momento a deslocamentos em massa de população, composta maioritariamente por crianças, mulheres e pessoas vulneráveis, que têm carência de tudo. Isso se acentuou depois dos últimos ataques em Bangui e Bossangoa", disse.
Nos últimos três dias, quando começaram os ataques de milícias contra civis, foram mortas quase 400 pessoas, informou ontem (8) o chanceler francês, Laurent Fabius. A França lidera a força da Organização das Nações Unidas (ONU) que atua no país com o objetivo de restaurar a ordem.
A Operação Sangaris (nome de uma borboleta vermelha típica da região) mobilizou 1,6 mil militares franceses que se somaram aos 2,5 mil da força da União Africana no país. A missão da força internacional terá um período de atuação inicial de 12 meses.
Desde março, a RCA passa por uma crise causada pela substituição do então presidente François Bozizé pelo líder da coligação rebelde de maioria muçulmana, Seleka, Michael Djotodia. Os conflitos se intensificaram na última semana.
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Talita Cavalcante



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Mais de 100 mil manifestantes pedem renúncia da premiê tailandesa

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Mais de 100 mil manifestantes pedem renúncia da premiê tailandesa
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Dec 9th 2013, 09:29

Da Agência Brasil *
Brasília – Estima-se que 100 mil pessoas tenham participado de manifestações na manhã de hoje (9) em Bangcoc, na Tailândia, informou o Centro para a Administração da Paz e da Ordem da polícia da capital. Os protestos ocorreram apesar de a primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, ter anunciado a dissolução do Parlamento e a convocação de novas eleições em uma tentativa de controlar a insatisfação popular no país.
"Com base nas consultas com diversos partidos, submeti a dissolução do Parlamento à aprovação do rei. Vou consultar a Comissão Eleitoral para fixar a data das eleições o mais rápido possível", disse Shinawatra. Na semana passada, a premiê havia descartado a possibilidade de entregar o cargo e se colocou à disposição dos opositores para dialogar.
A Tailândia passa por momentos de tensão nas últimas semanas, com milhares de pessoas se manifestando nas ruas e exigindo a demissão da chefe de Governo. Os manifestantes acusam o Executivo de corrupção e de estar sendo manipulado pelo irmão da chefe de Governo, o ex-premiê do país Thaksin Shinawatra.
"O movimento vai continuar a lutar. O nosso objetivo é fazer cair o regime de Thaksin", informou o líder dos manifestantes, o ex-vice-primeiro-ministro, Suthep Thaugsuban. Os opositores não aceitam a convocação de novas eleições e exigem que a primeira-ministra ceda o poder a um conselho popular não eleito.

*Com informações da Agência Lusa // Edição: Denise Griesinger

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Partido de Maduro conquista maior parte das prefeituras na Venezuela

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Partido de Maduro conquista maior parte das prefeituras na Venezuela
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Dec 9th 2013, 07:36

Leandra Felipe

Correspondente da Agência Brasil/EBC
Bogotá - Na quarta eleição realizada na Venezuela em pouco mais de um ano, o governo de Nicolás Maduro conseguiu, nesse domingo (8), ampliar sua base de apoio no interior do país. Por volta de 22h (1h30 no horário brasileiro de verão), o Conselho Nacional Eleitoral divulgou os resultados parciais "irreversíveis" de 257 municípios (77%). O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) havia conquistado 13 capitais e a Mesa da Unidade Democrática (MUD), que reúne a oposição, oito capitais.
Ao todo, os eleitores escolheram prefeitos para 335 cidades e para dois distritos metropolitanos, além de 1.466 vereadores. Dos votos totalizados até o anúncio do primeiro boletim, mais de 97%, o PSUV teve 4.583.477 votos, (44,16%) dos votos, e a MUD 4.252.082, (40,96%)
O comparecimento às urnas foi de 58,92% dos eleitores. No país, mais de 19 milhões de eleitores estavam habilitados para votar, mas o voto não é obrigatório. A presidenta do CNE, Tibisay Lucena, parabenizou a população pela participação, que considerou "um sucesso".
Em Libertador, Distrito Capital, que compreende Caracas e mais quatro cidades, venceu o candidato Jorge Rodríguez, do PSUV, com 54,55%. Após o anuncio da vitória, ele e o presidente Nicolás Maduro deram declarações à população.
No Distrito Metropolitano de Caracas, nome do órgão administrativo e político que coordena a cidade de Caracas, a vitória foi do candidato da MUD, Antonio Ledezma, que teve 51,8%. A área metropolitana tem pouco mais de 3 milhões habitantes, de acordo com o último censo. Ledezma derrotou Ernesto Villegas (PSUV), ex-ministro de Comunicações do governo de Hugo Chávez.
A MUD ganhou também na cidade Barinas, capital do estado de Barinas, terra natal de Hugo Chávez, e também no município de Valência, capital de Carabobo.
O presidente Nicolás Maduro fez um longo discurso direto do Palácio de Miraflores. Ao lado de membros do PSUV e de Jorge Rodríguez, prefeito eleito de Libertador (Distrito Capital), ele comemorou os resultados.
"Para cada quatro municípios ganhamos três e a oposição apenas um. Agradeço ao povo pela fidelidade e ao nosso comandante Hugo Chávez", declarou.
A imprensa nacional e internacional e analistas acompanharam o processo com atenção, porque o resultado definiria a manutenção do apoio regional ao governo de Nicolás Maduro ou determinaria o fortalecimento da oposição, liderada por Henrique Capriles.
Nas últimas eleições municipais no país, realizadas em 2008, a situação ganhou a disputa com ampla maioria, em 267 prefeituras das 335 cidades.
Maduro comemorou também ter vencido a maioria das prefeituras do Estado de Miranda, governado por seu principal adversário político, Henrique Capriles.
Edição: Graça Adjuto
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