Brasil comemora aprovação na ONU de documento contra a espionagem eletrônica

18 de dezembro de 2013

Internacional



Brasil comemora aprovação na ONU de documento contra a espionagem eletrônica
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-18/brasil-comemora-aprovacao-na-onu-de-documento-contra-espionagem-eletronica
Dec 18th 2013, 21:40

Paulo Victor Chagas

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Itamaraty manifestou hoje (18) à noite "grande satisfação" pela decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas que aprovou, por unanimidade, o projeto de resoluçao O Direito à Privacidade na Era Digital, apresentado por Brasil e Alemanha como reação às denúncias de espionagem internacional praticada pelos Estados Unidos em meios eletrônicos e digitais.
O documento, que trata de ações "extraterritoriais de Estados em matéria de coleta de dados, monitoramento e interceptação de comunicações" foi aprovado pelos 193 Estados-Membros das Nações Unidas na tarde de hoje. Brasil e Alemanha apresentaram a proposta no dia 1º de novembro passado.
Segundo a resolução adotada pela ONU, as pessoas devem ter garantidos, no ambiente digital, os mesmos direitos que têm fora dele. As normas internacionais que fundamentaram a proposta conjunta são o Artigo 12 da Declaração Universal dos Direitos Humanos e o Artigo 17 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos - que mencionam o direito à privacidade, a inviolabilidade de correspondência e a proteção contra ofensas.
Para o Ministério das Relações Exteriores, a decisão da Assembleia Geral da ONU "demonstra o reconhecimento, pela comunidade internacional, de princípios universais defendidos pelo Brasil, como a proteção do direito à privacidade e à liberdade de expressão".
De acordo com o Itamaraty, outra inovação da proposta adotada pela ONU é o reconhecimento dos direitos dos dados dos cidadãos tanto offline (fora da internet) como online. "Prevê, ainda, passos para dar continuidade ao diálogo e aprofundar discussões ao longo dos próximos meses, no âmbito das Nações Unidas, sobre o direito à privacidade nas comunicações eletrônicas", informa a nota.
Edição: Davi Oliveira
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Referendo vai consultar população de Bogotá sobre destituição de prefeito

Internacional



Referendo vai consultar população de Bogotá sobre destituição de prefeito
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Dec 18th 2013, 19:36

Leandra Felipe

Correspondente da Agência Brasil/EBC
Bogotá – A Registradoria Nacional da Colômbia (órgão equivalente ao Tribunal Superior Eleitoral, no Brasil) informou hoje (18) que vai convocar um referendo para consultar a população sobre a destituição do prefeito da capital colombiana, Gustavo Petro. A decisão de destituí-lo foi divulgada na semana passada pela Procuradoria Geral da Nação.
Na consulta popular, prevista para o final de fevereiro do ano que vem, os bogotanos irão às urnas para definir se o mandato de Petro será revogado. Ele foi destituído, em primeira instância, pela procuradoria do país, por terem sido encontradas irregularidades no processo de estatização dos serviços de coleta de lixo de Bogotá, feito no final do ano passado.
O registrador nacional, Carlos Sánchez, explicou que a participação popular não é obrigatória, mas para que o referendo seja válido, é necessário que pelo menos 1,2 milhão de eleitores compareçam às urnas na data prevista.
"Este será o último recurso de Petro e, se ele teve respaldo [a respeito das medidas tomadas sobre a coleta de lixo], as urnas irão dizer", disse Sánchez.
O referendo será feito por causa de uma ação anterior à decisão de destituição emitida pela procuradoria. No começo deste ano, representantes do partido de La U (direita colombiana), opositor a Petro, colheram assinaturas na capital para conseguir, com a registradoria, que fosse feita uma consulta popular para ver se a população da cidade estava de acordo com as mudanças no sistema de coleta de lixo.
O registrador esclareceu que a coleta de assinaturas para o referendo e o processo na procuradoria, que terminou com a destituição, eram ações paralelas, e que não haveria referendo agora, se a destituição já tivesse sido julgada em segunda instância.
Em abril, a registradoria recebeu o pedido com 325.250 assinaturas, mais do que a quantidade mínima exigida para que o referendo ocorresse. Até antes da destituição, os advogados de Gustavo Petro usaram todos os recursos possíveis para que a consulta não fosse adiante.
A solicitação de referendo tinha sido aprovada em julho deste ano, pela Registradoria Distrital de Bogotá (órgão eleitoral municipal), mas Petro impugnou as assinaturas e pediu a revisão na Registradoria Nacional.
Após a decisão da procuradoria sobre a perda do mandato, o referendo popular acabou sendo um "caminho" para que o prefeito seja mantido no cargo. "É uma ironia que esta consulta por qual Petro sempre lutou contra, tenha se transformado agora em uma ferramenta em seu favor", disse Carlos Sánchez.
Com o referendo, Petro ganha tempo para articular-se politicamente e deve manter a estratégia de buscar apoio popular. Desde que a decisão sobre a destituição foi anunciada no dia 9 de dezembro, ele fez uma série de manifestações e convocou marchas e protestos no centro da cidade. Na última sexta-feira (13), quase 20 mil pessoas se reuniram no centro de Bogotá para apoiá-lo.
Gustavo Petro é ex-guerrilheiro do M-19 e um importante representante da esquerda colombiana. Ele apoia o processo de paz entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o governo do presidente Juan Manuel Santos.
Após a decisão da procuradoria, oficialmente, o presidente Santos preferiu manter um discurso neutro, defendendo que o órgão judicial tem independência para decidir sobre a destituição de Petro e tem o direito de buscar sua defesa.
Mas, internamente, Santos se reuniu com o procurador e com Petro para tentar chegar a um consenso. Para o presidente, que comanda a negociação pelo fim do conflito e busca a reeleição em maio do ano que vem, o apoio da esquerda e de Petro é considerado importante.
A Agência Brasil foi até o centro da cidade onde se concentram apoiadores de Petro. Alguns se mantêm acampados na Praça Bolívar, em frente à prefeitura, desde a decisão judicial de destituição.
Com as mudanças no sistema de coleta de lixo, antes totalmente privado, a maior parte do serviço começou a ser gerido por uma empresa estatal, e cerca de 15 mil catadores de lixo e de papel foram beneficiados. A catadora Luzmarina Corrales, 63 anos, trabalha com coleta de lixo há 8 anos. Ela disse à Agência Brasil que a vida melhorou.
"Antes, o dinheiro do lixo era de um grupinho de empresas, agora há mais gente ganhando e sobrevivendo disso. Eu estou com ele e acho que vamos conseguir mantê-lo. Tenho fé em Deus", disse.
O aposentado César Benavides, 70 anos, também participou de várias manifestações em apoio à Petro. Apesar de não concordar com todas as medidas adotadas pelo então prefeito, como a forma de mudança na questão da coleta de lixo, o aposentado defende a permanência de Petro no cargo. "Ele não podia ter feito um decreto e mudar tudo. Foi autoritário e um pouco ingênuo", diz, acrescentando: "A maior parte da ação política de Petro é em favor das pessoas mais pobres. Por isso, eu protesto e vou batalhar para que as pessoas votem para que ele continue".

Edição: Carolina Pimentel
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Banco Central norte-americano reduz estímulo à economia

Internacional



Banco Central norte-americano reduz estímulo à economia
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Dec 18th 2013, 17:28

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano, anunciou hoje (18) que vai reduzir de US$ 85 bilhões mensais para US$ 75 bilhões por mês as compras de títulos públicos que injetam dinheiro na maior economia do planeta. A decisão foi anunciada hoje, após reunião do órgão. A diminuição dos estímulos deve começar em janeiro.
No ano passado, o Fed iniciou um programa de aquisição de títulos da dívida pública norte-americana, num esforço destinado a manter os juros baixos e apoiar a economia do país. Desde o fim de maio, a autoridade monetária dos Estados Unidos tinha indicado que poderia reduzir as ajudas monetárias por causa da recuperação da economia do país.
A possibilidade de redução dos estímulos vinha provocando instabilidade nos mercados financeiros mundiais nos últimos meses. Com a diminuição das injeções monetárias, o volume de dólares em circulação cai, aumentando o preço da moeda em todo o mundo. No Brasil, o dólar comercial fechou em R$ 2,3426 para venda, com alta de 0,86%, mas os efeitos da medida sobre a cotação só devem ser sentidos amanhã (19), porque a decisão foi anunciada logo após o fechamento do mercado de câmbio.
Mais cedo, em encontro de fim de ano com jornalistas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tinha comentado a possibilidade de o Banco Central norte-americano reduzir os estímulos. Para o ministro, a diminuição das injeções monetárias provocará instabilidade no câmbio. Mas ele disse ser desejável que o Fed atue com rapidez para evitar a prolongação de incertezas.
"Haverá uma redução de estímulos que poderá causar volatilidade no câmbio. Não sei de quanto será essa volatilidade, até porque o próprio mercado já repassou boa parte [do impacto da medida] para a taxa de câmbio nos últimos meses, mas a instabilidade será passageira. Gostaria inclusive que tudo fosse anunciado hoje, para não prolongar as incertezas na economia mundial", declarou o ministro.
De acordo com Mantega, o Brasil está preparado para lidar com uma eventual disparada do dólar nos próximos meses por causa das reservas internacionais em torno de US$ 375 bilhões e das operações de swap do Banco Central, que vende dólares no mercado futuro para conter a pressão sobre o câmbio. O ministro lembrou que a retirada dos estímulos é consequência da recuperação da economia dos Estados Unidos, que trará efeitos positivos para o resto do mundo no médio prazo.
"A economia americana irradia crescimento para o resto do mundo. Para o Brasil, o bom desempenho dos Estados Unidos é importante porque o comércio global crescerá e o país poderá exportar mais em 2014", destacou Mantega.
*Com informações da Agência Lusa // Edição: Juliana Andrade e Nádia Franco // Matéria ampliada às 17h55



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Congresso paraguaio diz sim à entrada da Venezuela no Mercosul

Internacional



Congresso paraguaio diz sim à entrada da Venezuela no Mercosul
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Dec 18th 2013, 18:22


Da IPParaguay


Assunção – Por 46 votos a favor e 1 contra, a Câmara dos Deputados do Paraguai aprovou hoje (18), em sessão extraordinária, o protocolo de adesão da Venezuela ao Mercado Comum do Sul (Mercosul). O projeto, enviado pelo Poder Executivo ao Parlamento, foi aprovado pelo Senado na semana passada. Antes da votação, alguns parlamentares liberais, contrários à proposta, deixaram o recinto. O projeto segue agora para o Executivo.
A entrada da Venezuela, que ocupa atualmente a presidência do Mercosul, foi aprovado pela Argentina, pelo Brasil e pelo Uruguai em junho do ano passado, no mesmo dia em que o Paraguai foi suspenso do bloco regional por causa da "ruptura constitucional", que, segundo os governos dos três países, representada pela destituição do então presidente Fernando Lugo pelo Parlamento.
Por causa disso, o Parlamento paraguaio não deu aceitou a entrada da Venezuela no Mercosul.
O presidente da Comissão de Relações Exteriores, José María Ibáñez, manifestou-se a favor do projeto, mas destacou que o Paraguai teve "muitas frustrações, por atitudes mesquinhas de seus sócios". "Hoje, o Paraguai está no limbo: somos fundadores do Mercosul, porém, não estamos participando, nem tomamos parte das decisões importantes do bloco."
Segundo Ibáñez, o país tinha três opções: "A primeira, permanecer tal como está, no limbo, a segunda, retirar-se e entregar seu espaço e a tercera, aceitar, agir com grandeza, virar a página de um incidente passado, que rechaçamos e condenamos, porém, temos que olhar para a frente."







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Ano da Cultura Brasil-Catar 2014 será lançado hoje em Brasília

Internacional



Ano da Cultura Brasil-Catar 2014 será lançado hoje em Brasília
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Dec 18th 2013, 17:17

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Os governos do Brasil e do Catar lançam hoje (18) à noite o Ano da Cultura Brasil-Catar 2014. O objetivo é divulgar de forma mútua a cultura dos dois países por meio de atividades como exposições, feiras, shows e exibições de filmes.
Um dos principais pontos de convergência entre os dois países no âmbito da iniciativa será a promoção de grandes eventos esportivos internacionais. O Brasil será a sede da Copa do Mundo em 2014, e o Catar será o anfitrião em 2022.
"A cooperação entre o Brasil e o Catar em matéria de esporte vem desde a década de 1960, quando o Santos foi ao país para jogar contra um time do Catar. Depois disso, o contato continuou, quando técnicos brasileiros treinaram times do país", contou à Agência Brasil o embaixador do Catar no Brasil, Mohamed Al Hayki.
Segundo ele, o Catar espera aproveitar a experiência brasileira na organização, na segurança e na promoção da Copa de 2014. O embaixador informou que equipes técnicas do país vieram ao Brasil para acompanhar atividades relacionadas à Copa e que o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, foi convidado a visitar as instalações do Catar.
Nesta quarta-feira, o embaixador lança o Ano da Cultura com a presença de autoridades e de uma delegação catarense. A data de hoje – 18 de dezembro – foi escolhida para o lançamento porque é Dia Nacional do Catar. No dia 27 de janeiro, o Brasil fará o lançamento na capital daquele país, Doha, no Museu de Arte Islâmica. Segundo o Itamaraty, a ideia é fazer a fusão das culturas, fortalecer os laços e promover a cooperação entre os países.
O Catar é um país com cerca de 1,9 milhão de habitantes, com grandes reservas de petróleo e gás natural, localizado às margens do Golfo Pérsico, próximo à Arábia Saudita. O país tem alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), segundo avaliação da Organização das Nações Unidas (ONU). Além disso, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita do Catar é um dos maiores do mundo.

Edição: Juliana Andrade
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Calor provoca cortes de luz em Buenos Aires

Internacional



Calor provoca cortes de luz em Buenos Aires
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Dec 18th 2013, 15:42

De Monica Yanakiew

Correspondente da Agência Brasil/EBC


Buenos Aires – Para evitar um colapso na distribuição de energia elétrica na Argentina, as empresas do setor realizaram cortes programados, afetando 80 mil consumidores em Buenos Aires. Em determinados momentos de terça-feira (17), os moradores da capital argentina ficaram sem luz.
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (18) pelo chefe de gabinete da Presidência da Argentina, Jorge Capitanich. Ele não descarta a possibilidade de que a queda de energia volte a acontecer, caso o calor persista.
A onda de calor em Buenos Aires, com temperaturas superiores a 32 graus Celsius (ºC), levou milhares de usuários a ligar ventiladores e aparelhos de ar condicionado pressionando fortemente a capacidade energética de Buenos Aires. Desde 2011, a Argentina tem um déficit em sua balança energética. Por falta de investimentos e também pelo aumento da demanda, em um país cuja economia cresce há uma década, a Argentina tem de importar gás e combustível. No ano passado, gastou nessas importações US$ 9,2 bilhões, quase a totalidade do seu superávit na balança comercial, que foi de US$ 11 bilhões.
Há 25 anos, no governo de Raul Alfonsín, a Argentina viveu crise energética semelhante. No verão de 1988, o primeiro presidente eleito após a ditadura (1976-1983) decretou emergência energética e implementou um sistema de "cortes rotativos" de eletricidade, em casas e empresas. Uma tabela estipulava que bairros ficariam sem luz, durante determinados horários e dias.
O chefe de gabinete pediu aos argentinos que não gastem eletricidade sem necessidade e que deixem os aparelhos de ar condicionado funcionando a temperaturas de 24 ºC – e não menos que isso – para evitar problemas.
Edição: José Romildo
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Greenpeace diz que ativistas poderão sair da Rússia antes do fim do ano

Internacional



Greenpeace diz que ativistas poderão sair da Rússia antes do fim do ano
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Dec 18th 2013, 15:03

Carolina Sarres*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A organização não governamental (ONG) Greenpeace espera que os ativistas que estavam detidos na Rússia e foram anistiados hoje (18) deixem o país antes do fim do ano. Para sair do território russo, os estrangeiros de 28 nacionalidades - entre os quais a brasileira Ana Paula Maciel, 31 anos - precisam de autorização da Justiça da Rússia, por meio de um documento que oficialize o fim do processo criminal contra eles.
Os ativistas foram acusados de atos de vandalismo por tentarem subir em uma plataforma petrolífera de uma empresa russa próximo ao Ártico, em protesto contra a exploração de gás na região. De acordo com o Greenpeace, o documento deverá ser expedido entre sexta-feira (20) e segunda-feira (23). Para deixar a Rússia, os estrangeiros precisam ter um visto de saída.
Segundo a organização, os envolvidos no caso podem recusar a anistia e passar por um julgamento para tentar provar a inocência. O Greenpeace informou que essa decisão será feita individualmente pelos ativistas, que já estavam fora da prisão desde o final de novembro, pouco antes de expirar o prazo da prisão preventiva decretada pela Justiça russa. Os estrangeiros estão hospedados em um hotel em São Petersburgo, após libertação por meio de fiança.
O Artic Sunrise, navio do Greenpeace, foi retido no dia 19 de setembro por comandos da guarda costeira russa e os ativistas da organização foram presos. No início de outubro, os 30 membros da tripulação foram acusados formalmente de pirataria e tiveram prisão preventiva decretada. Posteriormente, a acusação foi amenizada para vandalismo.
* Com, informações da Itar Tass
Edição: Davi Oliveira
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Cinquenta países expressam preocupação com crise na Tailândia

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Cinquenta países expressam preocupação com crise na Tailândia
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Dec 18th 2013, 11:55

Da Agência Brasil*
Brasília – Cinquenta países emitiram comunicados para expressar preocupação em relação à crise política na Tailândia, informou hoje (18) o chefe do Centro de Administração da Paz e da Ordem do país, Surapong Tohvichakchaikul. A Índia e o Sri Lanka foram os últimos a emitirem comunicado sobre o caso, em que pedem que a questão seja solucionada de forma democrática e por meios constitucionais. O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, também já pediu que o governo e a oposição encontrem uma solução pacífica aos conflitos.
Neste mês, vários protestos foram organizados na capital tailandesa, Bangcoc, pedindo que a primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, renuncie e que sejam feitas mudanças no modelo político do país. A premiê informou, no entanto, que continuará à frente do governo até o dia das eleições no país, marcadas para 2 de fevereiro de 2014. Os opositores ao governo acusam a primeira-ministra de governar sob influência do irmão, o ex-premiê, Thaskin Shinawatra.
O chefe do Centro de Administração da Paz e da Ordem do país, Surapong Tohvichakchaikul, pediu que os manifestantes contrários ao governo não tomem atitudes que contrariem a democracia no país. O líder dos protestos, Suthep Thaugsuban, anunciou ontem (17) a organização de uma manifestação para o próximo domingo (22), em que convoca tailandeses a forçarem a renúncia da primeira-ministra. A premiê fez um apelo à população para que não desrespeite à lei nos protestos do próximo final de semana.

* Com informações da agência de notícias da China, Xinhua // Edição: Denise Griesinger

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Governo das Filipinas lança plano de US$ 8 bi para reconstruir país

Internacional



Governo das Filipinas lança plano de US$ 8 bi para reconstruir país
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Dec 18th 2013, 10:09

Da Agência Brasil *
Brasília – O governo das Filipinas lançou hoje (18) um plano de US$ 8,1 bilhões de dólares até 2017 para reconstruir as comunidades locais afetadas pelo Tufão Haiyan, que devastou o país no início de novembro. As estimativas são que o tufão tenha matado quase 6 mil pessoas e deixado mais de 125 mil desabrigadas, depois da destruição de mais de um milhão de casas.
O presidente filipino, Benigno Aquino, fez um apelo à comunidade internacional para que preste assistência e viabilize a reconstrução de centenas de comunidades devastadas, de modo que possam resistir melhor aos desastres naturais e aos impactos de mudanças do clima. "A tarefa que se impõe no momento é assegurar que as comunidades se levantem e o façam mais fortes, melhor e com mais resistência do que antes", disse Aquino.
De acordo com o presidente, o desastre – o segundo em número de mortes nas Filipinas – gerou um prejuízo de US$ 12,9 bilhões (R$ 29,9 bilhões). Nesta semana, as Nações Unidas (ONU) lançaram um apelo internacional solicitando mais de US$ 790 milhões (R$ 1,8 bilhão) para dar assistência a cerca de 3 milhões de filipinos em 2014.
"A ajuda [internacional] é muito mais necessária hoje, porque, ao deparar-se com os crescentes efeitos das mudanças do clima, países como as Filipinas vão ter de 'esticar' os recursos até o limite", explicou o Benigno Aquino.

*Com informações da Agência Lusa // Edição: Denise Griesinger

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Ativistas do Greenpeace recebem anistia da Rússia

Internacional



Ativistas do Greenpeace recebem anistia da Rússia
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Dec 18th 2013, 10:45

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Os ativistas da organização não governamental (ONG) Greenpeace que passaram cerca de dois meses detidos na Rússia receberam hoje (18) a anistia. O caso foi avaliado nesta quarta-feira pelo Parlamento do país. Entre os anistiados está a brasileira Ana Paula Maciel, de 31 anos, que foi libertada em novembro, poucos dias antes de expirar o prazo de prisão preventiva decretada pela Justiça russa, válida até 23 de novembro.
A anistia beneficia tanto a brasileira quanto os outros 30 ativistas envolvidos no protesto no Ártico, em setembro. Com essa medida, a investigação dos envolvidos no caso deverá ser encerrada. O grupo, no entanto, não poderá deixar o país até que o governo russo conceda visto de saída.
"Estou aliviada, mas não celebrando. Fui acusada e permaneci dois meses presa por um crime que não cometi, o que é um absurdo. Mas, finalmente, parece que essa saga está chegando ao fim e em breve estaremos com nossas famílias", disse Ana Paula Maciel.
O Artic Sunrise, navio do Greenpeace, foi retido no dia 19 de setembro por comandos da guarda costeira russa, depois de os ativistas da organização terem tentado escalar uma plataforma da empresa de gás Gazprom, no Mar de Barents (Ártico Russo). Os ativistas protestavam contra a exploração petrolífera na região.
No início de outubro, os 30 membros da tripulação, de 28 nacionalidades, foram acusados formalmente de "pirataria em grupo organizado" e tiveram prisão preventiva decretada. No dia 30 de outubro, a Justiça russa decidiu reduzir a acusação contra a tripulação, passando de "pirataria" para "vandalismo". No fim de novembro, com o fim do prazo da prisão preventiva, os ativistas foram libertados pela Justiça sob pagamento de fiança.
Edição: Graça Adjuto
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Rússia oferece acordo de US$ 15 bi e mantém Ucrânia fora da UE

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Rússia oferece acordo de US$ 15 bi e mantém Ucrânia fora da UE
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Dec 18th 2013, 10:10


Da Agência Brasil *
Brasília - A Rússia reajustou o preço do gás que importa da Ucrânia e se comprometeu a comprar US$ 15 bilhões (cerca de R$ 34,8 bilhões) em títulos públicos ucranianos depois de uma reunião entre os presidentes Vladimir Putin e Viktor Yanukovich. Com essa medida, assinada pelos líderes ontem (17), a Rússia manteve a Ucrânia sob sua esfera de poder.
"Ganhamos a perspectiva de um futuro e uma firme confiança de que manteremos a estabilidade social e econômica. Os acordos nos ajudam a adotar um orçamento de desenvolvimento social. Antes disso [ do acordo] seria absolutamente impossível e um colapso ameaçava o país", informou o primeiro-ministro ucraniano Nikolai Azarov.
Há meses, o governo ucraniano vinha se aproximando da União Europeia (UE) na tentativa de chegar a algum pacto e a economia do país, que assinalou uma possível adesão ao bloco europeu por meio de um acordo de associação. No final de novembro, no entanto, o governo ucraniano passou a adotar uma postura hesitante em relação à Europa, depois que a Rússia pediu o adiamento do acordo entre o país vizinho e a UE.
Para o presidente da Comissão de Assuntos Internacionais do Parlamento russo, Mikhail Margelov o compromisso de ontem mostrou "onde a Ucrânia tem amigos - no Ocidente ou no Leste", em referência à União Europeia e à Rússia, respectivamente. De acordo com ele, ainda é cedo para dizer se a Ucrânia irá abandonar a associação à UE.
"A porta está aberta para a Ucrânia. Diferentemente da burocracia de Bruxelas [sede da UE], que fala incessantemente de uma associação de portas abertas com o bloco, a união aduaneira [União Eurasiática] aceitará a Ucrânia sem muitas palavras", disse o parlamentar.
A oposição ucraniana não ficou satisfeita com o acordo firmado entre os países e argumenta que o interesse nacional foi vendido pelo presidente Yanukovich. Duas horas depois de firmado o pacto, líderes oposicionistas convocaram mais de 50 mil pessoas a protestarem contrariamente à aproximação com a Rússia. Os manifestantes pedem a saída do presidente.
Ontem, o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, disse não acreditar que o acordo com o governo russo irá acalmar os ânimos dos manifestantes no país. Os Estados Unidos são favoráveis à aproximação da Ucrânia com a União Europeia.
A crise ucraniana será discutida nesta semana na reunião do Conselho Europeu da União Europeia. No último domingo (15), a UE decidiu suspender as negociações com o país até que o governo demonstrasse mais comprometimento em firmar um acordo. Com os acordos entre a Ucrânia e a Rússia nova dinâmica deverá ser adotada na reunião do bloco.
A suspensão das negociações entre a UE e a Ucrânia foi anunciada no mesmo dia em que cerca de 200 mil pessoas se reuniram em protesto. A população tem se manifestado nas últimas semanas contrariamente ao presidente Viktor Yanukovich, que adiou a adesão da Ucrânia à UE devido à pressão da Rússia.
* Com informações da Itar Tass e da Agência Pública de notícias da China, Xinhua
Edição: Valéria Aguiar




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