Agência da ONU prevê aumento de refugiados e deslocados do mundo em 2013

19 de dezembro de 2013

Internacional



Agência da ONU prevê aumento de refugiados e deslocados do mundo em 2013
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Dec 19th 2013, 22:25

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Conflitos e perseguições, especialmente na Síria, fizeram aumentar a quantidade de refugiados e de deslocados internos nos primeiros seis meses deste ano, segundo informações do relatório Mid-Year Trends 2013 (em tradução livre, Tendências do Primeiro Semestre), da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), que será divulgado amanhã (20). Esse primeiro semestre foi descrito pela agência como "um dos piores períodos das últimas décadas".
De acordo com o órgão, a tendência de aumento verificada no primeiro semestre aponta que o balanço final dos refugiados e deslocados de 2013 será ainda maior do que o de 2012. No total, 5,9 milhões de pessoas foram forçadas a deixar suas casas no primeiro semestre de 2013 - 77% do total de refugiados e deslocados em todo o ano de 2012 (7,6 milhões). Dessas pessoas, 4 milhões são deslocados dentro dos próprios países de origem; 1,5 milhão é integrado por refugiados e 450 mil de solicitantes cuja situação ainda está pendente.
O conflito na Síria foi o destaque negativo neste ano, segundo o relatório. Dos 1,5 milhão de novos refugiados no primeiro semestre de 2013, 1,3 milhão de afetados pela saída do país são sírios. Eles se abrigam nos vizinhos - principalmente no Líbano, na Turquia, na Jordânia e no Iraque. Em relação aos deslocados, o país também é o que concentra a maior quantidade.
A quantidade de refugiados e deslocados no país já é maior do que 2,3 milhões, podendo chegar a 4,1 milhões até 2014, segundo estimativas da Acnur. Estima-se que há mais crianças sírias em refúgios do que em escolas.
"Temos de levar em conta que a maioria das pessoas que tem de se deslocar vai para a vizinhança, pois não tem recursos para ir para longe. Nos últimos anos, 80% dos refugiados foram para países vizinhos em subdesenvolvimento - onde estão os maiores focos de conflito", informou à Agência Brasil o alto comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres.
De acordo com ele, os países em desenvolvimento, que são os que mais recebem refugiados, padecem de problemas econômicos, sociais, de políticas públicas, saúde, educação, restrição orçamentaria, desigualdade e pobreza. Somado a isso, ainda têm de lidar com o número crescente de estrangeiros que buscam abrigo - e, na maioria dos casos, entram na disputa pelos já escassos bens e serviços.
Segundo Guterres, essa sobrecarga pode passar a gerar conflitos nessa vizinhança imediata. "Por isso temos de ajudar não apenas os refugiados, mas os países que têm essa sobrecarga", explicou Guterres.
O Afeganistão é atualmente o principal país de origem de refugiados no mundo - 2,6 milhões de pessoas. O Paquistão, seu vizinho, o que recebe a maior quantidade - 1,6 milhão de pessoas.
No ranking de países com maior população refugiada, depois vêm a Síria, a Somália, o Sudão e a República Democrática do Congo (RDC). Entre os países que recebem estrangeiros, além do Paquistão, estão o Irã, a Jordânia, o Líbano e o Quênia.
"A Acnur é uma instância humanitária, existimos para reduzir o sofrimento das pessoas, mas um problema que é o político não pode ser solucionado pela via humanitária. Tem de haver uma solução política, pois a raiz dos problemas continua. O apelo que fazemos à comunidade internacional é para que se chegue a um acordo", pediu o alto comissário.
Edição: Davi Oliveira
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Azevêdo espera entendimento entre Brasil e EUA no caso do algodão

Internacional



Azevêdo espera entendimento entre Brasil e EUA no caso do algodão
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Dec 19th 2013, 19:44

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, declarou hoje (19) esperar um entendimento entre Brasil e Estados Unidos sobre o contencioso do algodão. O Brasil obteve decisão favorável na OMC em relação aos subsídios concedidos pelos Estados Unidos ao produto. Posteriormente, fez acordo com os norte-americanos para pagamento anual de US$ 147 milhões ao Instituto Brasileiro do Algodão. Desde setembro deste ano, no entanto, os EUA suspenderam os repasses alegando cortes automáticos no orçamento. Ontem (18), o Brasil decidiu que abrirá consulta pública sobre retaliação no âmbito da propriedade intelectual, a partir de 2 de janeiro.
"Minha expectativa é que as partes continuem negociando, para evitar medidas que possam restringir ou distorcer o comércio bilateral", declarou Azevêdo, em coletiva de imprensa concedida após se reunir com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade. De acordo com ele, o caso envolvendo Brasil e EUA é uma exceção. "Um percentual de 90% dos contenciosos abertos na OMC resultam em implementação das soluções do órgão de solução de controvérsias. Só 10% são como o caso do algodão, em que as partes não chegaram a um desfecho mutuamente satisfatório", destacou.
A CNI divulgou uma nota nesta quinta-feira comentando a decisão de abertura da consulta pública. Para a entidade, a iniciativa "resguarda os direitos do Brasil na OMC, permite ao governo brasileiro e à indústria avaliar os impactos da retaliação para o país e concede aos EUA mais dois meses para cumprir com suas obrigações". As partes interessadas poderão manifestar-se na consulta pública até 31 de janeiro, e a decisão final sobre uma eventual retaliação só será anunciada ao fim de fevereiro, quando forem encerradas análises feitas por um grupo de trabalho criado pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Na nota, a CNI argumentou que, apesar de a Casa Branca alegar que o Orçamento está bloqueado pelo Congresso, a fonte de recursos dos pagamentos ao Brasil não é o Orçamento público, e sim a agência de crédito Commodities Credit Corporation, a mesma usada pelo governo para subsidiar a produção agrícola dos EUA. "A CNI entende que o Executivo americano tem os recursos e os instrumentos para resolver o problema", diz o comunicado.
A entidade que representa a indústria defendeu ainda a aprovação da nova lei agrícola norte-americana (Farm Bill) como solução definitiva para a questão. A nova versão da legislação pode trazer o fim dos subsídios ao algodão, conforme determinação da OMC, e o encerramento do contencioso com o Brasil.


Edição: Carolina Pimentel
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Questionamento da União Europeia contra Brasil na OMC pode ter solução negociada, diz Azevêdo

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Questionamento da União Europeia contra Brasil na OMC pode ter solução negociada, diz Azevêdo
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Dec 19th 2013, 17:21

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, disse hoje (19) que é provável haver solução negociada para o pedido de consultas apresentado pela União Europeia em relação ao Brasil. O bloco econômico considera que o governo brasileiro intensificou práticas de tributação discriminatória. A reclamação está relacionada a eletroeletrônicos produzidos na Zona Franca de Manaus e, especialmente, à indústria automobilística.
De acordo com Azevêdo "um grande número de pedidos de consulta [à OMC] não resulta em contencioso". Ele explicou que o Brasil tem um prazo para decidir se aceita as consultas pedidas pela União Europeia e a resposta provavelmente será positiva. "Normalmente [as consultas] são mantidas, são conduzidas. O próprio Brasil já pediu consultas e não chegou a ser instalado [contencioso]. Não é descabido haver esperança de que haja solução negociada", destacou.
Azevêdo disse que não poderia comentar o mérito das alegações da União Europeia. Ele deu as declarações em coletiva de imprensa na Confederação Nacional da Indústria (CNI), após reunir-se com o presidente da entidade, Robson Andrade. Foi o primeiro encontro do diretor-geral com o setor privado desde o acordo de facilitação de comércio celebrado em Bali, na Indonésia.
O presidente da CNI, Robson Andrade, não considera que haja problemas com os incentivos concedidos à indústria automobilística, que têm ocorrido principalmente no âmbito do programa Inovar-Auto. "Eu não vi na proposta brasileira nada que pudesse ensejar discussão nesse nível. Faz parte da política de desenvolvimento de um setor muito importante no Brasil", declarou.
Edição: Davi Oliveira
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União Europeia vai à OMC contra impostos do Brasil; país diz estar dentro das regras

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União Europeia vai à OMC contra impostos do Brasil; país diz estar dentro das regras
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Dec 19th 2013, 15:06

Carolina Sarres*

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, informou que as práticas comerciais brasileiras estão dentro das regras estabelecidas pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Hoje (19), a União Europeia (UE) solicitou consulta à organização por considerar que o governo brasileiro intensificou práticas de tributação discriminatória - o que, segundo o sistema multilateral de comércio, não é permitido.
De acordo com a solicitação do bloco europeu à OMC, o Brasil intensificou a taxação de produtos de forma incompatível com as regras da organização, o que garantiria vantagens às indústrias nacionais, protegendo-as da concorrência. A reclamação está relacionada a eletroeletrônicos produzidos na Zona Franca de Manaus e, especialmente, à indústria automobilística.
Recentemente, o governo aumento o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de automóveis importados - com exceção dos de origem mexicana e de países do Mercosul. A possibilidade de redução dessa taxação em até 30% foi introduzida em 2012 com o Programa Inovar-Auto, com políticas de redução de impostos para veículos produzidos com peças da indústria brasileira.
"Estamos analisando o caso, mas temos confiança de que os programas questionados pela UE estão dentro dos conformes e vamos demonstrar isso no âmbito da organização", disse Figueiredo.
Para a UE, as medidas adotadas pelo Brasil são "isenções seletivas e reduções da tributação sobre os produtos nacionais". De acordo com o bloco, a questão foi abordada em contatos bilaterais, mas sem avanços. O setor automobilístico é uma área sensível do comércio entre as regiões, sendo um setor em que a União Europeia pretende expandir seu mercado.
Sobre o tema, o chanceler disse não irá questionar as razões da UE. "Não quero fazer ilações sobre as motivações da União Europeia. A solicitação do bloco faz parte das regras do sistema, em que os países podem buscar a OMC para a solução de controvérsias", explicou o ministro.
Depois da formalização da reclamação europeia à OMC, serão promovidas consultas entre as partes. Se esse contato não levar a uma solução satisfatória no prazo de 60 dias, a UE pode solicitar a criação de um painel da OMC, que terá de se pronunciar sobre as medidas adotadas pelo Brasil.
A solicitação da União Europeia está no contexto da recente intensificação das negociações entre o bloco e o Mercosul, em curso há 15 anos. Em janeiro, os dois lados fixaram o fim do ano como limite para a troca de listas de itens em que estariam dispostos a liberar as importações. Os países do Mercosul pretendiam apresentar a lista de oferta nesta semana.
A UE, no entanto, pediu que a troca das listas fosse adiada para o ano que vem. O Mercosul reivindica a retirada dos subsídios agrícolas pelos países europeus. A União Europeia quer que os países sul-americanos retirem barreiras protecionistas a produtos industrializados importados do bloco. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, pediu pressa aos europeus depois do adiamento.

* Com informações da Agência Lusa



Edição: Carolina Pimentel
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Relatora da ONU, Catarina de Albuquerque, faz um balanço de sua visita ao Brasil

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Relatora da ONU, Catarina de Albuquerque, faz um balanço de sua visita ao Brasil
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Dec 19th 2013, 14:44





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Luiz Alberto Figueiredo anuncia que o Brasil vai sediar reunião internacional para discutir governança na internet

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Luiz Alberto Figueiredo anuncia que o Brasil vai sediar reunião internacional para discutir governança na internet
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Dec 19th 2013, 14:24

Brasília - O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, durante entrevista coletiva, sobre a resolução O Direito à Privacidade na Era Digital, adotada ontem (18), por consenso, pela Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), anuncia que o Brasil vai sediar reunião internacional para discutir governança na internetBrasília - O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, durante entrevista coletiva, sobre a resolução O Direito à Privacidade na Era Digital, adotada ontem (18), por consenso, pela Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), anuncia que o Brasil vai sediar reunião internacional para discutir governança na internet



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Brasil vai sediar reunião internacional para discutir governança na internet

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Brasil vai sediar reunião internacional para discutir governança na internet
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Dec 19th 2013, 14:10

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Uma reunião interssetorial no Brasil, em 2014, será o próximo passo na discussão internacional sobre governança na internet, após a aprovação da resolução Direito à Privacidade na Era Digital, por unanimidade, pela Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU). "Será a contribuição [de todos] para o crescimento de um novo formato. Atualmente, não há uma governança nesse sentido. Vários setores serão chamados para um debate, para uma visão holística sobre a defesa de interesses concretos dos cidadãos", disse hoje (19) o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo.
A Reunião Multissetorial Global sobre Governança na Internet será nos dias 23 e 24 de abril, em São Paulo, e o encontro será promovido no âmbito do Comitê Gestor da Internet (CGI) do Brasil, com participação de governos, empresas, acadêmicos e sociedade civil.
Para o ministro, a aprovação da resolução proposta pelo Brasil e pela Alemanha é um sinal de que todos os países abraçaram um novo caminho que, para ele, "não tem volta". O documento endossado nas Nações Unidas trata de coleta de dados, monitoramento e interceptação de comunicações. Segundo a resolução adotada pela ONU, as pessoas devem ter garantidos, no ambiente digital, os mesmos direitos que têm fora dele. "Foi decidido coletivamente que é necessário fazer uma revisão dos procedimentos para que as atividades na internet sejam compatíveis com o direito internacional e os direitos humanos", explicou.
Figueiredo também falou sobre a expectativa dos resultados que a medida espera alcançar: "A inibição [da espionagem] é o efeito prático que esperamos. Não me refiro a nenhum país em específico, mas em geral. Por isso a adoção de uma resolução no âmbito da ONU".
Sobre as recentes acontecimentos nos Estados Unidos relativos à questão da espionagem - como a determinação de um juiz federal de que o monitoramento conduzido pela Agência Nacional de Segurança (NSA, sigla em inglês) pode ser considerado inconstitucional e pedidos de regulação das atividades da agência por parlamentares, Luiz Alberto Figueiredo disse que o Brasil está acompanhando o assunto e aguardando que o país se manifeste.
"Aguardamos o momento em que [os Estados Unidos] entrarão em contato conosco sobre o tema. Na conversa entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente Barack Obama, foi dito que seria feita uma revisão dos procedimentos. Agora, aparentemente, está sendo conduzida uma revisão. A próxima fase será um contato sobre a revisão", disse Figueiredo.

Edição: Denise Griesinger

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Ucrânia, segurança e união bancária serão os principais temas da cúpula europeia

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Ucrânia, segurança e união bancária serão os principais temas da cúpula europeia
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Dec 19th 2013, 10:39

Carolina Sarres*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Líderes europeus se reúnem hoje (19) e amanhã (20) em Bruxelas, na Bélgica para a cúpula do Conselho Europeu, que reunirá representantes dos 28 países do bloco. Entre os temas que deverão ocupar a agenda do encontro estão a crise na Ucrânia, a política comum europeia em defesa e segurança, a recuperação econômica do bloco e o estabelecimento da União Bancária Europeia.
A questão da Ucrânia – que, há semanas, enfrenta diversas manifestações em prol da associação do país à União Europeia (UE) – deverá ser um dos principais assuntos na pauta dos chefes de Estado e de Governo nesses dois dias. Ontem (18), o governo ucraniano firmou com a Rússia, seu parceiro mais tradicional, uma série de acordos, entre os quais, um sobre o reajuste do preço do gás importado pelos russos e outro para a compra de US$ 15 bilhões em títulos públicos.
No último domingo (15), a UE havia recuado em relação à associação ucraniana e informou que voltaria a negociar com o país depois que o governo se mostrasse mais disposto. Na cúpula do conselho esta semana, apesar dessa hesitação do bloco e do acordo firmado na quarta-feira com a Rússia, a União Europeia ainda deverá mostrar disposição em ter a Ucrânia como membro.
Na tentativa de conciliar o movimento oposicionista e o governo ucranianos, o bloco deverá sugerir que haja mediação da Alta Representante para Relações Exteriores e Política de Segurança da UE, Catherine Ashton; do Comissário da UE para o Alargamento, Stefan Fule, e do Ministro de Relações Exteriores da Lituânia, Linas Linkevicius. A Lituânia é o país que preside o bloco até o final de 2013. Em 2014, a Grécia assume a presidência rotativa. Espera-se que essa proposta de mediação seja lida pelo presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.
Em relação à política comum do bloco em defesa e segurança, os dois principais temas deverão ser o fortalecimento da aproximação entre a UE e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e a redução do orçamento europeu para fins militares, devido à crise econômica no continente. O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, foi convidado a participar de um jantar de trabalho hoje.
O tema econômico de destaque na cúpula será a criação da União Bancária Europeia, que tem de ser estabelecida até 2016. A União compreende um sistema de supervisão, que será feito pelo Banco Central Europeu; a reestruturação do sistema de liquidez dos bancos, a cargo da Comissão Europeia; e um fundo de reserva, formado pela contribuição dos bancos nacionais, que poderão ser acessados em caso de necessidade de liquidez ou de problemas financeiros.
Outras questões que deverão ser tratadas no encontro são a criação de empregos no bloco, especialmente para jovens; a questão migratória, com ênfase na região do Mediterrâneo; e competitividade.
*Com informações da Itar Tass
Edição: Talita Cavalcante



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ONU busca liderança africana para solucionar crise no Sudão do Sul

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ONU busca liderança africana para solucionar crise no Sudão do Sul
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Dec 19th 2013, 11:56

Carolina Sarres*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, está articulando a atuação de líderes africanos para tentar solucionar a crise no Sudão do Sul, país recém-criado e que tem enfrentado confrontos e tensões internas que culminaram em uma tentativa de golpe de Estado nesta semana. O Conselho de Segurança da ONU também pediu que as partes cessem as hostilidades e busquem um entendimento para evitar mais violência. Estima-se que mais de 500 pessoas tenham morrido nos confrontos e que mais de 20 mil tenham buscado a proteção da entidade internacional.
"Essa é uma crise política que tem de ser urgentemente solucionada por meio de diálogo político. Existe o risco de a violência se espalhar para outros Estados", disse Ban Ki-moon, ao informar que entrou em contato com o presidente de Uganda, Yoweri Museveni, devido ao seu papel de líder regional.
A tentativa de golpe para derrubar o governo do presidente Salva Kiir foi conduzida por políticos e militares e teria sido liderada pelo ex-vice-presidente, Riak Mashar, que está foragido. Os conflitos derivam, entre outros fatores, da ação de grupos antagônicos das etnias rivais Dinka e Lou Nue, as maiores do país. Os confrontos estão no âmbito das forças nacionais do Exército de Libertação do Povo do Sudão (SPLA, sigla em inglês), em que há uma facção liderada por Mashar. O ex-vice-presidente nega a tentativa.
Ao longo da semana, os ministérios das Relações Exteriores de diversos Estados recomendaram cautela aos diplomatas no local e alguns prédios, com os dos Estados Unidos, foram evacuados. Hoje (19), o Reino Unido enviou um avião país para a retirada de 150 britânicos.
A ONU conduz uma missão de manutenção da paz no Sudão do Sul (Unmiss, sigla em inglês) desde julho de 2011, quando país foi formalmente criado, depois de conflitos com o Sudão e posterior secessão. A situação do país foi considerada uma ameaça à paz e à segurança internacionais desde então.
"Pedimos que o governo do Sudão do Sul faça o máximo para acabar com a violência, garantir a segurança de civis, independentemente do contexto. Isso vai permitir que as pessoas no nosso acampamento retornem às suas casas", pediu a chefe da missão, Hilde Johnson.
Ontem (18), a Unmiss informou ter observado uma precarização das condições de segurança na capital, Juba. A missão aumentou as restrições das operações e de deslocamento das equipes na área. As condições, em Bor, no Noroeste do país, a cerca de 200 quilômetros (km) da capital, pioraram hoje, quando oposicionistas ao governo assumiram o controle da cidade.
"Nossos soldados perderam o controle de Bor para as forças de Riek Machar na tarde de quarta-feira", informou o porta-voz do exército sul-sudanês, Philip Aguer.
A ocupação de Bor levou a busca mais intensiva por refúgio nas instalações da missão da ONU próxima à cidade. A Cruz Vermelha estima que 19 civis tenham sido mortos nos confrontos de ontem (18).
*Com informações da Agência Lusa e da ONU
Edição: Talita Cavalcante



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Síria: ONU condena violações do regime e aumento no número de extremistas

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Síria: ONU condena violações do regime e aumento no número de extremistas
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Dec 19th 2013, 09:17

Da Agência Brasil*
Brasília - A Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) condenou as violações de direitos humanos cometidas pelo regime do presidente da Síria, Bashar Al Assad, e manifestou preocupação com o aumento no número de extremistas no país. Com 127 votos a favor, 13 contra e 47 abstenções, a ONU aprovou uma resolução apresentada pela Arábia Saudita em que condena a violência na Síria e apela ao governo e à oposição a porem fim a hostilidades, ataques terroristas e atos de intimidação.
Na resolução, a ONU considera o uso de armas químicas no país "um grande crime" contra a humanidade e pede que os responsáveis sejam responsabilizados. O documento condena intervenções de combatentes estrangeiros na Síria e avalia que essa participação agrava a situação humanitária e de violação dos direitos humanos no país.
O texto aprovado pela assembleia pede ainda que as autoridades sírias libertem imediatamente todos os detidos no país, publiquem uma lista dos centros de detenção e permitam que supervisores independentes visitem esses centros para comprovar se as condições de detenção cumprem as normas internacionais.
Estima-se que a crise na Síria já tenha causado mais de 100 mil mortos e milhões de deslocados internos e refugiados. Para a ONU, é preciso uma ação imediata e o regime deve permitir que a ajuda humanitária chegue aos afetados.
O documento aprovado defende que a única saída possível para o conflito sírio é o diálogo pacífico. A assembleia fez um novo apelo à realização, o mais depressa possível, da Conferência Genebra 2 convocada para o dia 22 de janeiro, para discutir a questão e tentar uma solução negociada à crise.
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Talita Cavalcante
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Oposição venezuelana manifesta disposição de trabalhar com o governo "sem retaliações"

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Oposição venezuelana manifesta disposição de trabalhar com o governo "sem retaliações"
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Dec 19th 2013, 08:22

Da Agência Brasil
Caracas - Representantes da oposição entregaram hoje uma carta ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, na qual manifestam a disposição de trabalhar em conjunto com o governo para solucionar os problemas do país, mas "sem quaisquer retaliações".
"Não estamos a serviço de uma ideologia. Estamos a serviço do povo, por isso o governo não pode nos impor um 'plano da pátria' (programa) que determine a submissão a uma ideologia em particular [o socialismo], que não está estabelecida na nossa Carta Magna", declaram.
O documento foi entregue no Palácio Presidencial de Miraflores, durante reunião inédita promovida por Maduro, da qual participaram mais de 60 presidentes de câmaras municipais e vários governadores da oposição.
"Fomos eleitos para contribuir com a solução dos problemas das pessoas, sobretudo das mais humildes. Fomos eleitos para promover a participação cidadã e fazer do cidadão o centro das nossas preocupações. Hoje viemos dialogar em prol da união de todos os venezuelanos", disseram os oposicionistas.
Durante a reunião, o presidente da Câmara Metropolitana de Caracas, António Ledezma, pediu que sejam devolvidas as competências municipais, reduzidas em 2008, quando o presidente Hugo Chávez criou o cargo de chefe de Governo para o Distrito Capital, designando Jacqueline Farias, do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), para exercer a função.
Ledezma lembrou que dois eleitos em 8 de dezembro, para as cidades de Valência e Barquisimeto, viram as suas competências reduzidas porque o Executivo criou "organismos paralelos" de gestão dirigidos por socialistas.
O governador do estado de Lara, Henry Falcón, destacou que o diálogo entre governo e oposição deve ser "sincero, objetivo, transparente e inclusivo".
Os opositores pediram a Nicolás Maduro que avance com uma Lei de Anistia para o que dizem ser "presos políticos", que devolva os recursos e analise os deficitários orçamentos de vários municípios.
"Queremos diálogo com respeito sobre os hidrocarbonetos, se queremos tomar medidas que peçam sacrifício ao nosso povo, parte dessa mensagem é não continuar oferecendo dinheiro a outros países quando temos necessidades", disse Carlos Ocariz.
Daniel Ceballos disse que no estado de Táchira (na fronteira com a Colômbia), quando os cidadãos pretendem adquirir produtos e combustível, são submetidos a "uma espécie de apartheid" e à promoção de "xenofobia contra a Colômbia", sob "o olhar complacente de muitos dos que estão no governo".
Em resposta, o presidente Nicolás Maduro acusou a oposição de ter fomentado a xenofobia contra os colombianos, ao acusá-lo de ter nascido na Colômbia. Ele disse que nasceu em Caracas, mas que estaria orgulhoso de ter nascido em Cúcuta ou Bogotá.
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Graça Adjuto



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Intérprete de sinais que atuou no funeral de Mandela é internado em hospital psiquiátrico

Internacional



Intérprete de sinais que atuou no funeral de Mandela é internado em hospital psiquiátrico
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/interprete-de-sinais-que-atuou-no-funeral-de-mandela-e-internado-em-hospital-psiquiatrico
Dec 19th 2013, 05:58

Da Agência Brasil*
Joanesburgo – O intérprete de sinais Thamsanga Jantjie, que trabalhou no funeral de Nelson Mandela e alegou esquizofrenia depois de ter sido acusado de fraude, foi internado em um hospital psiquiátrico, informou a imprensa sul-africana.
Sua atuação gerou polêmica pela tradução para a linguagem de sinais de intervenções de autoridades, como o presidente norte-americano, Barack Obama, e dos filhos de Mandela na cerimônia da semana passada. Especialistas em linguagem gestual comentaram que o trabalho de Jantjie não passou de "agitar os braços" e de "gestos engraçados".
De acordo com o jornal Star, a mulher do tradutor levou o marido a um hospital psiquiátrico perto de Joanesburgo, onde foi sugerido o internamento imediato. O jornal informa que ele tinha uma consulta agendada no hospital para o dia 10, mas faltou por ter sido contratado para as cerimônias fúnebres do ex-presidente sul-africano.
Jantjie alegou ser um tradutor qualificado e explicou que o seu comportamento no funeral foi causado por um ataque de esquizofrenia que o desconcentrou.
O governo da África do Sul apresentou um pedido de desculpas à comunidade de portadores de deficiência auditiva pelo incidente.
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Graça Adjuto



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