Governo egípcio declara Irmandade Muçulmana grupo terrorista

25 de dezembro de 2013

Internacional



Governo egípcio declara Irmandade Muçulmana grupo terrorista
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Dec 25th 2013, 18:07

Da Agência Lusa

Cairo – O Conselho de Ministros do Egito declarou hoje (25) a Irmandade Muçulmana como "grupo e organização terrorista", anunciou o vice-primeiro-ministro e titular da pasta do Ensino Superior, Hosam Isa, citado pela agência estatal Mena. O governo acusou o grupo, do qual faz parte o presidente destituído, Mohamed Mursi, de ser responsável pelo ataque suicida de terça-feira (24) a uma esquadra da polícia. No ataque, 15 pessoas morreram e 134 ficaram feridas na cidade de Mansura, no delta do rio Nilo.
O atentado, também condenado pela Irmandade Muçulmana, foi reivindicado por um grupo fundamentalista com sede no Monte Sinai e que se diz inspirado pela organização Al Qaeda.
Nesta quarta-feira, um dos líderes da Irmandade Muçulmana no Egito, Ibrahim Munir, disse que o movimento continuará com os protestos, mesmo após o grupo ter sido considerado "terrorista" pelo governo. Segundo Munir, que está exilado em Londres, a Irmandade Muçulmana considera ilegal a decisão do governo.
Primeiro presidente civil eleito no Egito, Mohamed Mursi ficou pouco menos de um ano no poder e foi destituído pelo Exército no dia 3 de julho passado.



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Justiça rejeita pedido para reduzir indenização por vazamento de petróleo no Golfo do México

Internacional



Justiça rejeita pedido para reduzir indenização por vazamento de petróleo no Golfo do México
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Dec 25th 2013, 18:40

Da Agência Lusa


Nova Orleans (EUA) – Um juiz de Nova Orleans rejeitou hoje (25) o pedido da empresa petrolífera britânica BP para diminuir a indenização pelo vazamento de petróleo no Golfo do México, em 2010. A BP alegou que algumas empresas queriam se beneficiar da compensação estabelecida por meio de um acordo com as autoridades norte-americanas, no montante de US$ 20 bilhões.
Na decisão, o juiz Carl Barbier apontou contradição nas alegações da BP.
A plataforma Deepwater Horizon, operada pela BP ao largo de Nova Orleans, explodiu em abril de 2010, provocando 11 mortes e o maior derramamento de petróleo da história dos Estados Unidos.
Em outubro, a BP conseguiu a suspensão do pagamento da indenização às empresas em um tribunal de apelo, até que a questão "esteja totalmente examinada e decidida no processo judicial".



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Sucessão de Chávez marca cenário política venezuelano em 2013

Internacional



Sucessão de Chávez marca cenário política venezuelano em 2013
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Dec 25th 2013, 17:11


Leandra Felipe

Correspondente Agência Brasil/EBC
Bogotá – Após a morte de Hugo Chávez, em 5 de março, a Venezuela viveu momentos de instabilidade política e econômica. Não só no processo eleitoral de 14 de abril, em que Nicolás Maduro foi eleito presidente no lugar de Chávez, como também nos oito meses seguintes à posse, devido a resistência política da oposição. Além dos problemas políticos, no campo econômico o governo Maduro enfrenta inflação alta – acumulada este ano em mais de 50%, escassez de alimentos e especulação monetária.
No campo político, o governo Maduro teve um início conturbado. As eleições presidenciais foram convocadas e realizadas 40 dias após o funeral de Chávez. Nicolás Maduro foi eleito com uma diferença pequena, de pouco mais de 200 mil votos, sobre o candidato da oposição derrotado, o governador de Miranda, Henrique Capriles. A vitória apertada, veio depois da rápida campanha eleitoral associada ao nome do presidente Chávez, já que Maduro foi escolhido para sucedê-lo.
A oposição liderada por Capriles protestou contra o resultado, considerado pelos opositores como "fraudulento". Por isso, milhares de venezuelanos em Caracas e em outras cidades protestaram nas ruas. Houve "panelaços" e confrontos entre manifestantes e a polícia do país, em incidentes que deixaram pelo menos sete mortos, segundo o governo do país.
A União das Nações Sul-Americanas (Unasul) convocou uma reunião extraordinária em Caracas, como forma de apoio ao presidente Nicolás Maduro, quatro dias depois das eleições. Na reunião a presidenta Dilma Rousseff reiterou o apoio da Unasul ao governo Maduro. Horas depois, na sexta-feira, 19 de abril, Nicolás Maduro tomou posse como presidente, apesar da pressão da oposição que não reconheceu o resultado, acusando o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do país de ter fraudado as eleições.
Em maio, Capriles entrou com um processo no Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela, pedindo a impugnação das eleições, Mas a Justiça do país negou o pedido e Maduro foi mantido presidente.
No cenário econômico, os primeiros meses de Maduro foram difíceis. O governo culpou a oposição por liderar uma chamada "guerra econômica", e a partir de setembro começou a anunciar medidas para conter a especulação financeira, realizando leilões de dólares e também fiscalizando a venda de dólares por internet e casas de câmbio não autorizadas.
O país também começou a receber alimentos de países da vizinhança como o Brasil, Colômbia e Bolívia e as missões alimentícias (programas de venda subsidiada de produtos básicos) foram incrementadas. Mesmo assim, a população se queixava da dificuldade de comprar produtos nas redes de supermercado privadas ou nas missões do governo.

Em novembro, o Executivo conseguiu aprovar uma Lei Habilitante, na Assembleia Nacional do país, após a troca de um deputado opositor, deposto por acusações de corrupção. Com a lei, Maduro conseguiu "poderes especiais" para governar por decreto e ampliou as medidas para conter a crise econômica. O principal alvo desde então, tem sido o combate a especulação do mercado de varejo, imobiliário e de automóveis.
O governo venezuelano tabelou preços e começou uma fiscalização em lojas e supermercados em todo o território venezuelano. Já houve fechamento de redes que não obedeceram os preços tabelados. Enquanto intensificava as medidas econômicas, o país também viveu outro processo eleitoral, desta vez no último dia oito de dezembro, para eleger prefeitos e vereadores.
O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), partido de Nicolás Maduro, ganhou em 58,5% das prefeituras, e a Mesa da Unidade Democrática (Mud), conquistou 15,82%. Apesar da vantagem nas eleições, Maduro perdeu em algumas cidades bastante povoadas, como Valencia, Maracaíbo, Barquisimeto e San Cristóbal. Mas com o resultado, o PSUV mantém a base em pelo menos 196 prefeituras de maneira regionalizada.
No cenário externo, o país aprofundou a aliança com Cuba e Fidel Castro é um dos conselheiros de Nicolás Maduro. Em algumas situações, o governo venezuelano acusou os Estados Unidos de "ingerência" e de participar de um complô para desestabilizar a economia no país. Houve expulsão de diplomatas americanos em Caracas e uma medida de reciprocidade em Washington. Com o governo do presidente Juan Manuel Santos, também houve problemas, porque em maio, Henrique Capriles foi recebido por Santos no palácio presidencial em Bogotá.
Na época o governo Santos disse ter havido um mal-entendido, e em julho, os dois governos restabeleceram totalmente as relações diplomáticas. Para pôr fim aos conflitos com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), a Venezuela executa um papel importante, como país observador na mesa de negociação entre o governo da Colômbia e a guerrilha, em Havana, Cuba.
Em julho, a Venezuela assumiu a presidência pro tempore do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e iniciou um processo de retomada das relações diplomáticas com o Paraguai, cujas relações estavam interrompidas desde o impeachment de Fernando Lugo, em julho de 2012.
Quanto aos Estados Unidos, recentemente o governo Maduro também anunciou ter restabelecido seu canal de comunicação com o governo americano. Os Estados Unidos são grandes compradores do petróleo venezuelano.

Edição: Denise Griesinger

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Cenário internacional é marcado por conflitos violentos em 2013

Internacional



Cenário internacional é marcado por conflitos violentos em 2013
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Dec 25th 2013, 16:33


Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os conflitos da Síria deixaram mais de 125 mil mortos no país até 2013 e foi um dos principais responsáveis pelo recorde de refugiados no mundo este ano. As crises políticas na Ucrânia, na Tailândia, no Sudão do Sul e na República Centro-Africana (RCA) também chamaram a atenção internacional e provocaram a reação de líderes, que pediram o fim das hostilidades.
No caso da Síria, os confrontos entre o governo do presidente Bashar Al Assad se intensificaram desde março de 2013, quando foram usadas armas químicas contra a população civil. O uso desse tipo de armamento é vedado pelo direito internacional, o que gerou condenações por parte da comunidade internacional.
Chegaram a ser cogitadas intervenções militares, especialmente pelos Estados Unidos. Por meio da articulação das Nações Unidas (ONU), da Liga Árabe e da Rússia, está sendo negociada uma solução política para o conflito, por meio da interação entre governo e oposição sírias.
A legitimidade e a liderança do Conselho de Segurança da ONU foi questionada perante a inabilidade de solucionar a crise síria, especialmente devido à oposição travada entre os Estados Unidos e a Rússia – opositor e aliado do regime de Assad, respectivamente.
Após diversas reuniões articulares fora do âmbito do conselho, foi marcada para o da 22 de janeiro a Conferência Genebra 2, na Suíça, na tentativa de se chegar a um consenso e estabelecer um cessar-fogo e a paz no país. A forma em que a participação da oposição síria será feita ainda não foi determinada.
A crise é responsável por uma das maiores crises humanitárias dos últimos tempos, com mais de 2,3 milhões de pessoas refugiadas e deslocadas em 2013, podendo chegar a 4,1 milhões no ano que vem.
Na Ucrânia, a postergação da assinatura de um acordo de associação à União Europeia a pedido da Rússia levou milhares de pessoas às ruas em protesto. As manifestações no país em dezembro de 2013 foram as maiores desde a Revolução Laranja, em 2004, após fraudes e corrupção nas eleições.
Os protestos, no entanto, não impediram a Ucrânia de confirmar a sua parceria com a Rússia em um acordo de R$ 15 bilhões e o reajuste do preço do gás comprado pelos russos. A hesitação ucraniana fez a União Europeia suspender as negociações para o acesso do país ao bloco. A população continua pedindo a saída do presidente do país, Viktor Yanukovich.
A Turquia foi outro país em que manifestações populares contrárias ao governo ocorreram em 2013. Em junho, milhares de pessoas se mobilizaram por mudanças no governo e pela demissão do primeiro-ministro, Recep Erdogan. A reação das autoridades, que foram acusadas de terem cometido excessos, reforçou a onda de protestos. Sindicatos turcos convocaram paralisações e o turismo no país, uma das principais fontes de renda, registrou redução de 30% nas reservas de hotéis. A ONU pediu às autoridades turcas moderação no controle dos protestos e o estabelecimento de um inquérito para apurar a ação da polícia contra os manifestantes.
No Egito, manifestantes contrários ao governo do ex-presidente Mohamed Mursi, a acusado de querer implantar um regime islâmico no país, se concentraram em protestos no Cairo, o que culminou no afastamento do líder do poder. Após sua deposição, grupos pró-Mursi, por outro lado, também se manifestaram pedindo a volta do ex-presidente e condenando a atuação das Forças Armadas no que consideraram um golpe de Estado. Seus apoiadores foram reprimidos por forças de segurança e estima-se que cerca de 2 mil pessoas foram detidas.
A junta militar que assumiu o poder no lugar de Mursi nomearam um governo interino encarregado de reelaborar a Constituição e organizar eleições legislativas e presidenciais para o início de 2014. Mursi será julgado no ano que vem pelo homicídio de oficiais mortos em 2011, quando o ditador Hosni Mubarak, que ficou no poder de 1981 a 2011 e foi deposto.
O ex-presidente também deverá ser julgado por espionagem e por perpetrar ações terroristas que envolvem o grupo Hamas e jihadistas foi decretado estado de emergência no país em agosto, prorrogado até novembro.
Na Tailândia, o confronto entre o governo de líderes oposicionistas também levaram milhares de pessoas às ruas pedindo a saída da primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, acusada de manter um governo-fantoche liderado pelo seu irmão, o ex-premiê, Thaskin Shinawatra, condenado por fraude e corrupção.
Vários ministérios e serviços públicos do país chegaram a ser paralisados pelo bloqueio de manifestantes. Os apelos da população levaram o governo a marcar novas eleições parlamentares para fevereiro de 2014. Mais de 50 países chegaram a manifestar preocupação com a crise tailandesa e pediram para que não seja quebrada a ordem constitucional e a democracia no país.
No Sudão do Sul e na República Centro-Africana, conflitos entre grupos opositores deixaram milhares de mortos e feridos – inclusive membros de missões da ONU. Ambos os países passam por situação humanitária crítica, com necessidade de ajuda alimentar, médica e de abrigo.
A tensão no Sudão do Sul se intensificou neste final de ano devido a uma tentativa de golpe de Estado. Estima-se que mais de 500 pessoas tenham morrido nos confrontos de origem étnica e religiosa e que mais de 35 mil tenham buscado a proteção da ONU. O país foi criado recentemente depois da separação do Estado vizinho, o Sudão.
No total, a ONU tem atualmente cerca de 6,8 mil militares e policiais no país e a missão de manutenção da paz (Unmiss, sigla em inglês) abriga mais de 14 mil civis. A organização busca agora uma liderança regional para a crise sul-sudanesa.
Na RCA, o Conselho de Segurança da ONU aprovou em dezembro uma intervenção internacional para garantir a segurança da população, ameaçada pelos confrontos devido à substituição do então presidente François Bozizé pelo líder da coligação rebelde de maioria muçulmana, Seleka, Michael Djotodia.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estima que a violência no país tenha levado 480 mil pessoas a deixarem suas casas. Na última semana, a União Europeia (UE) proibiu a exportação de armas e a assistência financeira e técnica a grupos armados da República Centro-Africana, em cumprimento à resolução da ONU.
Edição: Denise Griesinger

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Três ministros de Estado deixam governo turco em meio à crise política

Internacional



Três ministros de Estado deixam governo turco em meio à crise política
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Dec 25th 2013, 16:02

Da Agência Brasil *
Brasília – Os ministros turcos da Economia, Zafer Caglayan, e do Interior, Muammer Guler, pediram demissão de seus cargos nesta quarta-feira (25), poucos dias depois que seus filhos foram presos sob suspeita de corrupção. No início da tarde de hoje, o ministro do Meio Ambiente, Erdogan Bayraktar, também deixou o cargo, o que deu início a uma crise política no país. Uma ampla operação anticorrupção lançada na Turquia na última semana já prendeu 24 pessoas – entre as quais o presidente do banco estatal Halkbank, Hasan Cebeci.
"Deixo meu posto para que possa ser esclarecida essa ignóbil operação contra nosso governo", disse o ex-ministro da Economia, Zafer Caglayan, em um comunicado. De acordo com ele, as investigações anticorrupção são um complô odioso contra o país.
O ministro do Meio Ambiente, Erdogan Bayraktar, aconselhou o primeiro-ministro, Recep Erdogan, a também deixar o poder. A declaração indica uma contestação inédita contra o premiê turco entre seus partidários.
A operação policial lançada no dia 17 de dezembro para apurar um escândalo financeiro abalou a popularidade do primeiro-ministro Recep Erdogan, que se elegeu em 2007 com uma forte bandeira anticorrupção. Quatro ministros do gabinete de Erdogan foram citados no escândalo.
Ontem (24), o presidente turco, Abdullah Gül, comentou pela primeira vez o caso e prometeu uma mudança ministerial no país. A demissão de três dos quatro ministros envolvidos foi definida em uma reunião na noite de ontem entre o primeiro-ministro e vários integrantes de seu gabinete.
Um pedido para acabar com a imunidade parlamentar de todos os ministros envolvidos foi feito e a expectativa é a de que o premiê Erdogan faça em breve uma reforma ministerial. O governo argumenta que o escândalo foi articulado no exterior com o objetivo de desestabilizar a Turquia.
* Com informações da Rádio França Internacional (RFI) // Edição: Denise Griesinger

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Exército e rebeldes entram em confronto no Sudão do Sul

Internacional



Exército e rebeldes entram em confronto no Sudão do Sul
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Dec 25th 2013, 16:04

Da Agência Brasil*

Brasília – O Exército do Sudão do Sul e grupos rebeldes entraram em confronto hoje (25) no Noroeste do país. Estima-se que haja 50 mil pessoas em campos de refugiados da Organização das Nações Unidas (ONU) e que centenas de milhares estejam em fuga. Ontem (24), o Conselho de Segurança da ONU autorizou o envio de 6 mil capacetes azuis (como são conhecidos os soldados que integram as missões de paz da organização) para assegurar a tranquilidade no Sudão do Sul. A resolução, aprovada por unanimidade pelos 15 membros do conselho, autoriza o aumento do contingente militar no país de 7 mil para 12,5 mil.
Segundo a ONU, o objetivo da medida é garantir a segurança e proteger os civis sudaneses da violência. A resolução prevê ainda possibilidade de aumento do contingente policial de 900 para 1,3 mil. Na última semana, uma base da organização foi atacada durante confrontos e três capacetes azuis foram mortos.
"Houve combates nesta manhã entre as forças governamentais e os rebeldes em Malakal, segunda maior cidade do país", disse o ministro da Informação, Michael Makwei. De acordo com ele, os rebeldes não tomaram o controle da cidade, considerada estratégica nos conflitos por ser uma região em que há petróleo – responsável por 95% da economia nacional. Localizada no estado do Alto Nilo, próximo à fronteira do país com o Sudão e a Etiópia, Malakal ica a cerca de 650 quilômetrosda capital, Juba.
Os confrontos no Sudão do Sul, que se intensificaram no último mês, especialmente depois de uma tentativa frustrada de golpe de Estado, opõem forças leais ao presidente Salva Kiir e as do ex-vice-presidente Riek Machar, destituído em julho.
Hoje no Vaticano, em sua bênção de Natal, o papa Francisco pediu paz no mundo e se referiu especificamente ao Sudão do Sul.
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Nádia Franco
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Espionagem pela internet entra na pauta internacional em 2013

Internacional



Espionagem pela internet entra na pauta internacional em 2013
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Dec 25th 2013, 14:23


Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As denúncias sobre as práticas de espionagem conduzidas pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos foi um dos assuntos de maior destaque internacional em 2013. As informações divulgadas pelo ex-consultor contratado para prestar serviço à NSA, Edward Snowden, colocaram a segurança na internet e o direito à privacidade na pauta de organizações internacionais e na agenda bilateral de diversos países.
A primeira denúncia que veio à tona foi relacionada ao Brasil e ao monitoramento das comunicações da presidenta Dilma Rousseff, em setembro. O governo brasileiro reagiu considerando o episódio inadmissível e cobrando explicações formais dos Estados Unidos.
As justificativas do governo norte-americano, no entanto, não foram suficientes para revogar a decisão de Dilma que, após as denúncias optou por cancelar uma visita de Estado ao país, que estava programada para o mês seguinte, outubro. A descoberta de espionagem gerou duras críticas do Brasil aos Estados Unidos na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em setembro.
Posteriormente ao caso brasileiro, foram divulgados dados que comprovaram a mesma conduta norte-americana em relação a outros países, entre os quais a França, a Espanha e a Alemanha, que expressaram indignação em relação ao caso e se uniram ao Brasil na demanda por explicações, mudanças e regulação.
A Alemanha e o Brasil, apresentaram uma resolução à ONU sobre o tema, que foi aprovada por unanimidade.
Em meio às denúncias, a situação de Edward Snowden foi tema de apelos de simpatizantes e de organizações não governamentais (ONGs), que multiplicaram pedidos e campanhas por asilo político. O ex-consultor acabou sendo acolhido temporariamente pela Rússia.
Recentemente, com a aproximação do fim do asilo russo, foi organizada mais uma campanha para que o Brasil desse asilo a Snowden, o que não foi reconhecido pelo governo como um pedido formal.
Edição: Denise Griesinger

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Papa Francisco pede paz no mundo em bênção de Natal

Internacional



Papa Francisco pede paz no mundo em bênção de Natal
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Dec 25th 2013, 14:21

Da Agência Brasil*
Brasília - O papa Francisco pediu hoje (25) na tradicional benção Utbi et Orbi (à cidade de Roma e ao mundo, em latim), na varanda central da Basílica de São Pedro, em Roma, na Itália, que seja restituída a paz no mundo. O pontífice se referiu em particular à Síria, ao Sudão do Sul, ao Iraque, a Israel, à Palestina e à República Centro-Africana. Na primeira mensagem de Natal como papa, Francisco disse que as guerras destroçam vidas e causam sofrimento. Ele pediu que haja paz nos lugares do mundo assolados pela violência.
Para milhares de pessoas na Praça de São Pedro, o primeiro papa latino-americano disse que o conflito na Síria, entre o regime do presidente Bashar Al Assad e grupos oposicionistas, estimulou ódio, a vingança e destruiu muitas vidas. "Rezemos ao Senhor para que o amado povo sírio se veja livre de mais sofrimentos e que as partes em conflito ponham fim à violência, garantindo o acesso à ajuda humanitária", pediu o pontífice.
O papa também fez alusão ao conflito na República Centro-Africana, que, segundo ele, é frequentemente esquecido pelos homens. Ele pediu paz para a região, marcada pela violência, miséria e falta de moradia.
O líder da Igreja Católica apelou para que haja o fim da discórdia no Sudão do Sul, país onde há conflitos armados. "Que se converta o coração dos violentos, para que deponham as armas e empreendam o caminho do diálogo", disse.
O papa manifestou ainda o desejo de que se chegue à paz na Terra Santa (Israel e na Palestina), que visitará em 2014. "Bendita a terra onde Jesus veio ao mundo e faz com que se chegue a um feliz término as negociações de paz entre israelenses e palestinos". O papa também falou do Iraque e rezou para que "saiam as chagas da querida terra assolada por frequentes atentados".
Francisco citou ainda os migrantes que viajam em busca de melhores condições. "Que os emigrantes, que buscam uma vida digna, encontrem hospitalidade e ajuda. Que não assistamos de novo tragédias como as que vimos este ano, com muitos mortos em Lampedusa", disse Francisco, sobre a ilha no Sul da Itália, o primeiro lugar que visitou depois de ter se tornado papa. A Ilha de Lampedusa é considerada entrada de imigrantes – especialmente africanos – à Europa.
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Talita Cavalcante



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Mujica promulga lei que legaliza a maconha no Uruguai

Internacional



Mujica promulga lei que legaliza a maconha no Uruguai
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Dec 25th 2013, 14:36

Da Agência Brasil*
Brasília - O presidente uruguaio, José Pepe Mujica, promulgou a lei para a produção e a comercialização de maconha no país. O anúncio foi feito pelo vice-secretário da Presidência, Diego Cánepa. O documento, sancionado pelo Parlamento desde o dia 10 de dezembro, entrou em vigência ontem (24). O Executivo ainda tem de apresentar a regulamentação do texto em um prazo de quatro meses, especificando os procedimentos para a aquisição de licenças de produção e comercialização e quais tipos de maconha serão permitidos no âmbito desse novo marco legal.
O diretor da Junta Nacional de Droga, Julio Calzada, informou que ainda há de se determinar procedimentos para que delimite a atividade no país. "Ao não estar ainda regulamentada, não estão dados os critérios para poder plantar", disse Calzada.
Um dos primeiros passos a cumprir para poder cultivar e comercializar maconha é fazer um registro estatal, que ainda não foi estabelecido. De acordo com o novo marco legal, todo cidadão uruguaio maior de 18 anos registrado nesse sistema poderá cultivar maconha para uso pessoal, em clubes de consumo ou comprar em farmácias, em quantidades moderadas.
A iniciativa de Mujica recebeu críticas e apoio, tanto internos quanto internacionais. Representantes de vários setores da sociedade advertiram para os riscos e as consequências da legalização da produção, do consumo e da comercialização da erva no país.
*Com informações da TV multiestatal Telesur
Edição: Talita Cavalcante



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Em 2013, Igreja Católica elege primeiro papa latino-americano

Internacional



Em 2013, Igreja Católica elege primeiro papa latino-americano
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Dec 25th 2013, 12:46



Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Pela primeira vez na história a Igreja escolheu um papa da América Latina. Francisco é argentino e sucedeu o papa alemão Bento XVI, Joseph Ratzinger, que renunciou ao pontificado em fevereiro de 2013. Francisco foi eleito no dia 13 de março, e suas primeiras palavras foram que o caminho para a humanidade está no amor.
Para especialistas, a eleição arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, representa uma quebra de paradigma já que ele é o primeiro papa não europeu e o primeiro jesuíta. Além de ser o único pertencente à ordem no conclave. Espera-se que, ao longo do pontificado, outros paradigamas sejam quebrados especialmente relacionados a mudanças na administração da Santa Sé e do Vaticano, mas nada doutrinário.
Neste ano, o papa visitou o Brasil para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em julho, quando convocou jovens a serem revolucionários. O evento religioso reuniu 3 milhões de fiéis no Rio de Janeiro, que não desanimaram com a chuva, a falta de infraestrutura e superlotação. A próxima JMJ foi confirmada para 2016 em Cracóvia, na Polônia.
Em dezembro deste ano, a revista norte-americana Time elegeu o papa Francisco a figura do ano em 2013. De acordo com a publicação, o pontífice é uma "nova voz da consciência", com "foco na compaixão".
Em novembro, o papa publicou a exortação apostólica Evangelii Gaudium na qual foram tratados temas polêmicos como o aborto, o sacerdócio e a igualdade de direitos entre homens e mulheres. Francisco também mencionou temas relacionados à família, aos jovens e à pobreza.
O papa Francisco assumiu a Igreja em um momento em que ela é alvo de denúncias de abusos sexuais e desvios de recursos. A Igreja também enfrenta pressão por reformas internas. Em resposta, foi criada uma Comissão de Proteção de Menores na Igreja para dar apoio pastoral às vítimas de abusos sexuais.
Edição: Denise Griesinger

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Investigações sobre ativistas do Greenpeace terminam na Rússia

Internacional



Investigações sobre ativistas do Greenpeace terminam na Rússia
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Dec 25th 2013, 13:21

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Os 30 ativistas da organização não governamental (ONG) Greenpeace presos na Rússia por cerca de dois meses foram definitivamente libertados hoje (25) e poderão retornar aos países de origem. Entre os envolvidos no caso está a brasileira Ana Paula Maciel, 31 anos. O grupo já havia recebido anistia do governo russo no dia 18 de dezembro, mas as investigações dos envolvidos ainda não haviam sido oficialmente encerradas pelas autoridades. O Greenpeace já havia informado que esperava que os ativistas pudessem sair do país até o final do ano.
Para deixarem o país, os 26 ativistas não russos entrarão com pedido de visto. Uma reunião com o Serviço de Migração Federal do país está marcada para esta quarta-feira. "Nossa saga deve acabar logo, mas não existe anistia para o Ártico. A [empresa petrolífera] Gazprom acabou de começar a perfurar outra vez. Então, quando isso acabar, continuaremos nossa missão de proteger o Ártico das petrolíferas gananciosas. É um absurdo que tenhamos sido perdoados de um crime que não cometemos. Não sou culpada e nunca fui. Estou triste de deixar a Rússia enquanto nosso navio Arctic Sunrise permanece aqui. Metade de meu coração vai permanecer com ele, atracado em Murmansk", disse a brasileira Ana Paula Maciel.
Os ativistas foram acusados de atos de pirataria por tentarem subir em uma plataforma petrolífera de uma empresa russa próximo ao Ártico em setembro, em protesto contra a exploração de gás na região. Posteriormente, a acusação foi alterada para vandalismo. No final de novembro, com o fim do prazo da prisão preventiva decretada pela Justiça, os ativistas foram libertados sob pagamento de fiança.
"Este é o dia que estávamos esperando desde que nosso navio Arctic Sunrise foi ocupado por Forças Armadas mais de três meses atrás. Estou feliz e aliviado de que as acusações tenham sido derrubadas, mas não deveríamos ter sido acusados de nada", explicou o capitão do navio, o norte-americano Peter Willcox.
Edição: Talita Cavalcante
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