ONU pede calma a centro-africanos após renúncia do presidente

11 de janeiro de 2014

Internacional



ONU pede calma a centro-africanos após renúncia do presidente
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-11/onu-pede-calma-centro-africanos-apos-renuncia-do-presidente
Jan 11th 2014, 19:10

Da Agência Brasil*

Brasília – O representante especial da Organização das Nações Unidas (ONU) na República Centro-Africana, Babacar Gaye, pediu à população do país que mantenha calma depois da renúncia do presidente, Michel Djotodia, e do primeiro-ministro, Nicolas Tiangaye.
Em comunicado divulgado neste sábado (11), o chefe do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na República Centro-Africana apela aos membros do Comitê Nacional de Transição para que se mobilizem por um governo provisório e pede à população "calma e maturidade".
A cidade de Bangui registrou, na última madrugada, nova onda de pilhagens, após a demissão de Djodotia. A demissão do presidente deixa o país sem governo até as eleições do novo Conselho Nacional de Transição, que funciona como um Parlamento provisório.
O Conselho de Transição é composto por 135 membros que foram nomeados em março do ano passado pelo chefe de Estado, incluindo os diferentes partidos políticos do país, o movimento Seleka e organismos da sociedade civil e das instituições públicas.
Ontem (10), o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu à União Africana para organizar, o mais rápido possível, a força de interposição africana e considerou que a situação no país piorou, apesar da presença de 3.500 soldados de países africanos e de 1.600 soldados franceses.
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Nádia Franco
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Obama e Ban Ki-moon lamentam morte; Hamas e Fatah qualificam Sharon de criminoso

Internacional



Obama e Ban Ki-moon lamentam morte; Hamas e Fatah qualificam Sharon de criminoso
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Jan 11th 2014, 17:14

Da Agência Brasil*

Brasília – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou hoje (11) que o ex-primeiro-ministro Ariel Sharon "foi um líder que dedicou a vida ao Estado de Israel". Em mensagem à família de Sharon e ao povo israelense, Obama reiterou o compromisso americano com a segurança do país e o empenho na existência de dois Estados – Israel e Palestina – que "vivam lado a lado em paz e segurança".
O ex-premiê israelense Ariel Sharon morreu hoje, aos 85 anos, depois de oito anos em estado de coma.
O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, definiu Sharon como "um herói para seu povo" e convocou os israelenses a aplicar o legado e o pragmatismo do ex-premiê nas atuais negociações de paz com os palestinos. "Ao longo de uma vida dedicada ao Estado de Israel, Ariel Sharon foi um herói para o seu povo, primeiro como soldado e depois como estadista", disse o secretário-geral da ONU.
O ex-presidente Bill Clinton e sua mulher, a ex-secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton, também divulgaram mensagem pela morte de Sharon. Para os Clinton, o líder israelense "deu a vida" por seu país. "Foi uma honra trabalhar com ele, discutir com ele e vê-lo sempre tentando conseguir encontrar o melhor caminho para seu país", diz a mensagem.
Os movimentos palestinos Hamas e Fatah, no entanto, qualificaram Sharon de criminoso e lamentaram que o antigo governante de Israel não tenha sido levado à Justiça internacional. "Sharon era um criminoso, responsável pelo assassínio de [Yasser] Arafat [líder palestino morto em 2004], e nós esperávamos que ele comparecesse perante o Tribunal Penal Internacional enquanto criminoso de guerra", disse Jibril Raboub, dirigente da Fatah.
Já o Hamas, que detém o poder na Faixa de Gaza, classificou de "momento histórico" o desaparecimento de Sharon, um "criminoso cujas mãos estavam cobertas de sangue palestino".
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Nádia Franco
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Enterro de Sharon será segunda-feira

Internacional



Enterro de Sharon será segunda-feira
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Jan 11th 2014, 17:46

Da Agência Lusa



Jerusalém – O funeral do ex-primeiro-ministro de Israel Ariel Sharon, que morreu hoje (11), aos 85 anos, em Tel Aviv, será segunda-feira (13), em uma cerimôia privada, em uma quinta no Sul do país, onde foi sepultada sua mulher, Lili Sharon. Segundo o Canal 1 da televisão israelense, o corpo de Sharon ficará exposto neste domingo (12), na Praça do Parlamento, em Jerusalém, para que a população possa homenageá-lo.
Situada ao sul da Faixa de Gaza, a quinta foi o centro da vida privada e política do ex-premiê, que ali tomou as decisões mais difíceis como governante.
Segunda-feira de manhã, será celebrado neste local um ato oficial de homenagem a Sharon com a presença de líderes políticos nacionais e estrangeiros, entre eles, o representante do governo dos Estados Unidos, vice-presidente Joe Biden, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, e o enviado especial do Quarteto do Oriente Médio, o ex-premiê britânico Tony Blair. O quarteto é formado pelos Estados Unidos, pela Federação Russa, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela União Europeia.
"Arik" (diminutivo de Ariel) Sharon ficará na história como o artífice da invasão do Líbano em 1982, quando era ministro da Defesa, mas também como o chefe do governo israelense que evacuou tropas e colonos da Faixa de Gaza em 2005.
Uma comissão oficial de inquérito concluiu a sua responsabilidade por não ter prevenido nem impedido os massacres nos campos de refugiados palestinos de Sabra e Chatila, na capital libanesa, Beirute, em setembro de 1982, cometidos por uma milícia cristã aliada de Israel.
Forçado a demitir-se, tornou-se, no entanto, primeiro-ministro em 2001 e foi reeleito em 2003.
Em coma desde 4 de janeiro de 2006, Sharon estava internado no Hospital Tel Hashomer, perto de Tel Aviv e teve seu estado agravado no primeiro dia deste ano, quando apresentou problemas renais após uma cirurgia.



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Refugiados palestinos morrem por falta de alimentos e remédios na Síria

Internacional



Refugiados palestinos morrem por falta de alimentos e remédios na Síria
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Jan 11th 2014, 15:15

Da Agência Lusa
Brasília - Um idoso e três crianças morreram nesta sexta-feira (10) por falta de alimentos e medicamentos no acampamento de refugiados palestinos de Al Yarmuk, no sul de Damasco, e na localidade de Duma, no nordeste da capital, de acordo com as informações divulgadas hoje (11) pela organização não governamental (ONG) Observatório Sírio dos Direitos Humanos.
Segundo a ONG, o homem e as duas das crianças morreram em Al Yarmuk, onde as condições humanitárias e sanitárias são precárias devido ao cerco das forças do regime do presidente Bashar Al Assad.
Cerca de 500 mil refugiados palestinos viviam na Síria, dos quais mais de 150 mil em Al Yarmuk, antes do início do conflito, em março de 2011, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Muitos dos moradores do acampamento abandonaram suas casas devido aos confrontos e bombardeios.
Ontem o presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Peter Maurer, iniciou visita de três dias à Síria para avaliar a situação e negociar um acesso mais amplo para a organização, que tem no país a sua maior operação de assistência humanitária.
De acordo com a ONU, mais de 100 mil pessoas morreram desde o início do conflito. A organização informou, nesta semana, que deixou de contar as vítimas em agosto do ano passado por causa da impossibilidade de checar os dados.
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, sediado em Londres, que usa fontes no território sírio para contar as vítimas do conflito, elevou recentemente para mais de 130 mil o número de mortos na guerra.
A paz na Síria será o tema da Conferência Genebra 2, que começa dia 21, em Montreux, na Suíça, sob a presidência do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e contará com a participação de representantes de mais de 20 países.



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Governantes europeus lamentam morte de Ariel Sharon

Internacional



Governantes europeus lamentam morte de Ariel Sharon
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Jan 11th 2014, 14:30

Yara Aquino*

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Governantes de países europeus lamentaram a morte do ex-primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, ocorrida hoje (11), e lembraram momentos importantes da trajetória do ex-premiê. A imprensa internacional também repercutiu a morte de Sharon, que estava em estado vegetativo desde 2006, quando sofreu um acidente vascular cerebral (AVC).
Em um breve comunicado, o primeiro-ministro do Reino Unido David Cameron registrou que "Israel perdeu hoje um líder importante". Cameron acrescentou que, quando foi chefe de governo, Sharon tomou "decisões valentes e controversas na busca da paz".
A chanceler alemã Angela Merkel apresentou suas condolências a Israel pela morte de Sharon, a quem chamou de "um patriota" que tomou a "decisão valente" de evacuar os colonatos judaicos na Faixa de Gaza. Essa decisão, em 2005, constituiu um "passo histórico" no caminho da paz, acrescentou.
O presidente da França François Hollande disse que Israel perdeu um "ator maior na história do país". "Depois de uma grande carreira militar e política, ele escolheu o diálogo com os palestinos", registrou Hollande. O presidente russo Vladimir Putin enviou uma mensagem ao governo de Israel, destacando as qualidades pessoais de Sharon e o importante papel na defesa do seu país e também das "relações de amizade russo-israelitas".
A imprensa internacional também repercutiu a morte de Sharon. No site do jornal americano The New York Times, acima de uma foto de Sharon estava o título "Morre feroz defensor de uma Israel forte". O site do espanhol El País noticiou que morreu um dos líderes militares que colocou Israel em diversas guerras contra países árabes. O argentino La Nación diz que Ariel Sharon foi um dos políticos mais bem-sucedido e controverso da história de Israel. O francês Le Monde traz o título "Ariel Sharon, 'o guerreiro', está morto".
Quando entrou em coma permanente, Sharon exercia o cargo de primeiro-ministro, que assumiu em março de 2001, sendo substituído por Ehud Omert. Ele morreu aos 85 anos e a imprensa israelense já havia divulgado que Sharon sofria de insuficiência renal.
*Com informações da Agência Lusa
Edição: Andréa Quintiere



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Morre ex-primeiro-ministro israelense Ariel Sharon

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Morre ex-primeiro-ministro israelense Ariel Sharon
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Jan 11th 2014, 11:32

Mariana Jungmann*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Depois de oito anos em coma, morreu hoje (11), em Tel Aviv, o ex-primeiro-ministro de Israel Ariel Sharon. A informação foi confirmada pelo gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Sharon estava em estado vegetativo desde que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), em 2006, e teve falência múltipla dos órgãos. Os médicos informaram à imprensa, desde o início de janeiro, que as possibilidades de recuperação do ex-premiê eram mínimas e que seu estado era crítico.
Quando entrou em coma permanente, Sharon exercia o cargo de primeiro-ministro, que assumiu em março de 2001, sendo substituído por Ehud Omert. Ele morreu aos 85 anos, e a imprensa israelense já havia divulgado que Sharon sofria de insuficiência renal.
De formação militar, Ariel Sharon comandou as tropas israelenses em diversos combates, especialmente contra alvos palestinos. Foi ministro da Defesa na década de 1980, quando comandou a invasão de Beirute, capital libanesa. Entretanto, foi obrigado a deixar o cargo depois de ter sido responsabilizado pela morte de centenas de palestinos em um campo de refugiados controlado por Israel.
Apesar disso, Ariel Sharon voltou a assumir o comando de outros ministérios em diversos governos até se eleger primeiro-ministro pelo partido conservador Likud, que ele próprio ajudou a fundar na década de 1970. O ex-primeiro-ministro era forte defensor da colonização dos territórios em conflito com os palestinos. No entanto, em uma tentativa de amenizar os conflitos com os palestinos, principalmente com os radicais do Ramas e do Fatah, tomou a polêmica decisão de retirar os israelenses da Faixa de Gaza e abandonar assentamentos judeus na região.
O plano de retirada israelense encabeçado por Sharon foi motivo de duras críticas internas e provocou rachas no Likud. O ex-primeiro-ministro era acusado de ter dividido o país. No mesmo ano – 2005 - em que o plano começou a ser executado, o então ministro de Finanças, Benjamin Netanyahu, apresentou candidatura própria à presidência do partido e pediu o adiantamento das eleições primárias que ocorreriam em 2006. No entanto, Sharon venceu as eleições novamente e se manteve no cargo.
Ao fim daquele ano ele sofreu o primeiro derrame, mais leve e com sequelas menos graves. Poucos meses depois, um segundo AVC provocou o coma permanente que durou quase oito anos. Ariel Sharon ficou viúvo duas vezes e teve três filhos, um com a primeira esposa, morto quando ainda era criança, e os outros dois com a segunda.
* Com informações da Agência Lusa
Edição: Marcos Chagas



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